Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Rafael S
1 seguidor
46 críticas
Seguir usuário
0,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2025
Que filme horrível, não recomendo a ninguém. O início pareceu interessante, a sinopse era legal, mas ao decorrer só filme, é péssimo. Atuação ruim, história confusa e mal escrita, final horrível. Parece que quem escreveu estava sob efeito alucinógenos, não percam 2 horas de sua vida.
tive uma experiência diferente, o filme nos deixa uma impressão de falta de significado em tudo, ele parece ser um rapaz perturbado com mania de ver conspiração em tudo, acho que ele mistura a sua realidade com as suas teorias de conspire começa acreditar que tudo é real. Buguei, mas gostei.
simplesmente um filme horrível, sem sequer um sentido no final, o cara é louco? as pessoas são loucas?, que merda esta acontecendo ali?, e por que diabos perder horas e investimentos na produção de um filme ridículo, vamos falar a verdade, ninguém quer terminar aquela coisa, Teorias da conspiração? para mim a única teoria clara naquele filme, é de que esse filme foi feito para acabar com o nosso interesse, simplesmente .
A maioria das pessoas pode assistir a esse filme e achar que ele não faz sentido, mas a verdade é que existe um público-alvo, que são aqueles que gostam de desvendar enigmas, entender o que está nas entrelinhas e descobrir o significado do simbolismo em mensagens e suas conspirações. O mistério de Silverlake trouxe isso em seu cenário distópico, com boa trilha sonora. Quase leva minhas 5 estrelas, mas infelizmente achei que faltou trabalhar um pouco mais a história da mulher coruja.
Depois do ótimo Corrente do mal , o diretor Robert Mitchell se sai com essa péssima experiência cinematográfica. O filme tem estética pretensiosa e moderninha com algumas sequências lembrando o clássico Dublê de Corpo de Brian de Palma. Mas o roteiro é cheio de furos e cenas desnecessárias e histórias paralelas que no final acabam não fazendo sentido algum. A resolução da trama é risível e absurda dando a impressão que o diretor se cansou depois de tanta enrolação e resolveu chutar o balde. Uma completa perda de tempo.
Ambientado numa Los Angeles decadente e onírica, o longa acompanha Sam, um homem desempregado e obcecado por códigos ocultos na cultura pop. O que começa como a busca por uma vizinha desaparecida logo se transforma em um mergulho paranoico por uma realidade fragmentada — ou talvez alucinada.
O mérito do filme está em sua construção labiríntica, cheia de pistas, símbolos, referências à cultura pulp, zines, teorias da conspiração e segredos subliminares. No entanto, esse universo carregado de mensagens e signos não é isento de consequências: ao longo da trama, surgem indícios de que Sam pode ser mais do que um voyeur inocente — talvez um assassino. Ele mata o compositor, tem a pistola usada no assassinato da filha do bilionário, e o desaparecimento do quadrinista logo após seu contato sugere algo mais sombrio.
O filme evita a clareza, o que pode frustrar quem busca respostas diretas. Mas é justamente nessa ambiguidade que ele provoca. Sam é herói ou vilão? Detetive ou louco? O filme não diz — apenas nos prende no mesmo labirinto de obsessões que consome seu protagonista.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade