Will (Ben Foster) e sua filha adolescente, Tom (Thomasin McKenzie), viveram felizes e indetectados pelas autoridades durante anos em uma vasta reserva na fronteira de Portland, nos EUA. Após um encontro inesperado, eles são retirados do acampamento e colocados sob a responsabilidade do serviço social. Will e Tom tentam retornar ao mundo selvagem enquanto são forçados a lidar com desejos conflitantes.
Prime Video
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4,0
Muito bom
Sem Rastros
Naturezas selvagens
por João Vítor Figueira
A cineasta Debra Granik entrega mais um drama contemplativo que gravita em torno do amadurecimento de uma jovem personagem feminina que vive situações incomuns para alguém da sua idade. Em Sem Rastros, como no premiado Inverno da Alma (2014), último filme dramático da diretora, a jornada é tão importante quanto o desfecho e a compaixão da realizadora por seus personagens é o que dá dinamismo emocional a um filme de sentimentos reprimidos, gestos singelos e silêncios eloquentes.Roteirizado por Granik e Anne Rosellini com base no romance My Abandonment, de Peter Rock, o longa-metragem acompanha com dignidade e respeito os percalços internos e externos de um pai e uma filha em uma rotina incomum. Will, vivido por um intenso Ben Foster, é um veterano da Guerra do Iraque que sofre de stress pós-traumático e decidiu se retirar da sociedade organizada. Para isso, criou uma estrutura complexa de
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O filme com roteiro fraco e tem uma abordagem duvidosa, é um ritmo muito lento em relação ao normal, destaque para os personagens que são firmes e boas atuações, a fotografia não é boa e tão pouco a trilha sonora. No adoro cinema nota 3,5/5 e na minha lista pessoa 6,5/10.
Um filme de extrema presteza com protagonistas que embalam esse sentimento! Temos o ótimo ator Ben Foster e a promissora Thomasin McKenzie numa história bem construída com pequenas ressalvas para algumas decisões da diretora que poderia abranger um pouco mais, sendo que isso não foi empecilho para que esse filme seja tão forte e importante. Ótima experiência.
A diretora Debra Granik apresenta em praticamente todo o primeiro ato do filme uma abordagem pouco dinâmica, mas paciente da intimidade da dupla pai e filha que moram num parque público gigantesco diante da natureza selvagem e com pouco ou quase nenhum contato com o mundo externo. Tudo isso acaba sendo quebrado quando a policia acaba descobrindo a dupla e forçando uma adaptação a nossa sociedade. É interessante notar o quanto é cansativo e ...
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A história é boa. Existe doido pra tudo mesmo, então não posso dizer que não gostei do filme. Só acho que a menina demorou muito pra tomar uma sábia decisão, pois eu no lugar dela já tinha tomada essa decisão era a muito tempo já
Cannes 2018
Selecionado para a Quinzena dos Realizadores 2018.
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
HBO
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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