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Ccine10
Felizmente os filmes de terror estão usando do seu potencial de atração para colocar em pauta temas importantes para a sociedade refletir. "A Casa do Medo" usa o formato clássico do gênero para mostrar como um trauma pode ser usado como impulsionador na vida da vitima.
Critikat.com
"A Casa do Medo - Incidente em Ghostland" se inscreve na genealogia de uma estética de terror americana à qual o diretor presta homenagem (Carpenter, Rob Zombie) enquanto elabora, com a ajuda de um roteiro esperto, um torture porn desagradável a gosto.
O Globo
Pascal entrega um roteiro com reviravoltas inteligentes e dá uma espetada na misoginia que costuma assombrar o estilo ao misturar fantasia e realidade, demonstrando que a mente pode ser uma poderosa arma contra a violência.
Estado de São Paulo
O diretor investe no terror psicológico, fazendo com que o público viaje nas sensações da personagem de Crystal Reed. São cenas brutais. Vão exigir estômagos – e corações – fortes.
The Hollywood Reporter
“A Casa do Medo - Incidente em Ghostland” parece obcecado com a ideia de fazer as protagonistas sofrerem. Laugier traz um sadismo pedófilo, é tudo muito doloroso e cada cena provoca uma tensão como um soco no estômago.
Télérama
Apesar de se arriscar com cenas mais explícitas, Pascal Laugier consegue entretanto explorar bem o imaginário. [...] Uma narrativa sofisticada que segue de modo brilhante a lógica do pesadelo.
Variety
Alguns fãs de terror podem desfrutar de um frisson com “A Casa do Medo - Incidente em Ghostland”, mas o resto de nós se sentirá um pouco enjoado sobre a maneira como Laugnier mostra meticulosamente o sadismo [...] Tudo parece escorregadio, intenso e desagradável, com uma crueldade sem sentido.
Cineweb
O filme tenta elevar – ou extrair algo de novo – da velha história de casas invadidas por loucos sanguinários. Mas nem a direção de arte caprichada com bonecas grotescas e a reviravolta conseguem injetar algum frescor.
Observatório do Cinema
O primeiro e mais visível tropeço do filme são os vilões, que não possuem profundidade alguma e são apresentados como caricaturas […] A direção de Laugier, então, é quase tão frustrante quanto os superpoderes dos vilões.