Não recomendado para menos de 14 anos
Em Gauguin - Viagem ao Taiti, no ano de 1891, o artista Paul Gauguin decide, por conta própria, se exilar no Taiti. Lá, ele espera reencontrar sua pintura livre, selvagem, longe dos códigos morais, políticos e estéticos da Europa civilizada. Mas, no local, acaba se afundando na selva, enfrentando a solidão, pobreza e a doença. E deve se reunir com Tehura, que se tornou sua esposa e o tema de suas maiores pinturas.
3,5
Bom
Gauguin - Viagem ao Taiti
A vida sonhada dos artistas
por Bruno Carmelo
Na introdução deste drama biográfico, o pintor Paul Gauguin (Vincent Cassel) é apresentado como o típico artista marginal: ele produz quadros que ninguém compra, passa as noites em cabarés, bebendo com os amigos, enquanto ignora a esposa e os vários filhos, a quem jamais demonstra afeto. Trata-se do ideal do artista perturbado, libertário e libertino, cuja genialidade é incompatível com as regras sociais. Gauguin não se encaixa na vida de funcionário, de marido, de pai de família. Por isso, ele parte à natureza bruta, mais especificamente ao Taiti, onde “não é preciso ter dinheiro, porque você pode caçar e se banhar no rio”, ele afirma.A porta de entrada para o projeto do diretor Édouard Deluc é o fetiche, seja aquele do gênio excêntrico, seja o da natureza generosa, ou ainda o fetiche do bom selvagem. O espectador pode temer, com razão, que o drama adote este ponto de vista como uma uto
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Hoje dia de assistir um filme sobre um pintor bem famoso, que suas obras só foram verdadeiramente conhecidas no seu pós morte, e aqui conta uma parte de como algumas de suas telas foram produzidas. O começo do filme é uma introdução simples e um pouco dramática. O tanto da loucura do pintor em busca de uma verdadeira inspiração o leva a atitudes exageradas, e que mostram que ele está disposto a tudo para produzir suas obras, deixando ...
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Eu adoro filmes biográficos e este foi muito especial uma vez que admiro as pinturas do Gaugin. Fico vendo como são tantos os artistas que só fazem sucesso depois de morto, é de dar pena. Não é um filme de ação, chega até ser um pouco arrastado mas, valeu a pena.
Apaixonante, intenso e verdadeiro! Gauguin foi um artista que sofreu, e acreditou! Mas não desistiu. Pena nao ter sido reconhecido como merecia em vida.
Festival Varilux de Cinema Francês 2018.
A obra faz parte da seleção oficial do Festival Varilux de Cinema Francês (2018).
Nacionalidade
França
Distribuidor
Mares Filmes
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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