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Luiz Antônio N.
30.873 seguidores
1.298 críticas
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0,5
Enviada em 5 de janeiro de 2019
Andrew Garfield interpreta um jovem inteligente e desocupado que entra numa espiral de suave paranóia após o desaparecimento da vizinha que estava paquerando.
não suporto ter que parar filme pela metade só acontece quando o filme é tão ruim que não tem condição de continuar esse é o exemplo de filme que não dá para ir até o final simplesmente sem história não tem como prender a atenção não indico para ninguém
Silver Lake é um bairro comercial e residencial, que fica localizado na região centro-leste de Los Angeles, e que é conhecido pelo estilo de vida moderno. É nesse local, bem como em toda a cidade de Los Angeles, que se passará a trama do filme "O Mistério de Silver Lake", dirigido e escrito por David Robert Mitchell.
A obra tem uma trama básica central - a busca de Sam (Andrew Garfield) pelo paradeiro de sua vizinha (Riley Keough) desaparecida - e, a partir dela, "O Mistério de Silver Lake" começa a abordar diversos temas ligados a teorias conspiratórias, como seitas e mensagens subliminares. Como Sam em si já é um personagem problemático, pois não tem um emprego fixo, está envolto em dívidas e aparenta estar perdido, na maior parte do tempo, o que iremos nos questionar é se tudo o que ele investiga faz sentido ou se, na verdade, Sam está ficando é louco!
"O Mistério de Silver Lake" é um título bastante apropriado para esse filme, pois a trama escrita por David Robert Mitchell nos deixará com a impressão de ser um grande mistério incompreendido. Esta é uma daquelas obras que dialogará com poucos - certamente, somente com aqueles que entendam a sua mensagem de forma verdadeira. Para mim, o filme deixou a sensação de ser uma verdadeira bagunça, como se David Robert Mitchell não tivesse sido bem-sucedido em transpor para a grande tela todas as suas ideias.
Assim, a melhor forma para tentarmos definir "O Mistério de Silver Lake" é vê-lo como um filme conceitual, como um experimento. Só dessa maneira para encontrarmos um sentido em tudo o que assistimos no decorrer dos longos 136 minutos de duração.
O mistério de Silver Lake é um filme de suspense/mistério que contou com a direção e roteiro de David Robert Mitchell. Na trama, acompanhamos Sam (Andrew Garfield), um jovem sem pretensões na vida, que encontra uma garota perfeita: Sarah (Riley Keough), a sua vizinha. Ao passar apenas 1 noite com Sarah, Sam se apaixona. POrém, a mesma desaparece no dia seguinte. Sam começa a investigar por contra própria, tentando encontrar pistas de forma inusitada. Contudo, não sabemos até onde pode ser loucura ou não da parte de Sam. Entendo perfeitamente que Mitchel coloca uma sátira conspiracionista e distopica para realizar críticas ao que está por trás da pesada indústria comercial/cultural de Hollywood. Mas sinceramente não me pegou. Até se tenta criar uma atmosfera confusa e delirante com Sam, um jovem que está se afundando na vida, ou em outras palavras: fracassando no capitalismo atual. Mas o desenvolvimento além de lento, parece rodar em círculos e parece nao querer chegar em lugar nenhum. O pouco de suspense fica para o começo do filme em que a bela jovem some ( o sonho de Sam) e no seu desfecho (onde foi para o sonho). Mas de resto é muito linguiça. O ponto alto do filme sao as críticas a cultura em si ( a música, na parte do compositor, no jogo de Nintendo, na revista de mulher pelada e até num quadro). Garfield tbm entrega o que pode. Faz bem o papel de jovem desequilibrada e sem saída/perspectiva. Mas o filme sai muito prejudicado ao tentar no seu roteiro e desenvolvimento. Uma pena, pois a temática é ótima e ainda atual.
Filme horrível, atuações sofríveis, roteiro confuso... não consegui terminar de assistir. A minha única recomendação é que não percam seu tempo com isso, melhor ficar uma hora e quarenta minutos fazendo um tratamento de canal no dente...
Bom, eu vou ser uma das poucas pessoas que cederam cinco estrelas a esta obra-prima. Mesmo ciente de que não sou um crítico de cinema nem um profissional do campo, portanto, minha crítica será nada mais que um reflexo da minha opinião, eu vim defender o talento do diretor David Robert Mitchel na elaboração de um longa-metragem surrealista rico em mensagens e humor negro. O filme não me fez rir, mas, paradoxalmente, fez-me sentir o humor e, bem, alguns diálogos como a cena em que o protagonista, uma alusão nítida a todo o grupo que compõe a geração Millennial, encontra o Compositor é uma cena fantástica e repleta de simbolismos. Estou consciente dos problemas de ritmo que o filme possui e da sua incapacidade de manter parte vigente dos telespectadores atentos às invencionices que transcorrem nas duas horas e dez minutos do filme. Eu compara este filme às obras de Alejandro Jodorowski, que, para quem já assistiu aos seus filmes, é até bem mais palatável e menos monótono, pois você se permite sentar e aproveitar a experiência de tentar descobrir o que está experienciando. É de fato, uma pena, que alguns pessoas não gostaram do filme, pois a interpretação de Andrew Garfield não somente encasou perfeitamente com o filme como também me cativou desde o princípio.
Acredito que um ator tem que tirar estigmas ou esteriótipos de seus personagens e se arriscar a fazer papéis diferentes do . É bom pra todos. Mas desta vez Garfield parece estar querer a acabar com a carreira.
Que filme horrível, não recomendo a ninguém. O início pareceu interessante, a sinopse era legal, mas ao decorrer só filme, é péssimo. Atuação ruim, história confusa e mal escrita, final horrível. Parece que quem escreveu estava sob efeito alucinógenos, não percam 2 horas de sua vida.
Adorei o filme, de fato não para o grande público que gosta de assistir o óbvio e convencional, este filme de prende na teia do simbolismo mensagem subliminar, o protagonista é esquisofrenico, e muito observador, o diálogo com o " compositor" emana várias mensagens sobre nossa cultura e como vivemos e que tudo é manipulado, gostei demais .
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