O Vazio do Domingo
Média
3,8
86 notas

36 Críticas do usuário

5
18 críticas
4
8 críticas
3
5 críticas
2
1 crítica
1
2 críticas
0
2 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Gianekaue
Gianekaue

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 24 de abril de 2020
achei extremamente depressivo, não explica direito a doença da mulher e no final o que significa aquela luz na casa, outra coisa como a mãe consegue conviver com o que ela fez, bem fora da realidade;
Léo C
Léo C

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de agosto de 2019
Por Léo Coelho : A existência precede a essência. Impossível não pensar no existencialismo de Sartre ao ver o filme O Vazio de Domingo. Com uma temática existencialista com forte carga dramática que nos leva a refletir sobre o tempo, nossas faltas, nossos anseios, as conseqüências de nossas escolhas, culpa, perdão, ressentimentos, amor, vida e morte. Com uma estética monocromática e uma fotografia propositalmente fria, esse filme nos faz pensar sobre a fragilidade e a pequenez do individuo frente efemeridade da vida.
Pedro O.
Pedro O.

10 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de março de 2019
Um belo drama porem com algumas cenas arrastadas demais sem necessidade o que o torna monotono em certas partes, por isso minhas tres estrelas.
Meire M
Meire M

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2019
Que filme lindo! Roteiro,fotografia.diálogos perfeitos.O tempo,a dor,o abandono,o perdão,a solidão e o o amor são tratados de forma intensa.
Jaqueline P
Jaqueline P

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2019
Forte, direto, preto no branco! E para quem teve ausência de mãe ( como eu) já prevê um pouco do conflito, mas ainda assim se surpreende com final inimaginável e de difícil mas aceitável (digestão). Roteiro de Narrativa rica, com argumentos totalmente genuínos dos martírios humanos, como:
(escolhas, culpa, rancor e os "por quês")
Triste, mas real! Cenário, fotografia, cenas e atuações compatíveis com o teor do tema ou seja nota 10. Bjo
marcospenajr
marcospenajr

