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A Vida Invisível é luminoso, mas não sei bem se a tropicalidade expressa é natural ou um apelo ao mercado internacional. Não vi essa exuberância natural nas duas irmãs, meninas de classe média urbana dos meados do século XX. Não há dúvidas que Carol Duarte é uma grande atriz, sensível e expressiva, mas a direção ou o roteiro, ou ambos, ou os três, incluindo a interpretação da atriz, não me pareceram delinear a personalidade de Eurídice: tímida ou corajosa? recata ou lasciva? apaixonada ou resignada? Se era para deixar essa penumbra na sua "vida invisível", talvez tenham conseguido, mas não estou certa. A irmã, por outro lado, tem uma personalidade linear e até previsível. Teria sido essa a ideia? Enfim, o filme tem seus méritos e seus buracos negros, e assume um brilho (esse sim, natural!) com a curta e marcante presença de Fernanda Montenegro.
Não fosse o final do filme, seria decepcionante. De fato a conclusão durante o terceiro ato é quem elevou o patamar dessa obra. São minutos finais com tamanha emoção e sinceridade, com Fernanda Montenegro dando uma aula de atuação, que deixem qualquer expectador emocionado. O restante da película, no entanto, não agradou muito. Discordo em dizer que é uma obra para todos, pois não é.
As atuações da dupla de protagonistas está incrível, um excelente trabalho sem dúvida. Gregório Duvivier conseguiu se desprender da sua aura cômica no começo, mas ao final do segundo ato o filme te induz a algumas risadas tendo como foco o personagem, isso não é de maneira alguma um defeito.
De forma geral, é um filme difícil, lento, verdadeiro, com final que faz valer a longa caminhada. Praticamente um 2001 uma odisséia no espaço brasileiro e sem espaço.
As atuações da dupla de protagonistas está incrível, um excelente trabalho sem dúvida. Gregório Duvivier conseguiu se desprender da sua aura cômica no começo, mas ao final do segundo ato o filme te induz a algumas risadas tendo como foco o personagem, isso não é de maneira alguma um defeito.
De forma geral, é um filme difícil, lento, verdadeiro, com final que faz valer a longa caminhada. Praticamente um 2001 uma odisséia no espaço brasileiro e sem espaço.
O filme é lento, empolado, sem ritmo, valoriza ao extremo o sexo de uma maneira escatológica, a iluminação é escura, os atores são medianos. Os outros filmes do mesmo diretor são muuuuito melhores. Não há nada demais neste filme para se dizer que se trata de uma obra prima, muito pelo contrário, falta um roteiro mais ágil, inovador e moderno. Este filme me pareceu velho, antigo na linguagem e na forma. Quase arcaico, sonolento, cinza, previsível. Péssimo. Destaque para a bela atuação de Gregório Duvivier.
Um dos filmes mais tristes e belos do ano. A realidade da sociedade patriarcal dos anos 50 é brutal. Ao mesmo tempo, o amor entre as irmãs é infinito. São os contrapontos que fazem do filme duro, mas poético. Um filme que fala sobre a falta de escolha das mulheres perante a sociedade machista e em como muitas coisas continuam, infelizmente, do mesmo jeito. Recomendo a todos!!!
Os comentários negativos sobre esse filme nesse site ressaltam o quão importante ele é na questão do machismo presente na sociedade contemporânea. A ótica dos anos 50 a respeito da mulher retrata a crueldade do sistema misógino e patriarcal, por meio de interpretações arrebatadoras e um ritmo angustiante — ainda que realista. A sensibilidade da obra me emocionou ao longo de toda a narrativa, e a frustração que o espectador carrega é necessária para consolidar a mensagem do filme. O cinema nacional se revela mais uma vez espetacular e digno de incentivos, principalmente em uma época que a cultura vive fadada às migalhas da ignorância. Um filme infelizmente atual e, ainda sim, lindo.
O filme é chato, lento, desnecessariamente vulgar e fracassa veementemente em trazer alguma emoção.
Piada dizer que trata sobre valorização da mulher, se o que todas as mulheres do filme fazem é largar família por um pilantra e depois querer abrigo, tornar-se prostituta, casar com quem não ama, etc.
É como um filme de terror óbvio, onde os personagens só morrem porque, depois de já terem morrido 15 pessoas, eles vão lá fora ver "que barulho foi aquele". Ou seja, um filme sobre vitimização de quem tomou um monte de decisões erradas.
Piada dizer que trata sobre valorização da mulher, se o que todas as mulheres do filme fazem é largar família por um pilantra e depois querer abrigo, tornar-se prostituta, casar com quem não ama, etc.
É como um filme de terror óbvio, onde os personagens só morrem porque, depois de já terem morrido 15 pessoas, eles vão lá fora ver "que barulho foi aquele". Ou seja, um filme sobre vitimização de quem tomou um monte de decisões erradas.
Tirando as cenas de sexo desnecessárias e a participação do Gregório o filme é ótimo. A atuação das atrizes vale um oscar.
Esse filme é muito parado não acontece nada de irrelevante, não é ruim mais esta muito longe de ser uma obra-prima
Só elogios! Filme muito bem elaborado e retratando a vida de mulheres nos anos 50(e ainda hoje) numa sociedade machista.
O elenco está de parabens!
O filme está entre os melhoresv ja produzidos no Brasil
O elenco está de parabens!
O filme está entre os melhoresv ja produzidos no Brasil
As dores de todas as mulheres numa história sensível e intensa. Nossas avós , nossas mães e nós mesmas na vida daquelas irmãs buscando apenas construir suas vidas. Mas para as mulheres nunca è apenas, há sempre uma definição anterior de como devem ser. Um filme feito da dor de amar a liberdade de ser, quando para homens amar è dominar. A tristeza invade, mas tratasse de uma tristeza que afirma mais e mais quem somos e queremos ser!
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