Deus Não Está Morto - Uma Luz na Escuridão: Críticas - Página 2
Deus Não Está Morto - Uma Luz na Escuridão
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dj Edinho R
7 críticas
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3,0
Enviada em 10 de janeiro de 2020
1º filme de 2020. Assistido em 04/01. Filme com tema religioso, com um bom elenco, história com assuntos do dia a dia, que nos remete a pensar como a humanidade consegue pensar somente no eu e o coletivo se torna um assunto de segundo plano. Boas reflexões, bom ritmo e é um bom filme para se assistir em família.
Filme surpreende sem dúvida acho que o mundo merecia mais um da franquia, pois ainda hoje existem pessoas que não vêem o que mais importa ,acordem isto não é apenas um filme ,o único objeto que é relatado aqui é como o nosso mundo todo está aqui fora na vida Real ,nós brasileiros estamos áí a mercê de um louco que quer ganhar votos para ser presidente, dando à todos o direito de ter uma de fogo nas mãos , pensem na violência que já vivemos ,se os bandidos já têm acesso as armas melhores que a própria polícia ,imaginem tendo o direito de tê-las ,as pessoas que vivem em dificuldade ,com os nervos a flor da pele ,o que vai ter de gente com medo de gente, pois armas são caras mas para quem tem dinheiro terão o direito de comprá-las e quanto a grande maioria que representam a maior parte do país e do mundo ,por isso escrevo pensem de que lado você quer estar ?!! O filme mostra apenas que a palavra de Deus está se cumprindo a cada dia ,vejam os sinais os fenômenos que vêem acontecendo, o anticristo está se preparando para governar e o arrebatamento está mais perto do que podemos imaginar não deixe que o inimigo endureça o seu.coração ,mas preste atenção no que Deus fala para você hoje existem dois caminhos um é estreito o outro é âplo e tem bastante espaço ,mas não é o lado certo pois ele leva todos os que o escolhem para a morte e o estreito leva todos direito à Deus ,não esperem muito tempo Jesus Cristo Está Voltando!!!!!
Aqueles que me conhecem um pouco sabem que eu me considero Agnóstico Teísta - aquele que acredita na existência de um Ser Superior, que não precisa ser necessariamente Deus, e que esta existência não é necessariamente comprovada pela Fé ou pela Ciência. Daí vem uma trilogia revigorante, provocadora e muito, mas muito emocionante...
Tudo começa com "Deus Não Está Morto 1 " no qual um estudante é desafiado por seu professor de filosofia a provar as bases científicas da existência (ou não?) de Deus. O segundo filme, "Deus não Está Morto 2", traz um processo judicial sofrido por uma professora que teria ferido o princípio do Estado Laico e teria trazido para a sala questões de cunho religioso.
Agora vem a melhor parte... Nesta quinta-feira, dia 30/08, vai estrear em todos os cinemas do país, o fim desta trilogia épica... "Deus não Está Morto - Uma Luz na Escuridão", traz uma tragédia. A Igreja do pastor Dave foi incendiada e a comunidade deve decidir se ela deve ou não ser reconstruída no Campus da Universidade.
Certo certo certo... Vocês devem estar pensando... Everaldo? Igreja? Num tema só? A resposta é... Sim. A trilogia consegue emocionar a Ateus, Agnósticos, Católicos, Candomblecistas, Umbandistas e (quem sabe?) Evangélicos.
Recomendo a todos porque antes mesmo de ser um filme religioso, é um drama muito bom, cheio de reviravoltas.
Os dois primeiros filmes estão no catálogo da Netflix, o terceiro sai na quinta em todos os cinemas do país.
E se você quiser um filme similar fica a dica: "Em Defesa de Cristo" - disponível no Crackle ou para aluguel no Google Filmes - traz um jornalista Ateu e sua esposa Católica. Ele é instigado a provar, com base nos preceitos do jornalismo investigativo, que Jesus teria sido mesmo a figura emblemática que é retratado na Bíblia.
Em todos os quatro filmes, por favor, providencie - independente da sua religião - caixas e mais caixas de lenço! #nota10 (todos!).
"Deus Não Está Morto" é simplesmente um dos melhores filmes de todos os tempos! Atores super profissionais e roteiro muito bem elaborado. A mensagem que o filme passa é transformadora e espero que muitas vidas sejam alcançadas! #God'sNotDead #DeusNÃOEstáMorto #UmaLuzNaEscuridão
Esse e o melhor filme de todos ❤️❤️❤️ não posso ter assistido mais eu sei que esse filme vai ser o melhor de todos os tempos eu amo muito esse filme espero que tenha mais desses ❤️
Quando assisti God’s Not Dead: A Light in Darkness, fiquei com a sensação de que algo fundamental foi perdido, e não apenas em termos de qualidade cinematográfica, mas na própria mensagem central da franquia.
O filme começa com uma tragédia: a igreja St. James, liderada pelo Pastor Dave, é gravemente danificada por um incêndio durante uma manifestação. A universidade próxima usa o caos como justificativa para tentar expulsar a congregação do campus. O conflito parece, à primeira vista, mais um cenário clássico de defesa da fé em um ambiente hostil. A tensão deveria ser entre a convicção pública de um povo de fé e um ambiente institucional que tenta calar essa expressão.
Mas ao longo do enredo, em vez de afirmar essa presença cristã no espaço público, o filme gradualmente caminha para um ponto em que a defesa da fé é reduzida a concessões que parecem totalmente desnecessárias. spoiler: Dave é aconselhado a abrir mão da batalha legal, a aceitar um acordo que remove a igreja de onde estava por décadas, como se retirar fosse a forma mais "amorosa" ou "prudente" de agir. Isso não é mostrar compreensão ao adversário, é ceder em questões vitais de presença e defesa da fé pública, algo que os dois primeiros filmes sempre exaltaram como essencial.
O resultado é um desfecho onde a igreja não resiste institucionalmente, e a narrativa passa a ideia de que para manter a paz ou evitar conflitos, o cristão deve recuar de seus direitos e de sua afirmação pública de fé. Essa mudança de tom não é uma evolução natural da série, mas uma espécie de desconstrução do que os filmes anteriores construíram: a noção de que a fé tem lugar na esfera pública e que os cristãos não devem encolher diante da oposição.
Tecnicamente o filme até tem alguns momentos que funcionam, como o relacionamento tenso e, por fim, reconectado entre Dave e seu irmão ateu, mas narrativamente a história peca por transformar uma luta legítima em algo onde a melhor resposta é abrir mão de terreno. Para mim, isso não reforça a esperança ou a coragem cristã; parece sugerir que a defesa da fé pública é negociável e melhor deixar de lado.
A Light in Darkness não apenas falha em capturar o espírito de afirmação da fé que definiu os filmes anteriores, ele sutilmente passa uma mensagem que, na prática, enfraquece esse espírito, e isso torna a experiência frustrante para quem acompanhou a franquia desde o início.
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