Matrix: Resurrections
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2,6
516 notas

125 Críticas do usuário

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Fernando Batista
Fernando Batista

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3,5
Enviada em 20 de outubro de 2025
Li as avaliações antes de assistir, mas como não vim com tanta expectativa, achei o filme legal, Não é remake do primeiro igual levaram a crer pelos comentários. O filme teve uma trama boa, valeu a pena assistir.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 891 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de maio de 2024
É uma saga que vem sendo alimentada pela cultura pop do final dos anos 1990, e esse 4º filme em especial busca revisitar alguns detalhes na qual o telespectador esqueceu dos filmes anteriores. Assim como o 2º e 3º filmes da saga, esse último faltou mais da Filosofia empregada no primeiro filme. Aqui simplesmente encontramos um filme com cenas longas de ação, tiro, porrada e bomba. O filme lembra mais o John Wick do que Matrix. É um filme mediano, não chega a ser o pior da saga, mas é necessário assistir novamente todos os outros para compreende-lo melhor.
Babe Diego
Babe Diego

2 seguidores 123 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de março de 2024
O amor é incrivelmente lindo. Matrix 4 nos revela. As viagens entre cantos é ditada por regras e leis inacabadas que se engendram através dos meandros das partes de código deliberadamente desenvolvidas nas conexões de softwares intrincadas. Perpassando as camadas subimbutidas das mesmas linhas de código inexoravelmente entrelaçadas, achamos de tudo em mundos completamente autoconstruídos, apesar dos encantos dos encontros. Mesmo com infinitas e incongruentes projeções simulatórias, a factibilidade das características da matéria está ao alcance. Para cada um de nós. Mas a beleza está no olhar.
Mariano Soltys
Mariano Soltys

2 seguidores 35 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de março de 2023
“Matrix Resurrections” e a revelação do ser

Neo (Kaenu Reaves) consulta o seu terapeuta. O terapeuta diz que a realidade que o paciente descreve só existe na cabeça dele. Neo é um desenvolvedor de jogos, e seu sucesso se deve a Matrix, que é lembrado pela comunidade, além de sucesso nos games. Neo consegue descobrir em um local chamado VR (realidade virtual) que seu antigo amor, a Trinity, está casada e com filhos, tentando a reconectar a realidade verdadeira, fora da Matrix. Trinity chega a desconfiar, mas apenas percebe uma leve sintonia com o rapaz, não chegando de início ao matrimônio perfeito, a união de yin e yang dos chineses, o segredo da energia, o Tao, ou caminho para o Divino. O filme mostra muitas outras coisas, como a frase em determinado momento em uma placa: “Conhece-te a ti mesmo”, o que mostra a grande carga filosófica da produção.

No quarto 1313, que tanto nos lembra da morte do Tarô, carta número 13, ou de um renascimento, ressurreição, na verdade, e que alguns dizem ser um número referente ao “messias”, anunciado por “Donos do Mundo”, para uma pseudo-revelação das Sagradas Escrituras, em manipulação de programas mentais e as colocando numa simulação, chamada Matrix. No filme, esse mundo de ilusão, ou maya indiano, é vivido pelas pessoas alienadas, zumbis ou NPCs, pessoas não “jogáveis”, logo sem controle do seu destino, e nem consciência dele. Um gnóstico disse que é necessário despertar a consciência, pois nem temos a consciência. Os cabalistas dizem que vivemos na ocultação do Criador, chamada “mundo”, e então o homem não tem alma, mas precisa construir ou reconectar a sua alma, a Alma do Criador. Matrix mostra tudo isso e um pouco mais, apesar da versão do programa ser uma nova, ou IAO (antes Zion), o que também leva a pensar na divindade gnóstica. O conhecimento é a chave, o despertar da consciência, livre das ilusões desse vale de lágrimas, a que pessoas acham ser a realidade. O caminho é o jardim ou paraíso, e lá não há mais doenças, dor, pecado etc. Os agentes parecem algo semelhante a arcontes, tendo ao mesmo tempo o governo, e ensinando algo as pessoas, mas as mantendo aprisionadas. Curioso que há a revelação que não há escolha, e que estar entre a pílula azul ou vermelha, indifere. Fato é que escolas antigas dos mistérios dariam a chave para certo se escolher, na iniciação, e certamente o iniciado escolheria a pílula da realidade, da verdadeira realidade de seu ser.

Então se chega a conclusão de filósofo Hegel, que “o real é racional e o racional é real”, e de Parmênides, de que “o ser é e o não-ser, não é”. O filme tem mais detalhes, e o terapeuta também tem um papel importante em atrapalhar a trajetória do Neo, (ele controla a Matrix...), ampliando mais a ilusão, quando coloca o mundo material como a verdade e realidade última, lembrando o materialismo de nosso tempo, e dizendo ele que 99% que define nossa realidade é desejo e medo, ainda segurando uma maçã (fruto proibido...). As pessoas estão iludidas em uma vida adormecida em consciência, longe do ser, em verdadeiros destinos manipulados e iguais, apenas mudando o rosto. O filme mostra algo mais próximo de nós que no primeiro, uma vez que estamos entrando no Metaverso, e que todos têm redes sociais, coisa que na época do primeiro não era uma realidade, e nem estávamos tão inseridos no virtual como hoje. Neo se une ao seu amor, Trinity, e assim se une água e fogo, ou as dualidades, revelando a energia (kundalini, ou serpente de fogo). Matrix resurrections parece indicar uma continuação, e esta possivelmente tratará da energia que move todas as coisas. Um filme de modo equivocado desvalorizado pela crítica.

Mariano Soltys, filósofo e advogado
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de maio de 2022
Em 1999 os então Irmãos Wachowski nos presentearam com Matrix, um filme que revolucionou o cinema e apresentou ao grande público a filosofia e as discussões que envolvem o universo Cyberpunk, enquanto para nós nerds da época souberam representar na tela muito do que já liamos sobre o gênero. Agora em 2021 uma das irmãs continua a trilogia com Matrix Resurrections, que é controverso assim como as duas continuações do primeiro filme da franquia.

O quarto filme da saga Matrix conta como Thomas Anderson/Neo (Keanu Reeves) sobreviveu após os acontecimentos de Matrix Revolutions e como o protagonista continua preso em uma nova versão da Matrix, sendo “controlado” por algumas máquinas que ainda querem escravizar os humanos, enquanto Neo tenta entender quem é a personagem misteriosa interpretada por Carrie-Anne Moss, a Trinity da trilogia original.

Claro que temos novos personagens e novas tramas dentro do filme, e essas são as histórias mais interessantes dentro de um filme confuso, mas com muitas ideias interessantes que foram mal trabalhadas. Como no caso de Bugs (Jessica Henwick) que é uma personagem forte e moderna, que nos mostra que foi tocada por Neo sem ele saber, nos apresentando tudo o que é novo e modernizado dentro e fora da Matrix e trazendo em si tudo o que se ganhou e se perdeu após a grande guerra do terceiro filme. Uma personagem que poderia ser a protagonista enquanto Neo e Trinity ficariam em segundo plano, uma oportunidade perdida dentro de uma trama principal estranha e repetitiva.

A explicação do novo Morpheus faz todo sentido dentro do Lore de Matrix, já que nesse novo filme ele é um programa criado por outro “programa” dentro da Matrix, lembrando é claro ,que Neo é uma anomalia que as máquinas não conseguem controlar. Mas o que estraga o personagens são os trejeitos sempre voltados para o humor, tirando a seriedade e o valor real que o personagem tem para Neo e para a luta que vimos nos primeiros filmes.

