O filme é ótimo com bons atores, bons spoiler: personagens. E um filme sobre a vida de um personagem de vídeo game já seria esperado em algum momento, mas esse filme supera a expectativa de criação de qualquer um.spoiler:
Boa escolha de ryan Reynolds como guy #freecity #guy #Keys #millymotorvotgirl #freeguy:assumindo o controle #camisaazulspoiler:
Estou muito orgulhoso de mim mesmo! Consegui ver "Free-Guy" do começo ao fim. Não sou a pessoa mais indicada para se levar em consideração na avaliação desse tipo de filme pois, falha minha?, não gosto de ficção científica. Pior: games em minha vida surgem com o Ping-Pong na TV ainda em branco e preto e encerram com o Espace Invaders do Atari. Portanto, soaram-me absolutamente misteriosas, durante intermináveis minutos, a sigla NPC e a dinâmica dos jogos atuais. Considero dispensáveis comparações óbvias com "O Show de Truman". Senti um certo incômodo ao imaginar que posso ser um NPC em algum game divino, mantendo-me, ao contrário do Guy, inconsciente de o ser. Descontada alguma colocação mais profunda, embora não muito distanciada da superfície, foi, para mim, como ver um filme de amor adolescente, indicado para adolescentes. Muito bem feitinho!
Aii que filme top, eu amei, tem de TUDOO. Tem comédia, tem um elenco maravilhoso, tem otimo efeitos visuais, tem referências a um zilhão de coisas legais, tem de tudo mesmo. Pra quem é fã de games, vai adorar esse longa.
Não esperava muito, porém me surpreendeu atendendo minhas expectativas. Filme básico, com receitas já bastante utilizadas, não tem erro pra um filme sessão da tarde pra ser visto com a galera
Muito bom! É uma comédia romântica, porém não é só mais ma comédia romântica, também é um filme de aventura e ficção científica. Tem aquela "vibe" de MIB, e também lembra Jogador número 1. Divertido e interessante, recomendo!
A tradução do título “Free Guy: Assumindo o Controle”, para o filme dirigido por Shawn Levy, foi muito feliz, principalmente levando em consideração a trama que iremos assistir. A obra tem como cenário um jogo de videogame em que pessoas reais se inserem na realidade na qual ele se passa, onde desempenham diversas missões com o objetivo de irem galgando novos níveis, novos gadgets e novas habilidades.
Um dos personagens que habita o jogo é justamente Guy (Ryan Reynolds), um simpático caixa de banco, que repete diariamente a mesma rotina de sempre, sem qualquer variação. O ponto de virada no roteiro escrito por Matt Lieberman e Zak Penn encontra-se no momento da descoberta, por parte de Guy, de que ele é parte de uma engrenagem dessa realidade paralela, e que ele tem o poder de salvar o mundo que ele conhece - e tanto ama.
A descoberta de Guy envolve, também, um ponto interessante do roteiro de “Free Guy: Assumindo o Controle”. Primeiramente, o filme fala a respeito de como enxergamos a realidade virtual como um subterfúgio para as nossas próprias existências e dificuldades do dia a dia. Segundo, ao inserir a figura do grande empresário (Taika Waititi), que engole os pequenos criadores (Joe Keery e Jodie Comer), a obra toca na predatoriedade de um mundo dos negócios cada vez mais competitivo.
O mais bacana é que “Free Guy: Assumindo o Controle” fala sobre tudo isso de uma forma leve, divertida, com muitas referências à cultura pop. Ao mesmo tempo, em que tem uma doçura surpreendente. A obra tem uma indicação ao Oscar 2022, justamente num dos elementos em que ela é mais competente: os efeitos visuais, que transportam a personagem interpretada por Ryan Reynolds para o mundo game que ele habita.
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