Baseado no livro "3.000 Dias no Bunker – Um Plano na Cabeça e um País na Mão", de Guilherme Fuiza.
Heitor Dhalia foi cogitado para assumir a direção do filme.
Parte do orçamento do filme veio através de financiamento coletivo.
O primeiro trailer do filme causou confusão entre os internautas, pois a trama se passa nos anos 1990, mas há uma cena em que Emílio Orciollo Netto aparece na ponte JK. Mais tarde a produtora do filme esclareceu: trata-se de uma menção a uma época futura.