A falta de diálogos filosóficos e interessantes, mesmo que apenas rebuscados como nos outros filmes faz com que Matrix Resurrections se torne algo inferior, além de mostrar flashbacks do primeiro filme para dar ênfase no que é obvio e tratar o público como imbecil em alguns momentos, nos faz refletir se tudo não foi apenas uma metalinguagem ou se simplesmente os estúdios pensam que o público é feito por imbecis que não vão entender a profundidade dos acontecimentos e do que é discutido dentro da trama.

O amor entre Neo e Trinity é válido e faz parte dos acontecimentos de toda a saga, mas não é apenas disso que se trata Matrix, a questão do Escolhido também fica questionada quando temos um final como aquele, onde se dá “poderes” para outra personagem que já tem seu papel de importância dentro da saga. Sem contar que foi criado um vilão que mais parece um jovem dono de Startup que usa o “bullet time” como superpoder, o que entra novamente na discussão de que os estúdios tratam os fãs de super heróis como imbecis babões que apenas estão interessados em vilões e superpoderes. Matrix não se trata disso, é algo além que discute questões importantes da sociedade com alegorias Cyberpunk, discussões essas tão profundas a ponto de falarmos até hoje sobre um filme de 1999.

Lana Wachowski assina Matrix Resurrections sem sua irmã Lilly, o que pode ser a causa do desastre que possui ideias e visuais incríveis, mas sem a paixão e a profundidade que esperávamos.

Matrix Resurrections vale ser assistido no cinema pelo seu visual e por algumas explicações do que acontece depois que Neo é levado pelas máquinas, mas tudo é tão confuso e sem sentido dentro do próprio Universo estabelecido da saga que se você procura coesão e respeito pelos personagens que você tanto ama, assista quando chegar no streaming, no sofá da sua casa.
Davidmeloboykapalmeiraaas
Davidmeloboykapalmeiraaas

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de março de 2022
Matrix 99 esquece. É tipo um remake simples do primeiro Matrix. Tu pegas o keanu viajando com péssima dublagem no começo e do meio ate o fim eles tentam tirar um pouco da saga Matrix. Mais não é tão ruim assim nota 6,7. Dava pra fazer mais ate pela história"Matrix" quem salva o filme é no Keanu.
DANILO CRUZ GONÇALVES PEREIRA
DANILO CRUZ GONÇALVES PEREIRA

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de março de 2022
sendo a sequencia de uma das maiores triologias do mundo eu esperava mais do filme,os efeitos especias estavam com muita animação envolvida, ja o roteiro ficou bom, o neo perdeu a sua essência e isto deixou o filme ruim fora isso o filme ficou bom.
esta é a minha opinião
Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2022
Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss votam depois de anos para estrelar uma continuação que poderia ter sido evitado, haja vista que o roteiro já não tem o mesmo brilho e outrora, mas é claro que tem suas virtudes, como boa trilha sonora e efeitos especiais.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2022
Nostalgia pura, o 4º filme da franquia "Matrix" felizmente promove o tão esperado reencontro de dois personagens icônicos vividos por Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss, Neo e Trinity, conta com um elenco hábil cheio de rostos conhecidos, empolga com efeitos visuais e cenas de ação extremamente lindas (um dos pontos altos) e ainda oferece importantes autocríticas e reflexões acerca da indústria, todavia, pouca coisa realmente funciona em consequência do ritmo previsível e arrastado, são tantas guinadas e conceitos que nada é desenvolvido ao ponto de você realmente se importar.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2022
Nostalgia pura, o 4º filme da franquia "Matrix" felizmente promove o tão esperado reencontro de dois personagens icônicos vividos por Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss, Neo e Trinity, conta com um elenco hábil cheio de rostos conhecidos, empolga com efeitos visuais e cenas de ação extremamente lindas (um dos pontos altos) e ainda oferece importantes autocríticas e reflexões acerca da indústria, todavia, pouca coisa realmente funciona em consequência do ritmo previsível e arrastado, são tantas guinadas e conceitos que nada é desenvolvido ao ponto de você realmente se importar.
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