Na região do Gujarat, Índia, uma das principais atividades econômicas é a indústria têxtil, que fornece emprego a milhares de trabalhadores. O filme acompanha a rotina de crianças e adultos que trabalham pelo menos doze horas por dia em máquinas pesadas, recebendo salários que mal garantem a subsistência. O diretor questiona: de que maneira eles poderiam mudar esta configuração?
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5,0
Obra-prima
Máquinas
A exploração do homem pelo homem
por Bruno Carmelo
“Em caso de flexibilização das leis do trabalho, o trabalhador pode negociar diretamente com o patrão o seu salário e sua jornada, adequando-os às suas necessidades. A jornada de trabalho de 12 horas é benéfica tanto ao empregador quanto aos empregados”. Os brasileiros têm ouvido com frequência este discurso por parte do atual governo e da mídia controlada por grandes empresários. A ideia de que ambos os lados da cadeia trabalhista possuem o mesmo poder de negociação é brilhantemente destruída por argumentos como os apresentados no documentário Máquinas, de Rahul Jain.
O projeto não vem do Brasil, e sim da Índia – país com o qual dividimos a história de crescimento econômico acelerado, acompanhado do acréscimo da desigualdade social. Numa gigantesca usina têxtil, centenas de trabalhadores efetuam jornadas de doze horas (ou 24 horas, ou ainda 36 horas) controlando máquinas pesadas que cri
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2:03



Festival
O filme participará em 2017 do Festival de Sundance, nos Estados Unidos.
Nacionalidades
Índia,
Alemanha,
Finlândia
Distribuidor
-
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês, Híndi
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-