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de novembro de 2018
A espera de Chiara*
Desde muito cedo desenvolvi um sentimento um tanto negativo a respeito das últimos horas dos domingos. Um misto de preguiça, melancolia e ansiedade. Preguiça de ter de dormir cedo e acordar em tempo para as obrigações da segunda-feira; melancolia por sentir que ainda havia tanto a fazer e pouco tempo disponível mais uma vez (ah! Mais um domingo que acaba); e, ansiedade em relação a mais um início de semana e a tudo que me aguardava ao longo dela. Motivos para sentir tudo isso? Não tenho clareza, mas quando paro para pensar, acredito ter algumas respostas. Entretanto, o foco aqui não é tratar disso. Todavia, entendo ser importante dizer que hoje esse sentimento já é mais que o resultado de hábitos, faz parte de quem sou.
Lembro aqui dos argumentos de Aristoteles em “Ética a Nicomaco” a respeito de como se forma o caráter. Simplificada e resumidamente, corresponde àquela velha máxima: tuas ações se tornam hábitos e esses se tornam teu caráter. No fim, escolher suas ações moldará seu caráter. Aristoteles chama isso de prévia escolha. Contudo, vertente majoritária da psicologia defende que o caráter se forma pela conjunção de inconscientes mecanismos de defesa. Se por escolhas (conscientes ou não) ou se por mecanismos de defesa, o fato é que para mim a segunda metade do domingo é a expressão do que é vazio.
Semana passada eu buscava um filme para assistir e me deparei com o título “O vazio do domingo” (em português). Já foi suficiente para me fazer decidir vê-lo. (Sem dúvida tive uma identificação direta e imediata). Se a versão para português do título fosse mais honesta ao original “La enfermedad del domingo“, certamente eu buscaria mais detalhes para decidir se o assistiria ou não. Ao me permitir a decisão tendo como base apenas o título, me expus ao risco de perder tempo com um filme de baixa qualidade. Para minha alegria e deleite, a película espanhola é excelente, profunda e faz valer cada minuto de cada cena e todos aqueles investidos em pensar sobre ele e sentir seu impacto após seu fim.
O roteiro traz um clima de mistério, que leva o espectador a ficar atento e se sentir instigado a aguardar o desenlace da história. Como um quebra-cabeças complexo, faz com que tenhamos de observar bem para irmos construindo o quadro completo. Da primeira à última cena, esse é o processo para quem está acompanhando o encaixe dos acontecimentos. Palmas ao roteirista (e diretor do filme) Ramón Salazar.
Se na função de roteirista o espanhol dá um banho de talento, não é possível dizer o mesmo sobre sua direção. Muitas cenas são conduzidas com base em certo exagero. Não o exagero afetado, espalhafatoso, justamente o oposto, um excesso de apatia que torna menos verossímeis muitas passagens. Em certos momentos, pequenas correções na postura, na fisionomia ou na entonação dos atores seria suficiente para elevar o padrão do filme. Aqui entra minha leitura a respeito das atuações: excetuando Bárbara Lennie interpretando Chiara, que encarna sua personagem e nos faz acreditar ser ela um indivíduo real (especialmente pela expressão de sua dor), todos os demais entregam muito pouco como resultado cênico. O que é uma pena, pois ao representar Anabel em toda sua complexidade de vida, Susi Sánchez poderia ter sido um dos pontos altos do filme. Infelizmente, ela não nos emociona como teria conseguido se melhor direcionada. Se a intenção de Salazar foi colocar verossimilhança, nos legou apenas uma frieza muito pouco real.
O verdadeiro destaque, nosso grande deleite, é a fotografia que nos é aí presenteada. Ricardo de Gracia, diretor de fotografia, foi de uma felicidade inadjetivável. Pelo que fui capaz de apurar, este é seu único trabalho em tal função. Desejo que ele possa ter outras oportunidades de executar esse talento; que mantenha sua cabeça, suas mãos e seus olhos tão bem afiados; e, que eu possa aproveitar seus futuros trabalhos. Em “O Vazio do domingo”, ele conseguiu pintar a beleza da dor, a dor constante, intensa e profunda. Ainda consegue envolver tudo isso em uma atmosfera nebulosa, sem deixar de apresentar como os detalhes visuais podem ser gratificantes para a alma (claro, mérito compartilhado com o diretor). A paleta que aplica, majoritariamente em tons pastéis, é extremamente coerente com o todo.
Diante da dor, do vazio e da angústia desiludida de Chiara com tudo aquilo que lhe faltou em praticamente toda a vida – que por mais simples e comum que seja, é extremamente essencial e lhe é certo nem mesmo ter a chance de conquistar -, não posso me manter tão negativo em relação aos meus domingos. Tudo que eu sempre senti que me falta nesses dias é feito de puras mesquinharias ridículas frente ao que Chiara esperava ter nos seus.

* Crítica minha ao filme “O vazio do domingo”, originalmente publicado no Vórtex Cultural: http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-o-vazio-de-domingo/ & também disponível no meu site: http://marcospenajr.com/a-espera-de-chiara/
Silvelaine P
Silvelaine P

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de agosto de 2018
Filme maravilhoso. Você assiste e fica deslumbrado com a paisagem. A narrativa e intrigante. Você sofre junto aos sentimentos da filha e mãe.Não da pra saber qual será o final. Drama, sentimentos a flor da pele e muita reflexão, faz parte do mistério do que pode acontecer com as duas, do começo ao fim. Chorei muito! Recomendo para pessoas sensíveis. spoiler:
Le V.
Le V.

11 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de julho de 2018
Linguagem cinematográfica em estado de graça. Impecável em todos os sentidos. Trabalho das atrizes extraordinário. Filme para poucos. Nota 10. A pureza e beleza da linguagem visual nos confere os "anticorpos" necessários para agüentar "o tranco" da densidade emocional existencial e psicológica. Masterpiece. Inesquecível como cinema.  spoiler:
spoiler:
Maria Cristina F
Maria Cristina F

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de julho de 2018
O Vazio do Domingo é um filme muito bem construído. Roteiro, fotografia, figurino e duas atrizes incríveis. É um filme denso, que, de cara, desconstrói a visão romântica que temos da maternidade: a relação mãe e filha é algo construído na convivência do dia a dia, não inerente. O silêncio que representa o grau de distanciamento das protagonistas é quebrado por frases curtas, quase monossilábicas, que vão ganhando mais elementos à medida em que os laços entre mãe e filha vão sendo reconstruídos. Vale a pena assistir!
Cláudia P
Cláudia P

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de julho de 2018
Filme profundo, reflexivo, humano, sensível.
Uma experiência única e um encontro com dores que habitam nossas almas.
Recomendo muito para aquelas pessoas que gostam de profundidade e aprendizados sobre a natureza humana.
Maravilhoso.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa