Um filme que de início não chega a empolgar, mas que acaba lhe prendendo e lhe surpreendendo... um final primoroso... foge do habitual... muito bom realmente.
Que filme cabuloso, uma espécie de John Wick no universo cyberpunk, só que, com uma trama bem mais profunda. A direção de Leigh Whannell é excelente, o filme te prende do início ao fim, com uma trama repleta de reviravoltas que funcionam muito bem. A atuação do Logan Marshall-Green é ótima, o ator consegue incorporar bem o estilo carrancudo e também consegue demonstrar boas emoções como surpresa, espanto e tristeza. O que vale ressaltar aqui também são as cenas de ação que são extremamente bem filmadas e bem feitas, tudo que acontece em tela é completamente perceptível por nós, espectadores. Vale ressaltar também a ótima trilha sonora com tons meio abstratos e a excelente fotografia com momentos interessantíssimos, como seguir os movimentos do personagem em alguns momentos, numa espécie de vídeo game em terceira pessoa. Além de ser um entretenimento do mais alto escalão, Upgrade ainda faz boas críticas ao avanço tecnológico acelerado que vemos hoje em dia. Um filme excelente, com um final ainda melhor e que a única coisa que me incomodava no roteiro é respondida, excelente filme, vale muito a pena assistir.
“Upgrade” não é um filme que escapa de falhas. Sua apresentação e decorrer aproveita de muitos clichês. Por outro lado, felizmente, o roteiro e a direção de Leigh Whannell se esforçam o bastante para contornar esses problemas e dar identidade ao filme. Há situações plausíveis e desafiadoras para o protagonista, trajetórias que fogem do padrão (às vezes) e cenas de ação que se adaptam às condições futurísticas do filme.
É um suspense investigativo que não foge de todas as obviedades, mas que alcança bastante identidade própria para torná-lo interessante e envolvente. Vale a pena ver.
Um bom filme de ficção científica. Tem uma premissa interessante e uma história que faz lembrar o Robocop. Em um certo momento da história o enredo fica previsível, porque cai naquele clichê de filmes de Inteligência Artificial, aonde as máquinas começam a se tornarem independentes e não obedecendo mais os humanos. O final não é impactante, mas até que tem um desfecho interessante.
Aterrorizante, mas absolutamente plausível. Quem tem mais de 60 anos e viu um mundo analógico de carroças com cavalos e carros de boi, que viu televisores em preto e branco com tubos de imagem gigantescos, quem fez ligações telefônicas usando uma operadora humana enfiando plugues numa central que atendia toda uma cidade e, ao mesmo tempo, viu os carros autônomos da Tesla que não precisam mais de motorista, que vê televisores que não tem mais aparência fixa e são ativados por movimentos humanos, quem faz hoje ligações com o planeta inteiro com imagem e som com seu simples smartphone. Bem, que viu este dois mundos sabe que Inteligência Artificial já é um dado concreto da vida humana neste exato momento e, como este filme "Upgrade" mostrou, sem dúvida alguma, em um dado momento a máquina vai assumir o controle. É o inevitável. Filme fantástico, mas é a continuação de vários outros, sendo o mais famoso "2001", de Stanley Kubrick, com o computador Hal tomando conta de uma nave tripulada que ia em direção a Júpiter.
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx . O filme começa ruim , mas depois da uma reviravolta extraordinária . Muito bom . Assistam!
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