As Trapaceiras
Média
3,0
222 notas

25 Críticas do usuário

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Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

366 seguidores 254 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de maio de 2020
Eu achei um bom filme, tem uma ótima reviravolta no final. O filme só peca em algumas partes, tem várias piadas repetidas, algumas até muito sem graça. Mas é um ótimo filme pro fim de noite. Me segue no Adorocinema para não perder nenhuma crítica minha.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.132 seguidores 947 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de junho de 2019
Divertido. Rebel é uma caricatura e Anne sempre nos brinda aparecendo. As situações são dissimuladas e engraçadas, mesmo que não arranque gargalhadas. Vale assistir, é leve e despretensioso.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.758 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de agosto de 2019
Uma britânica sedutora e charmosa une forças com uma australiana esperta e divertida para enganar um jovem e ingênuo bilionário do ramo da tecnologia no sul da França

Achei muito bom teve até os seus momentos que dei umas risadas e achei bem legal o final⭐⭐⭐
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 3 de maio de 2020
Não é um filme que tenha alguma super virtude ou algo de extraordinário, mas cumpre muito bem com seu objetivo de entreter e conseguir arrancar diversas risadas, e tendo um plot twist no final, que me surpreendeu bastante de alguma forma. Também achei muito interessante o fato de que as protagonista são totalmente opostas fisicamente e em seus jeitos, andados e posicionamentos e é essa diferença entre as duas que acabam fazendo com que uma fortaleça a outra. As atuações das protagonistas me agradaram muito(Anne Hattaway e Rebel Wilson) e certamente contribuíram muito para o filme. É um daqueles filmes simples e divertidos que servem muito bem para distrair e divertir quando se está em casa um pouco entediado
Danny Sincerona
Danny Sincerona

43 seguidores 193 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de novembro de 2021
O filme até é engraçado, mas não é tanto, confesso que esperava um pouco mais.
A história em si é muito boa e tem um final bem cômico e surpreendente, afinal ladrão que rouba ladrão, tem 100 anos de perdão.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2025
As Trapaceiras (The Hustle), dirigido por Chris Addison, é um remake de gênero invertido do clássico Dirty Rotten Scoundrels (1988). O filme traz Anne Hathaway e Rebel Wilson como protagonistas, interpretando duas golpistas que competem entre si em uma série de embustes na Riviera Francesa. Embora o filme tenha recebido críticas majoritariamente negativas, com uma classificação de aprovação de apenas 13% no Rotten Tomatoes, há alguns aspectos que merecem reconhecimento.

O enredo de As Trapaceiras gira em torno de Penny Rust (Rebel Wilson), uma vigarista de pequena escala que engana homens ricos com histórias emocionais, e Josephine Chesterfield (Anne Hathaway), uma golpista sofisticada que mira os milionários mais abastados. As duas se encontram na Riviera Francesa e, após uma série de desentendimentos, decidem apostar quem consegue enganar um bilionário tecnológico, Thomas Westerburg (Alex Sharp).

Embora o enredo seja previsível e siga uma estrutura já conhecida, ele tem momentos divertidos e mantém um ritmo leve, ideal para uma comédia casual. A ideia de inverter os papéis de gênero em relação ao filme original é interessante, mesmo que não seja explorada em toda a sua potencialidade. A trama oferece reviravoltas que, embora não sejam surpreendentes, conseguem entreter o público.

Anne Hathaway e Rebel Wilson são o coração do filme, e suas performances trazem energia e carisma à tela. Hathaway, conhecida por sua versatilidade, adota um sotaque britânico exagerado e uma postura caricata que, embora possa parecer forçada em alguns momentos, adiciona um toque de humor absurdo à sua personagem. Sua interpretação de Josephine como uma mulher sofisticada e calculista é divertida e cheia de estilo.

Rebel Wilson, por sua vez, traz seu humor característico ao papel de Penny, uma vigarista desajeitada, mas astuta. Sua comédia física e timing cômico são pontos altos do filme, especialmente em cenas como aquela em que ela finge ser cega para enganar Thomas. A química entre as duas atrizes, embora irregular, tem momentos brilhantes, especialmente quando estão competindo ou colaborando em seus golpes.

O roteiro, escrito por Jac Schaeffer e Stanley Shapiro, é o ponto mais fraco do filme, mas ainda assim tem seus méritos. As piadas nem sempre funcionam, mas há alguns momentos genuinamente engraçados, especialmente aqueles que exploram o contraste entre as personalidades das protagonistas. A dinâmica entre a sofisticação de Josephine e a irreverência de Penny cria situações cômicas que funcionam bem.

Apesar de não ser inovador, o roteiro consegue manter o público engajado com uma narrativa simples e direta. A inversão de gênero, embora subutilizada, traz uma lufada de ar fresco ao gênero, mostrando mulheres inteligentes e capazes de liderar uma trama de comédia.

A cinematografia, assinada por Michael Coulter, é um dos pontos fortes do filme. As paisagens da Riviera Francesa são belamente capturadas, com cores vibrantes e composições que destacam o glamour do cenário. A direção de arte também merece elogios, com figurinos elegantes para Josephine e roupas mais despojadas para Penny, reforçando o contraste entre as personagens.

A trilha sonora, composta por Anne Dudley, é funcional e complementa bem as cenas. Embora não seja memorável, ela adiciona um toque de sofisticação ao filme, especialmente nas cenas que envolvem Josephine. A escolha de músicas populares em algumas cenas também adiciona um toque moderno e divertido.

O final do filme tenta surpreender o público com uma reviravolta envolvendo Thomas Westerburg, que revela ser um golpista ainda mais habilidoso do que Josephine e Penny. Embora a ideia seja interessante, a execução é previsível e falta impacto emocional. No entanto, a cena pós-créditos, que mostra as duas protagonistas em um de seus primeiros golpes, é divertida e deixa o público com um gosto mais doce.

As Trapaceiras não é um filme revolucionário, mas também não merece todo o desdém que recebeu da crítica. Ele é uma comédia leve e despretensiosa, que entrega exatamente o que promete: momentos de diversão e entretenimento. Anne Hathaway e Rebel Wilson carregam o filme com suas performances carismáticas, e a cinematografia e direção de arte adicionam um toque de glamour à trama.

Embora o roteiro seja fraco e as piadas nem sempre funcionem, o filme tem seus momentos brilhantes e consegue entreter o público. Para fãs de comédias leves e descontraídas, As Trapaceiras pode ser uma opção agradável, especialmente para quem busca um filme que não exija muita reflexão.

As Trapaceiras é um filme que, apesar de suas falhas, tem qualidades que merecem reconhecimento. A química entre Anne Hathaway e Rebel Wilson, a bela cinematografia e alguns momentos cômicos genuínos fazem do filme uma experiência divertida, ainda que não memorável. Embora não seja uma obra-prima do gênero, ele cumpre seu papel como uma comédia leve e despretensiosa, ideal para uma sessão de cinema descontraída. Para quem está disposto a deixar de lado as críticas e aproveitar o filme pelo que ele é, As Trapaceiras pode ser uma opção válida de entretenimento.
Adarmn
Adarmn

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de maio de 2020
Estava curioso pra ver e mais uma vez me decepcionei com a indústria cinematográfica, estão fazendo uma forsação de barra para fazer filmes que já existem com atores masculinos e fazem com femininos. Acho que devem criar filmes novos aproveitando melhor as mulheres, pois acho que trem capacidade para tal. spoiler:
Pra mim o primeiro lançado, OS SAFADOS, com Steve Martin deixa este no chão.
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