As luzes de Phoenix é um filme de terror/ficção científica que contou com a direção de Justin Barber e roteiro de . Nowlin e Justin Barber. A trama acontece 20 anos depois dos casos de avistamento de luzes em Phoenix, no EUA. Partindo disso, Sophie (Florence Hartigan) volta para sua cidade natal afim de gravar um documentários investigativo sobre o desaparecimento do seu irmão Josh (Luke Spencer Roberts) em 1997. Porém, Sophie percebe que nao vai ser tão fácil descobrir a verdade. O filme tem alguns ponto interessante a ser tratado. A primeira é que a produção foi feita pelo renomado diretor Ridley Scott, porém, estamos falando de um filme no estilo found footage, que em 2017, já estava bastante desgastado. Além do nome do famoso cineasta está em baixa naquele período. Outro ponto é que o filme é baseado em acontecimentos considerados verídicos em 13 de março de 1997, onde várias pessoas testemunharam aparição de luzes no céu em formato de V. A forma em que o governo na época explicou e seguiu adiante fez aparecer várias teorias e inspirou alguns filmes como este. O filme tem um formato semi-documental, onde Sophie surge como uma personagem que quer fazer um documentário. Para isso, se utiliza de fitas que seu irmão desaparecido fez em 1997. O filme nesse aspecto teve um interessante desenvolvimento, pois como deixou com cara de documentário fez Sophie entrevistar outros personagens como seus próprios familiares, familiares dos demais desaparecidos, moradores locais ( indígena Apache), autoridades militares da época e até mesmo tentativa de um superior do exército. Porém, acredito que o uso de found footage por parte da narrativa de Sophie ficou chato. Poderiam ter feito de forma normal. Mesmo que justifiquem o aspecto documental para isso. A grande graça é o found footage por parte da narrativa do passado, de 1997, com Josh e seus amigos. O terceiro ato ganha boas proporções quando uma fita é descoberta e oferece respostas aos desaparecidos. Embora a sua aparição foi super forçada. Outro ponto chato foi a forçada de barra em uma relação os outros 2 desaparecidos (amigos de Josh) Mark e a loirinha. Parecem que queriam humanizar os personagens, mas achei perca de tempo. De modo geral, creio que o filme se saiu bem diante dos 3 milhões de orçamento. Ficou claro que o uso de filmagem documental serviu para esconder a falta de recursos para efeitos grandiosos. Acredito que o filme faria mais sucesso se tivesse sido lançando no começo dos anos 2000, quando o uso de found footage ainda estava em alta.