Deus Não Está Morto - Uma Luz na Escuridão: Recentes críticas
Deus Não Está Morto - Uma Luz na Escuridão
Média
3,7
133 notas
17 Críticas do usuário
5
8 críticas
4
4 críticas
3
1 crítica
2
2 críticas
1
2 críticas
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Daniel M
8 críticas
Seguir usuário
1,5
Enviada em 22 de março de 2026
Quando assisti God’s Not Dead: A Light in Darkness, fiquei com a sensação de que algo fundamental foi perdido, e não apenas em termos de qualidade cinematográfica, mas na própria mensagem central da franquia.
O filme começa com uma tragédia: a igreja St. James, liderada pelo Pastor Dave, é gravemente danificada por um incêndio durante uma manifestação. A universidade próxima usa o caos como justificativa para tentar expulsar a congregação do campus. O conflito parece, à primeira vista, mais um cenário clássico de defesa da fé em um ambiente hostil. A tensão deveria ser entre a convicção pública de um povo de fé e um ambiente institucional que tenta calar essa expressão.
Mas ao longo do enredo, em vez de afirmar essa presença cristã no espaço público, o filme gradualmente caminha para um ponto em que a defesa da fé é reduzida a concessões que parecem totalmente desnecessárias. spoiler: Dave é aconselhado a abrir mão da batalha legal, a aceitar um acordo que remove a igreja de onde estava por décadas, como se retirar fosse a forma mais "amorosa" ou "prudente" de agir. Isso não é mostrar compreensão ao adversário, é ceder em questões vitais de presença e defesa da fé pública, algo que os dois primeiros filmes sempre exaltaram como essencial.
O resultado é um desfecho onde a igreja não resiste institucionalmente, e a narrativa passa a ideia de que para manter a paz ou evitar conflitos, o cristão deve recuar de seus direitos e de sua afirmação pública de fé. Essa mudança de tom não é uma evolução natural da série, mas uma espécie de desconstrução do que os filmes anteriores construíram: a noção de que a fé tem lugar na esfera pública e que os cristãos não devem encolher diante da oposição.
Tecnicamente o filme até tem alguns momentos que funcionam, como o relacionamento tenso e, por fim, reconectado entre Dave e seu irmão ateu, mas narrativamente a história peca por transformar uma luta legítima em algo onde a melhor resposta é abrir mão de terreno. Para mim, isso não reforça a esperança ou a coragem cristã; parece sugerir que a defesa da fé pública é negociável e melhor deixar de lado.
A Light in Darkness não apenas falha em capturar o espírito de afirmação da fé que definiu os filmes anteriores, ele sutilmente passa uma mensagem que, na prática, enfraquece esse espírito, e isso torna a experiência frustrante para quem acompanhou a franquia desde o início.
Minha opinião: Este é o 3º filme do titulo “Deus não esta morto”. Aqui tras uma estoria recente que tem ocorrido de forma mundial, que a perseguição aos Cristãos. Aqui a grande controvérsia é a existência da igreja dentro do campus de uma universidade. Uma igreja que já existia antes do campus e que foi fundada pela família do Pastor David. E necesse momento de pressão que é colocada sob a universidade para tirar a igreja ocorre um terrível desastre. Que um dos universitários depois de uma briga com sua namorada meio cristã, joga uma pedra na igreja, que isso causa um vasamento de gás, incedio e a morte de um pastor. Isso foi a gota para se levantar uma verdeira guerra. Agora temos Pastor David lutando pelos seus ideais, uma universidade que usa este acontecido para tirar a igreja e um jovem se escondendo pelo seu crime. Assim decorre o filme nestas brigas e até a prisão do jovem. Qual será a atitude de um homem de Deus agora? Um filme emocionante e forte que faz nos pensarmos nos dias de hoje que vivemos exatamente este impasse. Oque deve vencer oferecer a outra face? Compaixão e o Amor? Ou revidar e lutar pelos seus direitos civis que cada vez mais vem neutralizando o povo de Deus? Roteiro e enredo são bons, bem elaborados, no tempero ideal. Vale apena assistir? Com certeza Nota: 8
Um otimo filme para toda a familia, porem não espere grande coisa. Falta melhorar a qualidade da exposição da apologetica, mas um bom filme para trazer a tona temas atuais para um bom debate.
1º filme de 2020. Assistido em 04/01. Filme com tema religioso, com um bom elenco, história com assuntos do dia a dia, que nos remete a pensar como a humanidade consegue pensar somente no eu e o coletivo se torna um assunto de segundo plano. Boas reflexões, bom ritmo e é um bom filme para se assistir em família.
Que FILME!! Mostrando o poder que tem o amor e o perdão, que pessoas são humanas e erram, vai de você mudar e acertar ou continuar errando.. simplesmente assistam!!!
Diferentemente dos dois longas anteriores onde a defesa dos princípios bíblicos diante dos valores seculares pautava o desenvolvimento da trama, este propõe exatamente o contrário, deixando implícito que abrir mão de alguns princípios e convicções é válido quando o bem comum e a paz social são almejados!
Simplesmente incrível, para quem é cristão vai se comover com as dificuldades passadas pelo personagem. O filme não apela descaradamente para a emoção, mas sim faz com o quem assiste tenha emoções indivíduais. Muito bom o filme e a história, novamente. Música do Fernandinho no final me fez arrepiar.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade