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Filme incrível, história interessante. Um dos melhores da sequência, só perde pro primeiro filme. Vale a pena assistir!
Lixo e pouco pra este filme. Como destruir uma trilogia fantástica, assista este filme. 20 anos depois, com milhões de recursos e consegue fazer uma droga dessas...triste demais pra aqueles que tinham a trilogia como referência. Esse aqui resolveram pegar a m...e esfregar na parede. Se alguém der alguma nota maior pra esse filme, é porque não assistiu os primeiros
Assistindo hj 06/04/2023
Perdi meu tempo ..
Horrivel...
Perca de tempo..
Chega te dar nausea de tanto ruim..
Perdi meu tempo ..
Horrivel...
Perca de tempo..
Chega te dar nausea de tanto ruim..
“Matrix Resurrections” e a revelação do ser
Neo (Kaenu Reaves) consulta o seu terapeuta. O terapeuta diz que a realidade que o paciente descreve só existe na cabeça dele. Neo é um desenvolvedor de jogos, e seu sucesso se deve a Matrix, que é lembrado pela comunidade, além de sucesso nos games. Neo consegue descobrir em um local chamado VR (realidade virtual) que seu antigo amor, a Trinity, está casada e com filhos, tentando a reconectar a realidade verdadeira, fora da Matrix. Trinity chega a desconfiar, mas apenas percebe uma leve sintonia com o rapaz, não chegando de início ao matrimônio perfeito, a união de yin e yang dos chineses, o segredo da energia, o Tao, ou caminho para o Divino. O filme mostra muitas outras coisas, como a frase em determinado momento em uma placa: “Conhece-te a ti mesmo”, o que mostra a grande carga filosófica da produção.
No quarto 1313, que tanto nos lembra da morte do Tarô, carta número 13, ou de um renascimento, ressurreição, na verdade, e que alguns dizem ser um número referente ao “messias”, anunciado por “Donos do Mundo”, para uma pseudo-revelação das Sagradas Escrituras, em manipulação de programas mentais e as colocando numa simulação, chamada Matrix. No filme, esse mundo de ilusão, ou maya indiano, é vivido pelas pessoas alienadas, zumbis ou NPCs, pessoas não “jogáveis”, logo sem controle do seu destino, e nem consciência dele. Um gnóstico disse que é necessário despertar a consciência, pois nem temos a consciência. Os cabalistas dizem que vivemos na ocultação do Criador, chamada “mundo”, e então o homem não tem alma, mas precisa construir ou reconectar a sua alma, a Alma do Criador. Matrix mostra tudo isso e um pouco mais, apesar da versão do programa ser uma nova, ou IAO (antes Zion), o que também leva a pensar na divindade gnóstica. O conhecimento é a chave, o despertar da consciência, livre das ilusões desse vale de lágrimas, a que pessoas acham ser a realidade. O caminho é o jardim ou paraíso, e lá não há mais doenças, dor, pecado etc. Os agentes parecem algo semelhante a arcontes, tendo ao mesmo tempo o governo, e ensinando algo as pessoas, mas as mantendo aprisionadas. Curioso que há a revelação que não há escolha, e que estar entre a pílula azul ou vermelha, indifere. Fato é que escolas antigas dos mistérios dariam a chave para certo se escolher, na iniciação, e certamente o iniciado escolheria a pílula da realidade, da verdadeira realidade de seu ser.
Então se chega a conclusão de filósofo Hegel, que “o real é racional e o racional é real”, e de Parmênides, de que “o ser é e o não-ser, não é”. O filme tem mais detalhes, e o terapeuta também tem um papel importante em atrapalhar a trajetória do Neo, (ele controla a Matrix...), ampliando mais a ilusão, quando coloca o mundo material como a verdade e realidade última, lembrando o materialismo de nosso tempo, e dizendo ele que 99% que define nossa realidade é desejo e medo, ainda segurando uma maçã (fruto proibido...). As pessoas estão iludidas em uma vida adormecida em consciência, longe do ser, em verdadeiros destinos manipulados e iguais, apenas mudando o rosto. O filme mostra algo mais próximo de nós que no primeiro, uma vez que estamos entrando no Metaverso, e que todos têm redes sociais, coisa que na época do primeiro não era uma realidade, e nem estávamos tão inseridos no virtual como hoje. Neo se une ao seu amor, Trinity, e assim se une água e fogo, ou as dualidades, revelando a energia (kundalini, ou serpente de fogo). Matrix resurrections parece indicar uma continuação, e esta possivelmente tratará da energia que move todas as coisas. Um filme de modo equivocado desvalorizado pela crítica.
