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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Omelete
Tudo vai além das aparências, o que torna "Borg/McEnroe" acessível mesmo para quem não entende nada de tênis. Seu objetivo é apenas falar a verdade: o seu maior adversário é sempre você mesmo.
Folha de São Paulo
Os movimentos das câmeras (algumas portáteis) e a música dão à partida ares de batalha e, em seguida, mostram o jogo como uma coreografia, em que atletas-bailarinos extraem do tênis todo o deleite que o esporte pode oferecer. "Borg vs McEnroe" trata o tênis como ele merece.
Preview
É verdade que as cenas nas pistas de Rush são mais engenhosas, mas as tacadas aqui são vibrantes. O que torna ambos os filmes relevantes, porém, é o que acontece nos bastidores.
Zero Hora
A fotografia amarelada, com tons de polaroides desbotadas, e a reconstituição de época e de figurino impressionam. A atenção epidérmica aos protagonistas é eficiente em revelar que suas personalidades são conflitantes apenas na aparência.
Cineweb
Mesmo quem não entende muito de tênis poderá desfrutar de uma história que se estrutura mais na trajetória pessoal na infância e juventude destes dois homens muito diferentes.
Papo de Cinema
Adotando uma narrativa não-linear, com uma série de flashbacks intercalados ao registro do evento principal, Metz investiga não só a trajetória atlética, mas também a construção psicológica, os traumas e os anseios, de ambos desde a infância.
The Playlist
Assim como muitos filmes de esportes anteriores fizeram, e muitos outros ainda farão depois, "Borg vs McEnroe" enaltece os sacrifícios necessários para se alcançar a grandeza. É uma pena que o filme em si não tenha esta mesma ambição.
Variety
Quando o grande final do tênis chega, Metz encontra todo o tipo de maneiras de tornar a partida interessante [...] Mas a verdade é que [...] Metz e seu elenco nos fizeram preocupar tanto com Borg quanto com McEnroe até esse ponto.
O Globo
Se em “A Guerra dos Sexos” o tênis era o pretexto para se discutir outras questões, “Borg vs McEnroe” é um filme para fãs do esporte. Talvez por isso a reconstituição da final de Wimbledon ocupe tanto espaço e seja tão bem filmada. Mesmo sabendo o resultado, é possível sentir a emoção da disputa outra vez.
Observatório do Cinema
Aquilo que o filme peca é justamente em seu sentimentalismo desmedido, no uso descabido de romantizações. O filme tem bons momentos, a plasticidade das cenas é bem realizada.
Screen International
Se você não consegue lembrar o resultado [...] [do jogo entre Borg e McEnroe], é melhor continuar desse jeito antes de ver "Borg vs McEnroe", [isso porque se trata de] um filme que se apoia em memórias difusas [para ficar melhor], com uma recreação climática unida tão bem quanto o próprio jogo.
ScreenCrush
"Borg vs McEnroe" não é um completo tiro no pé, é apenas mais uma oportunidade perdida. A direção astuta de Metz, a tensa partida final e a raivosa excentricidade de LaBeouf, valem o ingresso por si só. Mas deixa você se perguntando o quão fantástico seria uma verdadeira biografia LaBeouf-McEnroe.
The Hollywood Reporter
A psicologia do excesso de captação ocupa o centro do palco em um duplo retrato sensível. [...] [Trata-se de] um filme de atletismo avançado, capaz de atrair espectadores que não conhecem seus 30 amores por seus passarinhos ou seus truques de chapéu.
Rubens Ewald
O jovem Borg é feito no filme pelo próprio filho do esportista Leo Borg. O filme teve boa acolhida no Festival de Toronto (onde normalmente se escolhem os possíveis concorrentes para o Oscar). O título nacional não ajuda.
The Guardian
Shia LaBeouf foi escolhido perfeitamente como o tenista do superbrat, John McEnroe, mas essa repetição de sua final de Wimbledon de 1980 com Björn Borg falha na criação de drama.