O mistério de Silver Lake é um filme de suspense/mistério que contou com a direção e roteiro de David Robert Mitchell. Na trama, acompanhamos Sam (Andrew Garfield), um jovem sem pretensões na vida, que encontra uma garota perfeita: Sarah (Riley Keough), a sua vizinha. Ao passar apenas 1 noite com Sarah, Sam se apaixona. POrém, a mesma desaparece no dia seguinte. Sam começa a investigar por contra própria, tentando encontrar pistas de forma inusitada. Contudo, não sabemos até onde pode ser loucura ou não da parte de Sam. Entendo perfeitamente que Mitchel coloca uma sátira conspiracionista e distopica para realizar críticas ao que está por trás da pesada indústria comercial/cultural de Hollywood. Mas sinceramente não me pegou. Até se tenta criar uma atmosfera confusa e delirante com Sam, um jovem que está se afundando na vida, ou em outras palavras: fracassando no capitalismo atual. Mas o desenvolvimento além de lento, parece rodar em círculos e parece nao querer chegar em lugar nenhum. O pouco de suspense fica para o começo do filme em que a bela jovem some ( o sonho de Sam) e no seu desfecho (onde foi para o sonho). Mas de resto é muito linguiça. O ponto alto do filme sao as críticas a cultura em si ( a música, na parte do compositor, no jogo de Nintendo, na revista de mulher pelada e até num quadro). Garfield tbm entrega o que pode. Faz bem o papel de jovem desequilibrada e sem saída/perspectiva. Mas o filme sai muito prejudicado ao tentar no seu roteiro e desenvolvimento. Uma pena, pois a temática é ótima e ainda atual.
Ambientado numa Los Angeles decadente e onírica, o longa acompanha Sam, um homem desempregado e obcecado por códigos ocultos na cultura pop. O que começa como a busca por uma vizinha desaparecida logo se transforma em um mergulho paranoico por uma realidade fragmentada — ou talvez alucinada.
O mérito do filme está em sua construção labiríntica, cheia de pistas, símbolos, referências à cultura pulp, zines, teorias da conspiração e segredos subliminares. No entanto, esse universo carregado de mensagens e signos não é isento de consequências: ao longo da trama, surgem indícios de que Sam pode ser mais do que um voyeur inocente — talvez um assassino. Ele mata o compositor, tem a pistola usada no assassinato da filha do bilionário, e o desaparecimento do quadrinista logo após seu contato sugere algo mais sombrio.
O filme evita a clareza, o que pode frustrar quem busca respostas diretas. Mas é justamente nessa ambiguidade que ele provoca. Sam é herói ou vilão? Detetive ou louco? O filme não diz — apenas nos prende no mesmo labirinto de obsessões que consome seu protagonista.
A maioria das pessoas pode assistir a esse filme e achar que ele não faz sentido, mas a verdade é que existe um público-alvo, que são aqueles que gostam de desvendar enigmas, entender o que está nas entrelinhas e descobrir o significado do simbolismo em mensagens e suas conspirações. O mistério de Silverlake trouxe isso em seu cenário distópico, com boa trilha sonora. Quase leva minhas 5 estrelas, mas infelizmente achei que faltou trabalhar um pouco mais a história da mulher coruja.
tive uma experiência diferente, o filme nos deixa uma impressão de falta de significado em tudo, ele parece ser um rapaz perturbado com mania de ver conspiração em tudo, acho que ele mistura a sua realidade com as suas teorias de conspire começa acreditar que tudo é real. Buguei, mas gostei.
Que filme horrível, não recomendo a ninguém. O início pareceu interessante, a sinopse era legal, mas ao decorrer só filme, é péssimo. Atuação ruim, história confusa e mal escrita, final horrível. Parece que quem escreveu estava sob efeito alucinógenos, não percam 2 horas de sua vida.
Um filme sem pé nem cabeça! Não gostei, história sem conexão, filme com muitas pontas e no final não conectou nada, perca de tempo, parece que o cara fez o filme usou muita droga, uma viagem muito profunda!
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