Ri demais! As atuações do Sergio Guizé e Luana Piovane foram ótimas! Eles aproveitaram bem o tempo de tela. Marco Luque e Juliana Paiva, também, trouxeram bons personagens. Eduardo Sterblitch teve pouco tempo de tela; de todo modo, foi legal. Em síntese, as risadas (diversão) são leves e autênticas.
Não curto a Luana Piovani como atriz, Sérgio Guise que salvou o filme. Tem umas tiradas engraçadinhas, um trilha sonora bacana e só. No mais tem um roteiro bem dispensável, teve a chance de fazer um final justo e fez mais do mesmo, totalmente previsível.
Hoje dia de assistir mais um filme nacional, que parece ter um título bem subjetivo, mostrando bem como certas personalidades na sociedade são muito mal interpretadas. O começo do filme mostra bem como os personagens são, uma mulher perfeita profissionalmente, de personalidade forte, mas totalmente à sombra dos outros, sempre deixando se levar pelas situações e sentimentos confusos, parecendo quase uma bipolaridade constante, casada com alguém completamente o oposto, que mal pensa em carreira ou perfeição, e que parece apenas ser simples e feliz. Logo o filme cai no drama principal, separar o casal e colocar outros personagens no meio, como a confusão já é grande, tudo ainda fica mais sem noção quando todos tem personalidades completamente diferentes e conflitantes, causando o efeito de que se não fosse cômico seria trágico. A protagonista logo mostra sua prepotência, sendo rotulada e que até pra ela mesma se mostra uma característica que não a ajuda, se a mulher deve ter poder, fica bem claro que da forma que a protagonista é, não se chega a lugar nenhum. A ideia louca de voltar com o marido, ou ex-marido, é a insanidade do filme, e é o que dá mais graça. Apesar da confusão e da ideia maluca, as piadas são mais do tipo passar vergonha do que algo mais proposital para ser engraçado, algo que gera até um bem-estar para o filme, mas não atrai demais. A ideia também é extremamente absurda, apesar de ser real, exagera um pouco na inocência dos personagens e como parecem querer enganar uns aos outros. O final é simples, quase um ‘todos terminaram felizes’, e dá uma certa lição de vida em relação a arrependimentos e alguns sentimentos, nada exagerado ou inesperado, apenas algo para não terminar na tristeza. No geral, um filme engraçadinho, com uma ideia louca e sem noção, de onde nascem as situações engraçadas, mesmo não tendo piadas realmente empolgantes, gerando uma experiência para curtir como se fosse a Sessão da Tarde.
Diana é uma mulher bem sucedida que vive com seu namorado, um zé ninguém que sonha em ser desenhista e é bancado pela namorada, até que um dia ele se cansa do relacionamento dos dois e decide terminar para começar a Mel, uma garota anos mais nova que Diana. Para se vingar do seu ex, Diana cria uma persona nas redes sociais, para conquistar a Mel e fazer com que ela termine seu relacionamento do Marcos. Depois de quase cinco minutos esperando as apresentações acabarem e o filme realmente começar, você não tem tanta certeza que você vai querer continuar a assisti-lo. Mas da uma chance para as pessoas não falarem que você não da chance a filmes nacionais. O filme em si não é tão ruim, os personagens são bons, ela tem uma história de romance e vingança engraçadinha, mas por algum motivo não prende tanto o telespectador. Por várias vezes me vi mexendo no celular durante o filme, coisa que não faço quando estou assistindo a alguma coisa. Outro fator que contribuiu para que ele não caísse na graça é que é um filme extremamente longo para a história. Em 1h20 já estava ótimo, mas o filme se estende a quase duas horas, o que é demais para uma comédia romântica. Muita enrolação, não vai e nem fica, coisas que poderiam ter sido cortadas que não fariam falta nenhuma no filme. Eu até que não achei o filme tão ruim quanto estava esperando, não se se pelo fato de eu colocar expectativas negativas em filmes brasileiros, então estou sempre preparada para o pior, mas não é tão ruim, é tolerável.
É... mais um filme no mínimo IMBECIL, nem a Luana Piovani salva. A história é a seguinte: A personagem principal Diana interpretada pela Piovani é uma mulher bem sucedida na sua área e o marido Rodrigo interpretado pelo Marco Luque a está traindo com uma bailarina e ela acaba descobrindo. Aí ela decide entrar num site de relacionamento tipo Tinder para achar o homem ideal, na verdade o que as mulheres acham ideal. Aliás imagina a repercussão que não iria dar se fosse o contrário. Bom, resumindo: O filme é CHATO, cheio de CLICHÊ parei de ver nos primeiros 15 minutos.
O filme mostra de forma divertida como homens e mulheres podem perder o carater para obter a companhia do amado. - manipulação e mentiras para seduzir o parceiro. - a depreciação do parceiro para auto elevar seu valor. - o uso de redes sociais para investigar e atrapalhar a vida do ex. -A submissão de pessoas a relacionamentos. fracassados por ilusão, falta de amor próprio e carência.
A personagem de Luana Piovani acaba se saindo como vilã por culpar a outra pela separação, e acabar se vingando dela ao invés do ex, e a personagem de Juliana Paiva ganha o público por sua doçura, mas gente infelizmente é assim na vida real, a mulher sempre desconta na amante, e a dor da traição não justifica isto. Mas a atuação de todos eficiente. Mesmo abrangendo pontos tão negativos dos relacionamentos modernos é um filme super leve e engraçado, que nos faz refletir mas sem levar ao drama . Recomendo
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