A Forma da Água
Média
4,2
1870 notas

162 Críticas do usuário

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jrcampos
jrcampos

10 seguidores 54 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
Um conto de fadas do século XX! Excelente atuação da protagonista e de todos os coadjuvantes. Fiquei “grudado” no filme o tempo todo. Uma história mítica.
Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2018
Com 13 (merecidas) indicações ao Oscar 2018, A forma da água vem para marcar história no cinema mundial. Mais um trabalho genial do diretor Guillermo del Toro, feito com todo o carinho para agradar em cheio seus fãs, merecendo palmas e elogios!
A bela obra traz um grande elenco e mistura romance, política, ecologia e sociedade em uma história magnífica: no período da guerra fria, a zeladora Elisa (brilhantemente interpretada por Sally Hawkins) trabalha para o governo. Difícil não se afeiçoar a vida e os dilemas de Elisa, que em muitos momentos lembra a Amelie Poulain de Jean-Pierre Jeunet, em uma versão muda, picante e muito mais realista. Elisa acaba dividindo a cena com suas companheiras de faxina, em um laboratório secreto. Lá, entre dramas e dilemas, acaba se deparando com uma criatura fantástica. Por ser muda, a zeladora consegue se comunicar com o monstro Sul Americano, criando fortes laços que poderão mudar o seu mundo. E o de todos em sua volta.
Falando na criatura mágica, Guillermo del Toro tornou-se um mestre em criar personagens especiais: a incrível maquiagem, a interpretação de Doug Jones (Que também atou como o monstro do O labirinto de Fauno e o surfista prateado do Quarteto fantástico), e todas as características do homem-anfíbio cativam e provoca reações no público, indo do choro ao riso, trazendo-o para dentro da ação.
Juntos, os protagonistas Elisa e a criatura terão que lutar contra seres humanos mal intencionados, sedentos pelo poder, e que não se importarão em matar ou destruir para vencer a corrida espacial e conquistar o mundo nos anos 60.
Quem são os monstros de verdade? E quem são os mocinhos? Entre o amor e a maldade, o filme trabalha todos os seus aspectos em qualidade máxima: roteiro, fotografia, trilha sonora (com direito a uma divertida melodia de Carmen Miranda!), elenco super afinado, direção, temas de época, belas homenagens ao cinema, pintura e a música. Realmente fantástico.
Quem assistir A forma da água poderá sentir-se dentro da ação, com grandes momentos de romance, suspense e algumas cenas cômicas. Uma obra que merece respeito, digna de todos os elogios recebidos de público e crítica. Uma grata surpresa para o cinema mundial, A forma da água é simplesmente Imperdível!
Por RicBrandes
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2018
Guilhermo Del Toro é um dos poucos cineastas atuais capazes de trazer uma história em tom fabulesco mesclado a um tema ou situações que refletem cruelmente nossa realidade. Diretor de obras marcantes como O Labirinto do Fauno e A Colina Escarlate, entre outras obras dignas de muita atenção, ele nos traz com A Forma da Água um misto de fantasia com romance e dramas que envolvem a auto-aceitação e o preconceito racial, étnico e social.

Logo nos primeiros instantes do longa já conseguimos notar essa mesclada de tons, do suave ao impactante, quando Del Toro mostra os hábitos matinais de sua protagonista – no caso, o ato de se masturbar em uma banheira – que funciona ao mesmo tempo para representar um desejo tão comum do ser humano, que parece ser tratado com reprovação por alguns – nisso, nos apresentando Elisa - vivida por Sally Hawkins, ela é uma mulher que perdeu a fala devido a um acidente na infância e, trabalhando na limpeza de um laboratório de pesquisas cientificas do governo norte-americano nos anos 60, acaba conhecendo uma estranha criatura (Jones), pela qual passa a se sentir atraída – mas os interesses em examinar cruelmente o ser pelo perigoso investigador Richard (Shannon), coloca em risco a relação de Elisa e, também, a vida do “Homem-Anfíbio”. Contando com a ajuda de seu amigo Giles (Jenkins) e de sua amiga de trabalho, Zelda (Spencer), Elisa começa a tramar um plano para libertar a criatura, que não pode ficar muito tempo longe da água.

Dentre a situação que poderia soar “absurda” para alguns – um humano se relacionando com um ser de outra espécie – o diretor (e também autor da ideia original e roteiro, junto de Vanessa Taylor) apresenta uma história que reflete diretamente inúmeros tipos de descriminação que nossa sociedade tanto exala – por isso, repare que todos os personagens tem problemas com relação à isso: Elisa é discriminada por não falar, a Zelda da sempre excelente Octavia Spencer é vitima do racismo – além de ser obrigada a aguentar o machismo que lhe é conferido em casa (pelo marido folgado) e no serviço – o Giles do também ótimo Richard Jenkins também precisa se “esquivar” do preconceito por sua orientação sexual e até mesmo o arrogante e (pasmem) preconceituoso Richard – em uma atuação formidável de Michael Shannon – também acaba sendo um sujeito vitima de um sistema injusto que a sociedade acaba impondo – afinal, ele é regido apenas por tentar ser bem aceito pelo general Hoyt (Searcy), que não hesita em afirmar que é necessário ser “mais do que decente” para trabalhar para o governo – algo que ocorre em outro grau com o personagem de Michael Stuhlbarg, um espião russo disfarçado de cientista, mas que não suporta ver as atrocidades contra a criatura capturada, indo contra seus princípios científicos – tudo isso, dando a cada personagem perfis bastante multifacetados, deixando-os bem longe de serem previsíveis em seus comportamentos e atitudes.

Mas nada disso seria crível caso o alicerce central do filme não funcionasse – e esse “alicerce” chama-se Sally Hawkins – vinda de papeis mais simples em filmes como Godzilla e Paddington, a atriz tem uma difícil missão: se comunicar e se expressar sem falar – algo que não é para qualquer ator – indo além da linguagem dos sinais, Hawkins demonstra com seus olhares e expressões faciais (além de seu corpo) toda a repressão que sofre e, ainda assim, o desejo de querer se libertar deste mundo opressor à ela – seu olhar ingênuo, mas que carrega a vontade de reagir contra os homens terríveis ao seu redor, é ainda eficaz para demonstrar seu fascínio pelo Homem-Anfíbio, que, ao contrário dos humanos, não a descrimina ou a deixa de entender por apenas ela não ser capaz de falar – afinal, não deixa de ser interessantíssimo como ela, que não fala, se torna a primeira pessoa a conseguir se comunicar com a criatura – que, vivida por um super maquiado Doug Jones, é um dos seres mais bem criados nos últimos anos em hollywood, principalmente, pelo fato da opção do diretor em exigir efeitos práticos, ao invés de recorrer ao pouco atraente CGI – lembrando um dos personagens de O Labirinto do Fauno, é claro.

Com um visual extremamente bem elabora em seu design de produção, a fotografia do filme também tira proveito direto para exprimir todo o tom triste que seus personagens passam – o apartamento de Elisa e Giles, acima de um cinema, com seus corredores escuros e paredes sujas, mesclados com uma sala de estar cheia de pinturas, que automaticamente expressam um desejo de mudar ou sair deste mundo – ou a concepção extremamente fria do grande laboratório do governo, sempre refletindo um tom de verde escuro que nos remete a insalubridade e, da mesma forma, o tanque onde a criatura se vê presa – tudo isso passando uma ideia de que água é algo necessário para melhorar tais “impurezas” – evidentemente, uma representação do amor – tal aproveitamento se dá também com o trabalho de efeitos sonoros, especialmente com os grunhidos do ser aquático ou para serem aplicados nos momentos de suspense – envolto da ótima e delicada trilha-sonora de Alexander Desplat.

