Média
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Filme parado, chato e monótono, retrata um tema forte, mas suas cenas não são nada impactantes, as cenas de suspense também são muito fracas, sem falar que Olivia Wilde geme o filme todo. Fraco.
O filme é muito ruim e fraco a cena de ação é só a primeira cena depois só passa ela no grupo de apoio e gemendo lembrando da violência que sofreu e a morte do filho péssimo filme e no final quando ela encontra o ex marido que matou o filho pensei que ela ia meter a porrada nele que teria alguma ação mais ele quebra o braço dela ela foge depois se encontram trocam 2 frases ela diz que vai mata-lo mais já passa ela jogando o corpo na estrada e assim acaba o filme sem nenhuma ação ou diálogo ou qualquer coisa horrível não assistam vão perder tempo
Sério que eu perdi mais de 1 hora do meu tempo pra ver esse filme? Muito ruim, sério, a única coisa que salva é a atriz e por isso estou dando 2 estrelas, mas de resto é uma perda de tempo embora eu tenha gostado muito do assunto abordado.
Olivia está excelente no filme, desculpas a quem não gostou. Um tema tão atual como Violência Doméstica precisava ser emergido no cinema. Claro, que a vingança com as proprias mãos não deve ser o recado a seguir, mas algumas mulheres marcadas psicologicamente pelos diversos abusos sofridos podem reagir de diferentes formas, principalmente, ao se depararem com um sistema que não a protege. Ficção ou realidade, o sentimento de revolta e culpa pode cooperar para a mudança de comportamento de uma sobrevivente. O filme é intenso, não esperem ação, ele é mais do aue isso - um drama de uma mulher que quer superar sua culpa pela perda do filho pois é visível que isso a consome, pois creio aue a pregunta aue fica é "o que poderia ter acontecido se ela tivese denunciado antes da perda fata?" O discurso alinear nos remete ao processo que a fez chegar até sua motivação em ajudar outras vítimas e a buscar seu algoz. Gostei muito. Alguns constructos da narrativa poderiam ser melhor explorados pelo roteiro tão denso. Mas vale assistir. Mas não esperem Ação. Pois é um drama de superação e vingança.
Gostei do filme.
Olivia Wilde está acima da média.
O ritmo é lento, bem por isso propositadamente tenso.
Olivia Wilde está acima da média.
O ritmo é lento, bem por isso propositadamente tenso.
Uma das mensagens que "A Vigilante", filme dirigido e escrito por Sarah Daggar-Nickson, nos deixa é a de que somente alguém que já sofreu violência doméstica vai compreender o quão difícil é romper com o ciclo de agressões. Talvez, por essa razão, Sadie (Olivia Wilde), a protagonista do longa, se transforma numa espécie de justiceira destas mulheres, atuando como alguém que ajuda outras vítimas (sejam elas mulheres ou crianças) a se libertarem de seus agressores - independente de quem eles sejam.
Portanto, "A Vigilante" nos coloca diante da jornada de Sadie, com ênfase na captura dos momentos que a levaram de vítima à justiceira, ao mesmo tempo em que nos retrata a sua própria trajetória de fortalecimento emocional e da consequente libertação das amarras de seu marido (Morgan Spector), o seu agressor.
O problema principal em torno de "A Vigilante" é que um filme com um tema tão importante esbarre, principalmente, na confusão de sua linha temporal. Na forma como foi apresentada pela diretora e roteirista Sarah Daggar-Nickson, "A Vigilante" nos deixa um pouco perdidos sobre qual o ponto em que nos encontramos da história. Apesar disso, a atuação de Olivia Wilde merece todos os nossos elogios. Sem dúvida, ela é o melhor que o filme tem a oferecer.
Portanto, "A Vigilante" nos coloca diante da jornada de Sadie, com ênfase na captura dos momentos que a levaram de vítima à justiceira, ao mesmo tempo em que nos retrata a sua própria trajetória de fortalecimento emocional e da consequente libertação das amarras de seu marido (Morgan Spector), o seu agressor.
O problema principal em torno de "A Vigilante" é que um filme com um tema tão importante esbarre, principalmente, na confusão de sua linha temporal. Na forma como foi apresentada pela diretora e roteirista Sarah Daggar-Nickson, "A Vigilante" nos deixa um pouco perdidos sobre qual o ponto em que nos encontramos da história. Apesar disso, a atuação de Olivia Wilde merece todos os nossos elogios. Sem dúvida, ela é o melhor que o filme tem a oferecer.
O filme é muito bom e não é parado. Retrata o drama de milhares de mulheres sem coragem de buscar ajuda numa delegacia de mulheres e fazer exame de corpo de delito para colocar o covarde na cadeia. Elas tem muito medo que eles maltratem seus filhos e a elas mesmas, permanecem com medo. Ocorre que elas estão se maltratando permanecendo no mesmo lugar. Muitos homens são violentos com as suas companheiras por questões mal resolvidas com a própria mãe e isso é inconsciente. Uma raiva contida que não foi trabalhada com um bom terapeuta. Esse tipo de homem é frustrado, mal resolvido em todos os sentidos e cadeia é pouco para eles.
Tentei de verdade gostar deste filme Tanto é que assisti até o fim. E tentei porque gosto da atriz Olivia Wilde e a temática do filme (violência doméstica contra as mulheres) é importante. Mas não vale a pena ver o filme. E dá vontade de interromper desde os primeiros 20 minutos. Muito arrastado, muito inverossímil e chato. Um desperdício de talento, e até a atuação da Olivia Wilde não agrada, pelo menos não a mim. Irritante. Muito ruim.
Parece o Rambo versão violência doméstica... Ela apanha o filme todo como esposa de um lunático e no final mata ele sem deixar pistas e enquanto tudo isso acontece ela faz justiça com as próprias mãos em APENAS 2 vezes... Não explora a temática e é o tempo todo ela ofegante fugindo... O cara só aparece no final... Sem diálogos. Imagens escuras e sem cenário ou personagens... Perdi uma hora de vida à toa
Quem espera um filme de ação, com pitadas de cenas hollywoodianas, pode esquecer. É um filme excelente, bem dirigido, com cenas realistas que trata sobre violência a mulheres. Tem um certo timing de cult movie que faz com que as cenas não tenham aquele apelo violento e de ação, típico de produções lucrativas.
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