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Ricardo L.
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3.227 críticas
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3,0
Enviada em 1 de abril de 2019
Um filme com potencial previsto ou seja o mais do mesmo! Um assassino atrás de sangue e uma mocinha tentando se livrar do mesmo, diferencial é que ela é muda e surda, isso dar um pouco de ênfase na história, gerando um pouco de energia para o terror, mas os cliches são tantos que exagera e deixa o telespectador com sono, mas para o dia qualquer vale sim a pena assistir.
-Filme assistido em 17 de Abril de 2016 -Nota 2/10
Tem algum tempo que filmes de terror/suspense não conseguem impressiona,e colocaram o gênero em alerta máxima. Diante disso,vimos,o sucesso de "Hush-A Morte Ouve".Só que é um sucesso em vão.O filme é mais um a entrar na lista dos piores a serem produzidos na década.
Temos o mesmo assunto de sempre.Casa solitária no meio do nada,perseguição que se estende até o fim,sem nenhuma lógica aparente,falhas ridículas durante a trama. Temos um vilão desmotivado,a ideia era de talvez o tornar em mais um ícone do terror,daqueles reconhecidos facilmente pela sua máscara,só que não.O personagem fica no máximo apenas 15 minutos com o adereço,depois revela sua identidade.
O diretor Mike Flanagan ainda não me convenceu.Depois de dirigir "O Espelho",um terror bem parecido com este,ele não mostra nenhuma evolução.Esperaremos o próximo.
Filminho bem fraco sobre moça surda e muda que vive sozinha em uma casa cheia de janelas e no meio do mato. Um intruso irá tentar matá-la e adivinhem o final. mais do mesmo e sem nenhuma criatividade. Fuja.
um filme bem tenso não imaginava que fosse me surpreender a história até que é manjada mas o decorrer do filme te deixa meio preso para saber o que vai acontecer na média até que achei um bom filme
A originalidade do filme foi trazer uma protagonista surda-muda (em muitos momentos sua fisionomia me lembrou a Angelina Jolie) para a trama, fazendo-a mais vulnerável. Casa no meio da mata, morando sozinha, sem vizinhos por perto, isso é clichê há muitos anos. O roteiro do filme é ridículo e absurdo ao extremo. O psicopata por acaso era um vampiro que não poderia entrar na casa, sem ser convidado? Tudo bem, ele queria mexer com a emoção da vítima. Mas depois de apanhar mais de uma vez, não seria motivo suficiente para o lunático adentrar ao invés de sofrer com a dor e a sensação de estar sendo humilhado pela vítima? Também foi possível identificar várias falhas durante o "curta" (70 min de filme), duas delas: na banheira, onde a ação em câmera lenta deixou mais evidente ainda a falta de sincronismo durante a cena e a do saca-rolhas que evitarei spoiler, mas basta prestar um pouco de atenção à cena.
No meio de tantas obras com um conteúdo repetido a falta de novas ideias é obvia e Mike Flanagan,responsável por o espelho,nos dá uma boa idéia em mostrar o pavor de uma deficiente auditiva nas mãos de um maníaco.Maddie é uma escritora que está em sua casa isolada e em uma noite ela começa a ser atormentada por um assassino.A sinopse do filme é curta e o filme é bem simples,o diretor usa bem a questão das limitações da protagonista que faz um jogo de caça e caçador onde ela tem que usar a cabeça para fugir da situação.O roteiro do filme é eficiente,parte logo ao ponto e dá um ritmo muito bom aos 2 primeiros atos onde o filme sempre se mantém a um alto nível,apesar disso ele se torna um pouco repetitivo e imprime os clichês do gênero com conveniências.A parte técnica é muito boa,com uma fotografia cinzenta e um bom uso de câmera.O elenco é pequeno mas tem a boa atuação da Kate Siegal velha conhecida do diretot com qual trabalhou em projetos anteriores,o John Gallagher Jr. também tem uma boa atuação.Hush tem uma proposta excelente que é bem executada,tem boas atuações boa qualidade técnica e é um bom thriller.
Esse "Hush" é mais um filme de terror pra galera que não quer pensar muito. A ideia de uma protagonista surda é até interessante, mas a execução... é o básico do básico.
O vilão é genérico, e a gente já sabe o que vai acontecer. Tem umas tentativas de susto, mas nada que realmente funcione. Pra quem gosta de filme previsível, é um prato cheio. Pra quem quer algo novo, melhor procurar outra coisa.
Apesar do competente diretor Mike Flanagan e da excelente atriz Kate Siegel o filme é um clichê que não convence onde a mocinha surda/muda recebe a visita em sua casa isolada de um psicopata disposto a matá-la. Nada de novidade, tudo muito previsível. Não vale a pena.
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