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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Folha de São Paulo
A dama inglesa, ganhadora do Oscar, pode indicar que não se trata de mais um filmeco para dar sustos. E, realmente, a produção é ambiciosa, inteligente e bem realizada. Um dos melhores filmes que entraram em cartaz neste ano.
Estado de São Paulo
Além da possível qualidade da interpretação, o filme tem o timing certo. Após a nova chacina na Flórida, o controle de armas divide, de novo, a América.
Preview
[Helen Mirren] agora se diverte no terror. É talento demais para um filme como esse, mas para o público é um atrativo e tanto. [...] É terror dos bons e a mensagem antibélica está forte nas entrelinhas.
O Globo
A presença de Helen Mirren chama atenção por si só. Ao contrário do esperado, porém, esses elementos acabam não conferindo interesse particular ao filme dos irmãos Michael e Peter Spierig.
Screen International
Eles (Michael e Peter Spierig) estão em um território tranquilo ao invés de ensanguentado e provam estarem confortáveis com isso - em sensação e estética, apesar de serem decepcionados por sua confiança após os sustos, um roteiro sem surpresas e diálogos fracos.
New York Times
Apesar da tipicamente elevada presença de Helen Mirren, esse filme muito bobo (o quinto dos irmãos australianos Peter e Michael Spierig) resiste teimosamente ser classificado como bom. [...] Escrito pelos Spierigs e Tom Vaughan, o roteiro é tão pateta e cliché quanto sua heroina.
Observatório do Cinema
Até os quinze minutos de projeção tudo indicaria um bom filme de terror, mas as ideias dos diretores e roteiristas sustentam-se apenas nesse pequeno início. "A Maldição da Casa Winchester" começa a se mostrar um filme confuso, onde seus pontos parecem não coabitarem...
Papo de Cinema
A delineação do horror em "A Maldição da Casa Winchester" é pífia, obedecendo aos ditames do susto, vide a quantidade de aparições repentinas que visam manter a expectativa. Não há, porém, um esforço deliberado para estofar tudo de suspense, para nutrir um clima genuíno de medo.
The Hollywood Reporter
Mirren sempre traz um toque de classe, claro, até para mega porcarias como essa. Mas Clarke é como um homem líder branco sem graça enquanto os personagens secundários são mais como fantasmas pálidos sonambulando por um roteiro desenhado de forma chata.
Cinepop
O nível de “medo” aqui é o equivalente daquele primo chato que quando vai te visitar cisma em te dar sustos, mesmo que a situação não peça e você não se assuste nem um pouco. Depois de um tempo começa apenas a irritar.
Cineweb
A fantasia do filme é explicar que Sarah criou isso tudo porque precisava expurgar todas as vítimas de tiros disparados por uma arma Winchester. [...] Este deve ser o primeiro e provavelmente único filme sobre fantasmas advogando pelo controle de armas.
The Guardian
A história de uma viúva que herdou a fortuna de Winchester mira sustos sobrenaturais e erra por um metro. [...] Um sobrenatural surpreendentemente sem suspense e sem sentido com alguns sustos bem chatos.
Variety
Mas "Winchester" não é um filme sobre atuação. É uma bolsa vazia de um espetáculo de susto no qual os irmãos Spierig nunca descobrem uma forma de transformar o Mistério da Casa Winchester em um contexto animador.
Veja
Sim, "A Maldição da Casa Winchester" é mais um filme de terror sobrenatural que, na intenção de pregar sustos, usa os mesmos artifícios tolos de seus similares (fantasminhas, ruídos estridentes etc). O drama pessoal do médico pretende dar um diferencial trágico ao enredo. Não cola!
Rolling Stone
Não deveria acontecer com ninguém, muito menos um Dame - um filme atrapalhadamente horrível como "Winchester", que prende a incrível Helen Mirren em uma casa de cartas gótica que desaba nos atores e no público da mesma forma.