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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Collider
Ao invés de se ater às questões de realismo contra imaginação, Forster conduz o roteiro da maneira mais direta possível, pedindo ao público para acreditar que Pooh e seus amigos são totalmente reais e precisam da ajuda do velho amigo Christopher Robin. É simples, é adorável e funciona.
Screen Rant
O filme de Marc Forster é uma fábula repleta de camadas, com muito charme e magia por trás de uma superfície belamente melancólica (o Bisonho aprovaria), trazendo uma mensagem inovadora e progressiva.
Observatório do Cinema
Forster parece inicialmente fora de sincronia com o roteiro, que deve ter sido adocicado nas revisões de McCarthy e Schroeder. Com o tempo, entretanto, a direção se mostra mais e mais à vontade com o material, embora o ato final seja convencional até demais.
Ccine10
O que chama atenção é o resultado dos efeitos visuais que o filme apresenta, tanto pela qualidade das pelúcias, como a interação com os atores reais, tudo soa orgânico, ao ponto que em determinado momento da narrativa nós embarcamos no universo fantástico proposto pela obra.
Chicago Sun-Times
As criações computadorizadas são muito adoráveis, parecendo bichos de pelúcia que podem andar e pular e correr e conversar [...] O filme revisita o conto de fadas de uma nova maneira, no entanto, o roteiro não arrisca. “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” é simples, doce e eficaz.
CineClick
Como é comum em filmes infantis, o trabalho de Christopher é o grande vilão e todos (inclusive Pooh) esperam que ele ignore seu chefe, acompanhe a família na viagem e mantenha o emprego como num passe de mágica (que é mais ou menos o que sabemos que vai acontecer).
Cineweb
O resultado de Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível [...] mostra como o autor do original era esperto. Não há fofura que sustente uma história mais longa, e aqui o filme cai na tradição Disney de reencontro com a criança interior para se tornar um adulto melhor.
Folha de São Paulo
Não deixa de ser uma jornada batida e previsível sobre amizade, família, resgate à infância, amor etc. Mas o entorno se apresenta tão cativante que compensa qualquer clichê. Realidade e fantasia em doses equilibradas.
New York Times
O filme suaviza a concepção cínica de Christopher Robin e oferece mais ou menos o que um reboot Pooh deveria fazer: muita nostalgia, um pouco de humor e animação computadorizada tátil que faz parecer que os atores estão interagindo com animais de pelúcia reais.
O Globo
O filme, que tem várias camadas de leitura e serve tanto aos adultos quanto às crianças, investe nas ideias de que o trabalho não é tudo e as crianças precisam ter um espaço para brincar com liberdade.
Plano Crítico
"Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível" é um daqueles casos de uma ideia realmente boa, possivelmente já trabalhada sobre outros personagens, mas nunca sobre aqueles que marcaram a infância tanto do próprio protagonista quanto de milhares de pessoas.
Preview
O diretor Marc Forster [...] vai pegar os adultos de surpresa com uma abordagem reflexiva sobre o resgate da criança interior e de certos valores que ficam relegados na loucura do dia a dia.
Screen International
Enquanto o diálogo gera muitas risadas, o roteiro tropeça na trama [...] O principal triunfo do filme é o modo como os personagens de brinquedo foram feitos, fazendo com que Pooh e seus amigos sejam ainda mais amados e amáveis.
ScreenCrush
O filme de Forster é surpreendentemente melancólico, tanto em termos de tom quanto no visual, optando por um caminho mais maduro do que a média das fábulas familiares.
Variety
Para o público, o filme é uma decepção mas não um desastre, ficando muito aquém do padrão de live action recentes como “Cinderela” [...] McGregor é um ator simpático, mas Christopher não é muito interessante, e a lição do filme transmitida através dos mantras de Pooh parece um pouco injusta.
Washington Post
Uma fábula docemente boa, com performances de voz incríveis e também a sabedoria zen de Pooh que é um dos maiores prazeres do filme. Mas, é marcado por um excesso de momentos comoventes.
The Hollywood Reporter
O resgate de Christopher chega naturalmente a um bom final mas o timing de tudo, com Christopher correndo para lá e para cá é pouco convincente e cronometrado e não convence. O inevitável final feliz parece automático e barato.