São todos esses detalhes que mostram a riqueza criativa do diretor – conseguindo de maneira bonita, simpática (sem apelações) e emocionante transmitir como um sentimento como esse é tão banalizado por muitos – talvez isso, sendo o principal motivo de todas as discriminações étnicas, raciais e sociais que nos deparamos – mostrando que o amor existe e atua sob qualquer forma – tão essencial quanto a água para nos mantermos vivos, de fato. Poucas vez que uma fantasia soou tão real em um filme.
Maristela G.
Maristela G.

7 seguidores 17 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2018
Tive ímpeto de bater palmas quando acabou o filme. Que filme lindo! Que atuações! Direção e edição impecável. É uma linda homenagem ao cinema.
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2018
Uma obra-prima. Conto de fadas esperto e sedutor, é um filme que contrapõe a poesia e a crueza ao falar de dores, inadequações e o aterrador alcance do desrespeito às diferenças. Usando a Guerra Fria como moldura a uma vibrante e diferente história de amor, vai nos enredando num novelo de encantamento e crença. Os acontecimentos desencadeados pelo medo vão sendo mesclados às nuances do amor e nos remete a outro filme do diretor, o estupendo O LABIRINTO DO FAUNO, que trata da esperança encontrada através da fantasia num mundo em guerra (no caso, uma Espanha arrasada pelo franquismo). A FORMA DA ÁGUA tem elenco arrasador, fotografia evocando a década de 1950, uso hipnótico da música.
Para os românticos: imperdível !
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2018
A forma da água, é um lindo e delicado filme tanto narrrativamente, quanto visualmente. O filme apesar de ter um éstoria muito bizarra aos olhos de alguns, às trata com tanta normalidade e delicadeza que faz com que o espectador acabe se envolvendo com essa "estranha" estoria onde uma mulher se apaixona por uma criatura marinha
Ainda vale falar que o filme trás lindas falas(frases) como:"Quando ele olha para mim ele não percebe o quão vazio e incompleto eu sou, ele apenas me ve pelo que eu sou", isto além de uma linda trilha sonora acompanhada por excelentes atuções!
Emfim, mais um filme para ficar de olho no Oscar!
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 481 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
13 indicações ao Oscar!
A FORMA DA ÁGUA (The Shape of Water

Escrito, dirigido e produzido por Guillermo del Toro, A FORMA DA ÁGUA chega como o grande favorito ao Oscar 2018. O longa está causando uma grande repercussão e eu estava ansiosíssimo pra conferir a mais nova obra tão badalada de Del Toro.

Acabei de sair do cinema arrepiado, com um frio na barriga, completamente impactado e emocionado. A FORMA DA ÁGUA não é somente o melhor trabalho de Del Toro até aqui, mas é também o melhor filme do ano (estamos no começo do ano e eu já afirmo com total certeza). Um filme lindo, impactante, emocionante, tocante, verdadeiro, leve, suave, gostoso, com todas as qualidades possíveis. Um filme que não se prende em rótulos, que flui de acordo com a imaginação de cada um, uma fábula, um conto, uma peça teatral, uma fantasia, uma poesia, uma passagem, tudo o que a sua imaginação buscar você pode colocar no filme.

É impressionante a forma como Del Toro conduz o longa, a forma como ele traça toda sua história, a maneira como ele escreve um roteiro original e encaixa em uma parte verídica da história norte-americana (a corrida espacial entre os EUA e a União Soviética nos anos 60). Esse é o filme que define completamente o Guillermo del Toro, com todas suas qualidades e suas características, com todos os seus ingredientes que já observamos em seus longas anteriores (como O Labirinto do Fauno). Um roteiro completamente coeso e muito bem amarrado, muito bem encaixado, onde podemos observar o cotidiano de Elisa (Sally Hawkins) entre seu trabalho e sua casa. Até o momento em que ela descobre a criatura presa no laboratório, é nesse exato momento que o filme cresce e ganha toda sua magia, nos conduzindo para um universo sublime e avassalador, com uma linda e tocante história de amor do mais alto escalão da história do cinema.

