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Babe Diego
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120 críticas
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4,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2026
O projeto Lima foi lançado. Aconteceu há 27 anos, se me lembro bem. Há 16, silêncio. Sem mensagens, sem respostas dos tripulantes. O objetivo? Descobrir vida inteligente em outros planetas. Nem sei se esse objetivo é tão interessante, mas aparentemente era fundamental para o programa espacial americano. E cá estamos. Há menos de uma semana recebemos o primeiro blackout, uma sobrecarga de energia colossal que causou danos terríveis. Praticamente destruiu aquela imensa torre elétrica que temos lá em cima para procurar os ETs. Mais de 43 mil pessoas mortas, segundo a mídia oficial. E, ao que parece, a origem é o projeto Lima. Logo soube que mandaram uma missão até os limites do sistema solar para alcançar e finalizar o projeto. O Major Roy Mcbride vai liderar tudo. Ele é filho do lendário Clifford McBride, o astronauta que chegou mais longe do que todo mundo e que coordenou o projeto Lima por todos esses anos. O primeiro homem em Júpiter, o primeiro homem em Saturno e depois… nada. Dizem que as bases subterrâneas de Marte escaparam relativamente ilesas e são um bom começo. As explosões de partículas energizadas tem nos aterrorizado. Elas simplesmente não param de acontecer e vem nos momentos mais inesperados. Ninguém sabe exatamente o que está acontecendo lá, mas ouvi alguém dizer que tem a ver com o núcleo de anti-matéria derretido. Espero que o Roy resolva e nos vejamos livres dessas sobrecargas miseráveis que ameaçam nosso estilo de vida e todo o planeta. Já está na hora de fazer isso parar. Estamos correndo perigo aqui.
Dois pólos diferentes de comportamento - o pai, vê a busca por vida extraterrestre inteligente como uma missão espiritual que dá sentido a tudo. O filho, um astronauta racional focado apenas no aqui e agora, altamente gabaritado, atento ao essencial e alheio a todo o resto. São opostos. Em Ad Astra, essas duas perspectivas nos são apresentadas sobre vida inteligente. Não como comportamentos louváveis. Através de imagens esplêndidas de vários astros espaciais, possuindo uma história completamente instigante, Ad Astra sugere o meio termo entre o pai e o filho, já que tanto as decisões de um quanto as do outro têm causado danos reais ao sistema solar (a jornada de Roy para resgatar seu pai imerso na obsessão delirante também tem efeitos desastrosos). A história nos prende e nos impacta através de uma jornada marcante, fazendo de Ad Astra mais do que apenas um filme com imagens interessantes, mas principalmente uma proposta de reflexão sobre a tentativa de encontrar vida extraterrestre inteligente, que nos aponta que os extremos devem ser evitados. Qualquer caminho que possamos seguir deve ser guiado pela inspiração e pelo encanto, mas também pela razão razoável. Focar em apenas um dos pólos pode ser catastrófico.
Ad Astra é uma reflexão profunda sobre a condição humana, explorando relações familiares e o propósito de vida. James Gray combina ficção científica com um estudo íntimo de personagem, enquanto Brad Pitt entrega uma atuação introspectiva e contida. A cinematografia de Hoyte Van Hoytema é impressionante, criando uma imersão no cosmos e potencializando a experiência emocional. Embora contemplativo, o filme equilibra bem a introspecção com momentos de tensão, tornando-se uma experiência sensorial que vai além da busca pessoal de Roy, tocando em temas universais sobre nossa existência.
Quando eu fui assistir, fui sem expectativas, esperando um dramalhão chato, cheio de diálogos irrelevantes e me surpreendi. O filme me lembra 2001 - uma odisséia no espaço, pela poesia visual e pela trilha sonora que se encaixa. É isso que parece, poesia visual. O ritmo é uma das coisas que eu mais amei, tudo lento, mas sem ser chato, como deveria ser o espaço. Ah, e a parte do drama ficou muito boa. Ela é muito mais real, é uma coisa nossa sabe, sentimento total de indivíduo. A parte que ele encontra o pai, os diálogos com o pai, simples e profundos. Recomendo, sabe. Eu me surpreendi positivamente.
Filme muito bom, mas não espetacular como muitos dizem. O filme funciona em passar algumas mensagens, como a solidão e a importância das relações humanas, mas falha em aprofundar esses sentimentos, fazendo com que o espectador veja o protagonista apenas como um homem frio.
Talvez muitas pessoas não gostaram do filme, pois a mensagem acaba sendo bem existencialista, fica a critério das pessoas terem uma interpretação mais aprofundada e acaba que nem sempre pode se extrair tanta coisa das entrelinhas, o que pode fazer com que algumas pessoas achem o filme chato, que não foi o meu caso.
