Um filme que perguntas, que faz o Mark Wahlberg nisto? A primeira cena, e única suficientemente boa, nem parece pertencer ao mesmo filme. Enredo pobre Ideia ok Bastante óbvio e premeditavel.
Este título está entre o seleto grupo de filmes de orçamento alto que consegue ser um dos piores filmes que já vi na vida! Tentaram misturar Need For Speed + super heróis = reencarnação? Não entendi essa equação! O roteiro é péssimo, só um compilado de péssimas frases de efeito, c efeitos especiais. Kkkkk é muito engraçado as reencarnações serem no passado e essa galera parecer ter vindo do futuro c tecnologias aquém da imaginação, e a cara de Android-humanos sem emoções. Isso fora defeitos de roteiro como todo mundo ter encarnado em corpos diferentes e [spoiler] só o vilão ter a mesma cara do inicio dos tempos (no holograma). Aprendi uma coisa c esse filme : terapeutas espiritas de regressão podem tornar qualquer pessoas super rica e habilidosa em artes marciais, peguem essas dica! ;)
Um filme que reúne ação, suspense, efeitos especiais e reencarnação. Meio fantasioso, mas importante por tratar da questão da reencarnação desacreditada por muitas pessoas e religiões, no entanto trata-se de um fato natural que ocorre ao amparo das leis da evolução visando o fortalecimento do espírito para que possa voltar para casa fortalecido e autoconsciente. Baseado no livro The Reincarnationist Papers o filme mostra Evans Michael (Mark Walhberg) participando de um grupo de pessoas com a capacidade de se lembrar das vidas passadas, no entanto desconhecem a sua origem, e devido a isso a sua vida se torna difícil. Simbolicamente representa aqueles que querem o bem e os que se aliaram com o intuito de destruir a espécie humana, impedindo-a de alcançar o propósito da vida, a evolução. Mas não é exatamente isso que está se passando nos dias de hoje? A humanidade está meio perdida, sem rumo, sem metas, e vai se deixando moldar de forma distante do autêntico ser humano o que poderá arrasta-la para o abismo.
Filme bom mas mal explorado,infelizmente,tem muitas cenas de ação e acaba ficando cansativo.Seria muito melhor se fosse uma série e fosse explorado as vidas passadas dos personagens,mostrando o passado de cada um e como eles lidam com a reencarnação
Filme péssimo, cansativo. Tentei me manter acordado durante grande parte do filme, minha esposa cochilou no meio e pegou o final, não perdeu nada. A história tinha um ótimo potencial mas o filme não desenrola e carece de ação durante maior parte do filme. Mark (ator) é a única parte boa do filme. spoiler: O filme não tem nenhum sentido, o vilão do filme tem o desejo de cessar as suas próprias memórias de reencarnações sucessivas e por isso planeja destruir a humanidade mas ao mesmo tempo carrega uma arma capaz de “enclausurar a consciência da alma” impedindo a reencarnação “com a consciência de vidas passadas” daqueles com este dom. Me pergunto porque não usou em si mesmo, teria sido tudo mais simples. Grande furo na história!
Infinito tem conceito diferente pouco explorado isso poder dar chance ter algo original ótima cenas de ação cena inicial no México prova isso luta final avião são melhores único defeito que não exploraram conceito reencarnação muito bem este foi furo no roteiro vilão quer destruir tudo porque que para de reencarnar achei muito fraco Paramonut poderia explorar este conceito em uma série no qual seria melhor trabalhada
Ótimo para rir, de tão ruim que é. Já começa com uma perseguição em que a cidade inteira está sendo destruída, pessoas correndo com medo, e no meio disso tudo, índios dançando na maior paz. Os carros de polícia conseguem por algum milagre correr tanto quanto uma Ferrari. No meio da perseguição, o protagonista faz um drift, começa a andar de ré, saca a pistola e acerta a lâmpada do helicóptero que estava iluminando ele. No final ele passa por uma cirurgia horrível, levanta sangrando e ainda derrota um exército inteiro. A produção é ótima, os efeitos são ótimos, mas o roteiro, misericórdia. Podre demais. Resumindo: A parte mais realista pra mim foi a teoria da reencarnação, e olha que eu sou ateu.
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