Explora o surrado tema da vingança após trotes aplicados por adolescentes. Não inova. Mantém a velha máxima do "instant karma" (não tão instantâneo assim), cheio de clichês do início ao fim. Dá para "adivinhar" o que cada sequência pretende. Exagera no controle possível que se pode ter, à distância, nos dispositivos de uma casa --- o "vilão" acende e apaga luzes, que, aliás, fazem barulho de acionamento (?) como se tivessem acionado o interruptor. E o fim é absurdo de tão óbvio.