Eu realmente não extrai muitas mensagens existencialistas, mas o que eu extrai foi suficiente para me deixar preso até o fim do filme. Vc realmente fica curioso para saber se foi encontrada alguma forma de vida e se o pai do protagonista está vivo, esses são elementos que funcionam no roteiro e que ao meu ver não deixaram a longa entediante.
Apesar do filme te deixar curioso para saber o que vai acontecer no final, ele tem que trazer alguns elementos que te deixem entretido pelo meio do filme, esse filme faz muito bem isso, é muito legal ver a ambientação espacial, os efeitos especiais, a fotografia e etc. Em aspectos técnicos esse filme é nota 10, mas apesar de ser muito bom em aspectos técnicos, ele ainda precisa de outros fatores para não ser ruim, do contrário muitos pessoas não diriam que Avatar 2 é chato. Nem só de CGI vive o cinema (risos).
Como já expliquei inicialmente, o filme acerta na mensagem de solidão, e eu realmente senti esse clima de tristeza e exílio, clima esse que levou diversas pessoas à morte no projeto lima. Conforme o filme vai passando e o Roy McBride (Brad Pitt) vai se distanciando, vc sente um clima que o lar (terra) está longe, e estar longe do nosso lar não é nada bom. Por outro lado, creio que a principal mensagem que o filme tentou passar não de solidão e distanciamento da terra, mas sim do relacionamento entre Roy McBride (Brad Pitt) e o pai dele, e nisso eu realmente não me conectei, na verdade nem entendi direito a mensagem, a frieza do protagonista acabou por deixar as coisas confusas.
Em resumo, o filme mais acerta bem mais do que erra, por isso merece uma nota alta, mas nada de ser comparado com interestelar hein (risos).
Se a família é a base de tudo, como diz o clichê, nesse filme ela é a perdição da vida do astronauta protagonista. Ele vai até Netuno resolver questões, embora técnicas, pessoais com um pai ausente e que o abandonou afetivamente. Na superfície parece um filme de ficção científica,porém é mais profundo que isso. Se o pai do protagonista não aceita que estamos sós nesse mundo, o filho precisa aceitar que devemos deixar nossos pais tanto metafórica quanto literalmente. Mais Freudiano impossível !!!
Um filme muito bom, daqueles que fazem a gente refletir sobre toda a nossa existência. O problema talvez seja também esse, já que o filme é apenas isso, um monólogo muito especial feito pelo talentoso Brad Pitt. É de se refletir, mas apenas isso também.
Brad Pitt em ação e por sinal, está impecável, não tem como não ter sido indicado ou seja as coisas da academia... Aqui temos uma ficção muito bem feita, com um roteiro intrigante, apesar de cansar um pouco, leva ao telespectador grande entretenimento. Vale a pena conferir.
O filme mostra como seria se fosse descoberto que não há nada para ser descoberto além de planetas, aglomerados estelares, etc. Melhor explicando, se descobríssemos que há ninguém além dos seres humanos no universo. Não faço ideia se está de acordo com as leis da física mas é um bom filme. Nos faz parar pra pensar que somos todos iguais e vivemos no único planeta habitável que conhecemos. Traz a tona a cooperação e a paz entre os povos terráqueos.
Muito bom filme. Foca nos sentimentos confusos do personagem principal, com indagações, fracassos e angústias quase à beira de uma depressão, que só não acontece porque ele se entrega de corpo e alma ao trabalho. Você tem um primeiro plano da visão do personagem, numa boa parte do tempo contada por ele mesmo. Os efeitos são muito bons, sempre convincentes e tecnicamente bem elaborados, não denotando muito o uso de computação gráfica. Eu gostei. Acho que quem não gostou é porque esperava outro tipo de filme, pois a ideia que a divulgação da produção nos passa não é exatamente a temática abordada no filme. Tem até um pouco de ação para dar algum movimento na história.
Eita filme grandioso! Olha esse elenco! Ruth Negga é uma grata surpresa (Tulipa by Preacher) enfim, Ad Astra é um filme que fala sobre humanidade, apesar de ser uma "ficção científica" sempre é questionado os seus ideais, no caso de Roy Mcbride, tem os seus próprios conflitos pessoais, que quando encontra o seu pai, revisa os seus próprios conceitos sobre a sua visão sobre a humanidade, afinal podemos sempre está a um passo ao futuro, as descobertas, porém somos seres humanos, e sempre o psicológico será determinante para uma missão Interestelar... Eu sou fascinado por essa ciência ou fantasia, amo esse gênero, e sempre amo as suas variações de entendimento e exploração do universo! Brad Pitt é fantástico no papel, e consegue transmitir a sua inquietação sobre o problema apresentado... A fotografia é exuberante, o roteiro é bom e aplausível! É mais um filme, para apreciarmos com paciência e atenção.
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