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Ccine10
O filme traz também momentos musicais que são verdadeiras obras primas, pelas letras tocantes ou mesmo pelo resultado visual de encher os olhos. "Guerra Fria" é uma obra tristemente romântica.
Cinemascope
"Guerra Fria" é um belo retrato histórico e emocional de situações inconciliáveis que teimam em se esbarrar.
Collider
"Guerra Fria" deve reforçar a reputação de Pawlikowski como um dos grandes autores da atualidade e, mais importante do que isso, vai deixar todo mundo perguntando: "Qual é o nome dessa atriz?".
O Globo
Com brilhante domínio narrativo, Pawel Pawlikowski (melhor diretor em Cannes pelo filme) cria uma obra singular no panorama atual, com pontos em comum, sobretudo estéticos, com seu aclamado “Ida”.
The Guardian
A cinematografia em preto-e-branco cristalina exalta seus momentos de intimidade íntima e seus espetáculos oníricos de exibição teatral. [...] As performances são surpreendentes - brilhantemente coreografadas por Pawlikowski e filmadas pelo diretor de fotografia Łukasz Żal.
Télérama
Uma história de amor impossível que, mesmo assim, persiste. O tema não é novo, mas Pawel Pawlikowski o enriquece de modo elegante e impressionante, associando-o diretamente à Guerra Fria.
Cineplayers
Aqui com preocupação factual deslocada para o que as ações provocam no interior das relações, Pawel se liberta para suas provocações imagéticas conquistando o espectador em outra seara.
Cineweb
As narrativas de ambos estão em disputa, e não há vencedores porque, no fundo, não há saída.
Critikat.com
Com exceção de alguns maneirismos, a abordagem de Pawlikowski consegue encarnar elegamente a especificidade e a instabilidade do desejo mútuo entre Wiktor [...] e Zula.
Folha de São Paulo
Sem significar propriamente uma novidade (mas hoje em dia, quem seria novidade?), "Guerra Fria" representa um diretor que pela primeira vez demonstra pleno domínio de seu estilo.
New York Times
"Guerra Fria" é um daqueles romances de amor entre as ruínas que transformam o sofrimento em um estilo alto. [...] O relativo exotismo e todos os jovens saudáveis que logo preenchem o conjunto geram mais entusiasmo para o espectador, assim como a impressionante imagem em preto e branco.
Omelete
Cada vez que enfrentam um problema, Wiktor e Zula se olham com um sofrimento profundo, envolto na capa de um amor calmo e conformado. O carinho está em pequenas ações e isso torna o relacionamento de ambos crível e nada óbvio.
Papo de Cinema
Com esses movimentos de maior atenção à esfera íntima, o entorno naturalmente reassume a posição de contexto, sem que para isso haja um esvaziamento do discurso político.
Screen International
A história de amor íntima entre Wiktor e Zula, parece pessoal, encharcada de música, abalada pela turbulência da Europa do pós-guerra, relações políticas e patriotismo."Guerra Fria" é um filme sofisticado, sombreado pelo espírito do vencedor do Oscar de Pawilowski.
The Hollywood Reporter
"Guerra Fria" é agridoce e insuportavelmente adorável [...] Apesar da angústia e do título em si, é um filme mais sensual e ensolarado, que evoca a cinematografia de 16mm do período e ainda assim não reduz o resultado.
The Playlist
A precisão dos detalhes é surpreendente, tanto nos figurinos quanto nas locações. [...] No entanto, as emoções contidas demais nos forçam a testemunhar os eventos rapidamente, ao invés de nos comover ou envolver com eles.
Variety
Um estudo sóbrio e comovente do desapontamento e da insegurança que podem florescer da suposta renovação: é um romance em que novos começos e finais podem ser difíceis de distinguir.
Washington Post
"Guerra Fria" é um filme quase perfeito, uma meditação artisticamente trabalhada, impecável, sobre amor, memória e história inventada que é profundamente pessoal e politicamente sintonizada.
Chicago Sun-Times
“Guerra Fria”, Pawlikowski extrai quantidades surpreendentes de histórias em imagens monocromáticas austeras, tão profundamente expressivas que você poderia mergulhar nelas. [...] É a segunda obra-prima de Pawlikowski, apenas uma com um erro crítico, se raramente visto.
Carmattos
As imagens, extremamente bem compostas e iluminadas, sugerem a aparência de “filme de fotógrafo” – aqueles em que o cineasta parece mais interessado na beleza dos planos do que na eficácia da narrativa.
Observatório do Cinema
A escolha do preto e branco acaba sendo mais um capricho do cineasta em condicionar uma forma ou estilo, do que uma escolha narrativa condizente ao contexto do enredo. Mesmo, a forma quadriculada é mera escolha estética.