Mariano Soltys, filósofo e advogado
Neo (Kaenu Reaves) consulta o seu terapeuta. O terapeuta diz que a realidade que o paciente descreve só existe na cabeça dele. Neo é um desenvolvedor de jogos, e seu sucesso se deve a Matrix, que é lembrado pela comunidade, além de sucesso nos games. Neo consegue descobrir em um local chamado VR (realidade virtual) que seu antigo amor, a Trinity, está casada e com filhos, tentando a reconectar a realidade verdadeira, fora da Matrix. Trinity chega a desconfiar, mas apenas percebe uma leve sintonia com o rapaz, não chegando de início ao matrimônio perfeito, a união de yin e yang dos chineses, o segredo da energia, o Tao, ou caminho para o Divino. O filme mostra muitas outras coisas, como a frase em determinado momento em uma placa: “Conhece-te a ti mesmo”, o que mostra a grande carga filosófica da produção.
No quarto 1313, que tanto nos lembra da morte do Tarô, carta número 13, ou de um renascimento, ressurreição, na verdade, e que alguns dizem ser um número referente ao “messias”, anunciado por “Donos do Mundo”, para uma pseudo-revelação das Sagradas Escrituras, em manipulação de programas mentais e as colocando numa simulação, chamada Matrix. No filme, esse mundo de ilusão, ou maya indiano, é vivido pelas pessoas alienadas, zumbis ou NPCs, pessoas não “jogáveis”, logo sem controle do seu destino, e nem consciência dele. Um gnóstico disse que é necessário despertar a consciência, pois nem temos a consciência. Os cabalistas dizem que vivemos na ocultação do Criador, chamada “mundo”, e então o homem não tem alma, mas precisa construir ou reconectar a sua alma, a Alma do Criador. Matrix mostra tudo isso e um pouco mais, apesar da versão do programa ser uma nova, ou IAO (antes Zion), o que também leva a pensar na divindade gnóstica. O conhecimento é a chave, o despertar da consciência, livre das ilusões desse vale de lágrimas, a que pessoas acham ser a realidade. O caminho é o jardim ou paraíso, e lá não há mais doenças, dor, pecado etc. Os agentes parecem algo semelhante a arcontes, tendo ao mesmo tempo o governo, e ensinando algo as pessoas, mas as mantendo aprisionadas. Curioso que há a revelação que não há escolha, e que estar entre a pílula azul ou vermelha, indifere. Fato é que escolas antigas dos mistérios dariam a chave para certo se escolher, na iniciação, e certamente o iniciado escolheria a pílula da realidade, da verdadeira realidade de seu ser.
Então se chega a conclusão de filósofo Hegel, que “o real é racional e o racional é real”, e de Parmênides, de que “o ser é e o não-ser, não é”. O filme tem mais detalhes, e o terapeuta também tem um papel importante em atrapalhar a trajetória do Neo, (ele controla a Matrix...), ampliando mais a ilusão, quando coloca o mundo material como a verdade e realidade última, lembrando o materialismo de nosso tempo, e dizendo ele que 99% que define nossa realidade é desejo e medo, ainda segurando uma maçã (fruto proibido...). As pessoas estão iludidas em uma vida adormecida em consciência, longe do ser, em verdadeiros destinos manipulados e iguais, apenas mudando o rosto. O filme mostra algo mais próximo de nós que no primeiro, uma vez que estamos entrando no Metaverso, e que todos têm redes sociais, coisa que na época do primeiro não era uma realidade, e nem estávamos tão inseridos no virtual como hoje. Neo se une ao seu amor, Trinity, e assim se une água e fogo, ou as dualidades, revelando a energia (kundalini, ou serpente de fogo). Matrix resurrections parece indicar uma continuação, e esta possivelmente tratará da energia que move todas as coisas. Um filme de modo equivocado desvalorizado pela crítica.
Mariano Soltys, filósofo e advogado
Para quem viu e reviu a trilogia e acompanhou os detalhes do filme anterior, a decepção foi muito grande, o filme parece uma cópia barata do primeiro, sem criatividade nenhuma, perdi tempo com esse filme péssimo.
A ide o logia do empoderamento feminino estragou completamente o filme , vou esquecer que esse existe e ficar com a trilogia
Razoável mais dá pra assistir
não gostei do final do filme achei muito fraco a história final os anteriores são melhores
não gostei do final do filme achei muito fraco a história final os anteriores são melhores
Esse filme é um dos piores que já assisti na vida. Dou 1 estrela só pelo esforço dos atores e produção, mas a estória não tem sentido algum. Não sei pra que esperar 20 anos para produzir algo tão ruim. Ainda bem que não fui no cinema, assisti pela HBO. Mas sério mesmo gente é preferível não ver, é perda de tempo.
Filme , fraco, cheio de lacração e só frases de efeito, só tenta parecer inteligente, mas fracassa , só enche linguiça, com conversas sem sentido, neo e só um paspalho, aqui a protagonista e a Trinity e porém não e bem feito, só tem indentarismo e lacração e só ,, perdi 2 horas da minha vida vendo um filme tão ruim . Não percam tempo.. continuo com a trilogia
SIMPLESMENTE LIXO! Muito ruim. Não vale a pane assistir. Com certeza um arrependimento. Totalmente ideologizado.
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