A FORMA DA ÁGUA é sublime e angustiante, é lindo e tenebroso, é mágico e espantoso, é um filme que consegue arrancar os nossos mais profundos sentimentos de alegrias e tristezas. Eu me prendi ao filme, me doei ao filme, me teletransportei para o filme, é como se eu pudesse vivenciar a história de Elisa. A magia que eu vivi na sala de cinema acompanhando esse filme é algo completamente esplêndido, completamente diferente de tudo que eu já passei. Toda trajetória de Elisa, a sua descoberta do verdadeiro amor, a forma como ela consegue observar a criatura e trazê-la para o mundo real, até mesmo suas comparações, uma vez que a própria Elisa também se considera um ser diferente (por todos os acontecimentos que ela passou em sua vida desde o dia em que nasceu), é algo completamente mágico e verdadeiro.

Del Toro colocou sua criatura no filme pra fazer o nosso cérebro parar, nos dar um choque de emoção, nos mostrar um história fictícia que podemos facilmente trazê-la para o mundo real. É completamente sublime e geniosa a forma como podemos facilmente classificar a criatura em questão, como um deus, um monstro, um ser fantasioso ou, até mesmo uma figura inexistente, algo da imaginação de Elisa. Tudo no filme te dá margens pra sua imaginação, é essa a magia de Del Toro, é essa a genialidade em questão. Você pode facilmente classificar Elisa como não-humana, pode facilmente encaixá-la como uma mulher-peixe, ou você pode se deixar levar pela sua imaginação e colocar a sua forma e sua interpretação. É completamente fantástico!!!

Não foi à toa que o longa obteve 13 indicações da academia, tudo funciona com a mais perfeita genialidade, com a maior riqueza de detalhes possível. A trilha sonora de Alexandre Desplat é completamente genial, maravilhosa, fantástica, é o casamento perfeito. Uma trilha sonora rica em detalhes, bem ajustada, bem encaixada, que nos imergia completamente na história, que nos passava a dimensão da magia em tela (belíssima indicação ao Oscar para Alexandre Desplat). Uma fotografia graciosa, delicada, com um tom esverdeado que ficou completamente estupendo. A direção de arte do filme é pra ganhar aplausos de pé, um trabalho incrível, uma perfeição de detalhes absurda. Podemos observar uns cenários muito bem encaixados pra época, com tudo muito bem montado, muito bem trabalhado, tudo funcionando perfeitamente, com uma ambientação incrível. A forma como Del Toro usa suas câmeras nas capitações de detalhes é esplêndido, com focos muito bem ajustados, com tomadas de cenas grandiosas que nos permitia observar o rosto e as expressões faciais de Elisa de uma forma magistral (merecedor do prêmio de Melhor Diretor).

Sally Hawkins está genial, está brilhantemente perfeita! Uma atuação forte, destemida, de uma entrega maravilhosa, um trabalho estupendo. Uma personagem muda que passa o filme inteiro sem dar uma palavra, que usa suas expressões com muita genialidade, que nos cativa e nos emociona somente com o olhar - SENSACIONAL! Sally Hawkins é a magia de Del Toro e entra muito forte na disputa pelo prêmio de Melhor Atriz do ano. É minha favorita e torcerei fervorosamente pra ela, apesar de todo favoritismo de Frances McDormand.

