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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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The Playlist
Contado de modo convencional, embora seja muito bonito de olhar devido à soberba direção de arte e ao fetiche da era Vitoriana, "Victoria e Abdul" traz a verdadeira história da amizade improvável.
Télérama
Stephen Frears filma [Judi Dench] como uma morta-viva que, aos poucos, retoma o gosto pela existência e por sua autoridade natural. Ao decorrer das cenas, ela multiplica as atuações espetaculares. Seja com entusiasmo ou dor, raiva ou ternura, ela está sempre precisa, justa. Verdadeiramente real.
The Hollywood Reporter
Hall exagera no óbvio aqui e ali [...] Mas as ótimas performances do elenco de profissionais de renome se sobressaem em frente aos aspectos mais padronizados da história.
Almanaque Virtual
O longa em seu revisionismo do período histórico retratado flerta perigosamente com uma tentativa de transformar o imperialismo inglês e toda a estrutura há muito obsoleta da realeza britânica em um gracioso conto de fadas sobre uma relação nada autoritária entre império e colônia.
Boston Globe
Há um motivo pelo qual os nomes no título não aparecem em ordem alfabética. Abdul é o personagem muito mais interessante, mas é pela majestade que o filme pága seu dote. Deus salve a rainha? Ah, sim, e Deus ajude o resto de nós.
Ccine10
É perceptível que a história da amizade da rainha com o indiano tinha potencial de ser muito mais interessante e aprofundar a questão da xenofobia que infelizmente é tratada de forma rasa pelo roteiro.
Cinemação
O primeiro ato é rico em comparações cômicas decorrentes desse choque cultural e dos inacreditáveis rituais reais. [...] Da metade para o final o tom muda perdendo todo o charme. A coisa fica descompassada.
Cinepop
"Victoria e Abdul" é um filme muito competente, dono de uma direção de arte impecável, que remete à era de ouro do cinema. Além disso, conta com atuações mais que satisfatórias, em especial da protagonista, que mesmo com a idade avançada exibe pleno domínio de cena...
Cineweb
Judi Dench é uma atriz magnética, a quem sempre se tem o prazer de seguir, mesmo que seu papel aqui não a contemple à altura. De todo modo, é fácil simpatizar com a solidão da rainha e entender seu afeto por Abdul.
Critikat.com
Embora "Victoria e Abdul" seja muito desigual em seu retrato, oscilando entre o grotesco assumido e sequências bruscas de sentimentalismo, o filme assume uma real procura estética, apesar de um tema já visto muitas vezes antes.
Folha de São Paulo
Um diretor que sabe extrair leveza e gravidade do mesmo filme deve ser respeitado. Por isso podemos sempre esperar alguma coisa de Stephen Frears, mesmo em filmes aparentemente pequenos como este.
New York Times
Na mudança de comédia para drama, o filme se torna bamboleante. A narrativa sobre compreensão transcultural através da afinidade individual é reconfortante mas, em última instância, duvidosa. [...] Ainda assim o filme irá fornecer entretenimento para aqueles de que se proporem a engolir [suas falhas].
Papo de Cinema
O que salva "Victoria e Abdul" da mediocridade, portanto, é o desempenho arrebatador de Judi Dench, obviamente no domínio total de uma personagem que não lhe é nem um pouco estranha. É sua força, que vem e vai com impressionante habilidade, que justifica o resultado apresentado.
Preview
Enquanto a dama e o vagabundo se entendem às mil maravilhas, a Corte pega fogo com o escândalo e o cineasta deixa nas entrelinhas sua mensagem contra o preconceito.
Screen International
Os elaborados valores de produção do filme e um registro cômico mais maleável do que realmente sarcástico fazem deste um filme de patrimônio de luxo surpreendentemente aconchegante.
Variety
Judi Dench interpreta a rainha Victoria (de novo), [mas dessa vez] se concta com um funcionário indiano em um drama que parece desconfortávelmente aconchegado ao império.
Cinema com Rapadura
Abdul pode ter cativado uma amizade valiosa para a Rainha Victoria. No entanto, o filme “Victoria e Abdul” não foi responsável por despertar emoções ou reflexões dignas da consagração eterna.
Observatório do Cinema
O longa poderia muito bem ser essa narrativa açucarada sobre amizade, no entanto há uma tentativa de enquadrá-lo num sentimento de relevância social, enquanto neste segundo ponto a sua potência política é sempre podado por esse formato cômico e dramático.
The Guardian
Que filme estranhamente conservador e curioso é esse - uma saudação preguiçosa para uma boa rainha e seu fiel servo indiano. É um filme sobre a era Raj que parece ter sido feito nessa época também.
Washington Post
Victoria e Abdul poderiam ter apontado para pânico - e às vezes quase atinge esse tom -, mas na maioria das vezes, ele desempenha como uma comédia amplamente palhacesca, tratando o grosseiro preconceito britânico com toda a sutileza do "The Benny Hill Show".