Temos ainda excelentes destaques no longa como Michael Shannon, que está maravilhosamente bem! Um personagem forte, impetuoso, agressivo, intrigante, machista, preconceituoso, sádico, que pode ser muito bem tachado como o vilão de Elisa. Um trabalho sensacional de Michael Shannon! Richard Jenkins que está indicado ao Oscar também entrega um ótimo trabalho. Ele funciona como o grande amigo de Elisa, ele a ajuda de todas as formas, até mesmo comprando a sua ideia de fuga com a criatura. Carismático, engraçado e muito bem em cena, Richard Jenkins completa a personagem de Sally Hawkins com muita grandeza. Octavia Spencer faz a amiga de trabalho e a confidente de Elisa. Gostei do trabalho entregue pela Octavia, ela está bem, ela se coloca muito bem em cena, tem seus momentos engraçados e dramáticos. Porém, achei bem normal, nada que justifique sua indicação ao Oscar. Gostei do personagem do Michael Stuhlbarg, acho que ele contribuiu muito bem pra trama. E como não destacar o trabalho de Doug Jones - simplesmente incrível. O grande amigo e parceiro de décadas de Del Toro, que dá vida aos seus inúmeros monstros.

Portanto: O mais novo trabalho de Guillermo del Toro é uma verdadeira obra de arte cinematográfica, uma belíssima obra-prima, uma pérola, uma obra poética. Nos entregando um final surpreendentemente magnífico, uma cena final aberta, que você pode interpretá-la da forma que você quiser - É INCRÍVEL! Fortíssimo candidato ao "Melhor Filme do Ano" e meu preferido com toda certeza.

"Brilha Del Toro, chegou a sua hora" [03/02/2018]
Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2018
Obra prima e um dos melhores filmes de 2018, se não for o melhor! Filme indicado a 13 óscar, record no ano, com destaque para melhor filme, direção com Guilhermo Del Toro, super favorito para levar a estatueta, atriz Sally Hawkins, que está deslumbrante, sensual e sublime, mais que merecedora em está indicada e se ganhar não será um absurdo, temos ainda Maichol Shannon, que está incrível e um dos destaque do filme, mas infelizmente não foi indicado, vai entender né.. fora também o ótimo Richard Jenkins em sua 1º indicação óscar, merecido! Elenco ainda conta com a maravilhosa Octavia Spencer, também indicada, Michael Stuhlbarg que é um absurdo não está indicado esse ano, tendo dois papeis memoráveis, em A forma dagua e Me chame pelo seu nome. Roteiro muito bem desenvolvido, com tiradas de câmera de 1° qualidade, trilha sonora linda, que passa a sutileza do filme de uma forma apaixonante. A Forma Dagua é bem construída do início ao fim e nos sensibiliza com um dos maiores sentimentos, O amor!!!!
Henrique S.
Henrique S.

7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de março de 2018
Impossível para mim escolher somente um adjetivo para esse filme.O filme é incrível do início ao fim,fui com expectativas altas e fui recompensado com uma das histórias mais lindas que já vi (melhor romance,melhor fantasia da minha vida),nada a reclamar as atuações de todos estão ótimos destaque para Sally Hawkins (que está expressiva sem falar uma palavra,cativante,a gente torce por ela e compramos o amor dela pela criatura) e Michael Shannon (um vilão racista,machista e etc.Uma boa atuação esperada,mais não digna de Oscar,apenas o esperado).Guillermo Del Toro dirige muito bem o filme,não é atoa que esta agarrando todos os prêmios é incrível o trabalho dele aqui.A fotografia linda destacando a cor azul e verde pra significar a água,o monstro,até o papel de parede e da cor da água e de se encher os olhos.O fato do filme se passar na Guerra Fria tenta agregar mais e mostrar a guerra dos Estados Unidos e os Soviéticos mais deixa a desejar e fica esquecido e pouco aproveitado,mais nada que incomode tanto assim a experiência encantadora de A Forma da Água.Se pudesse definir o filme numa frase diria o seguinte:"Seria como se a Disney fizesse um filme de princesa,só que para adultos".
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de junho de 2018
Uma obra prima do cinema homenageando o cinema com uma bela fábula de amor, onde consideramos justa toda forma de amor. Um filme com interpretações impecáveis da atriz principal e dos coadjuvantes também. Imagens impecáveis com uma fotografia perfeita. Vale a pena assistir um filme tão belo em todos os sentidos. Recomendo a todos.
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