Em 1919, o ambicioso Ernest Burkhart (DiCaprio) retorna da guerra em busca de emprego junto ao tio William “Bill” Hale (De Niro), conhecido por sua enorme influência junto a tribo Osage, proeminente nacionalmente após a descoberta de petróleo em suas terras, tornando-se o condado mais rico per capita do país.
Filme bom, mas que poderia ter 1 hora a menos. Deu a impressão de que o Martin quis colocar um monte de amigos no filme, gerando excesso de personagens. Leonardo parece o poderoso chefão, só que mais novo. Os últimos 20 minutos são perda de tempo, especialmente o final com a dança indígena. Ficou parecendo um filme brasileiro de protesto. Creio que no final a história se perdeu um pouco, e o sentimento por justiça desapareceu- poderia ter sido mais contundente.
Sempre olho as opiniões dos filmes aqui antes de assistir. Expectativa altíssima! Mas que decepção! Filme arrastado, parado! Que arrependimento! Apesar do elenco, o filme é ruim! Necessidade ZERO mais de três horas de filme. Pra mim foi tempo desperdiçado! A gente não tá no mesmo mundo que esse povo que tá elogiando e dando nota 5. Outra coisa que me revoltou foispoiler: o papel da protagonista Índia, papel de SONGAMONGA!!! A mina se lascar o filme todo e a gente fica esperando uma reação que em mais de 3h de filme, não teve!!! Não vale a pena!
Confesso que só topei assistir esse filme pq a direção era do Scorcese e com o Leonardo di Caprio... Filme extremamente longo, lento em determinados momentos e cansativo. Scorcese consegue sim, explorar a temática principal da história, porém percebi que o Di Caprio ate tentar demonstrar uma originalidade, encarnar o personagem, mas as vezes força isso. O roteiro poderia enxugar melhor determinadas cenas, o som é bem original, a fotografia é bela. A consideração final é que Scorcese consegue ser gênio em uma história difícil de ser trabalhada. Um filme que tem que ter paciência de assistir para não se perder na história. Nota 8,5
Bomm, estilo scocese com maestria, porém meio parado, sabemos onde a história vai nos levar em determinado modo, vale muito a pena com certeza porém nem entre os melhores do diretor.
Interessante a abordagem, o roteiro, a fotografia, e sem esquecer de mencionar, os atores. Para quem reclama do longa de mais de três horas e perde mais que isso com coisas bem menos interessantes, vai a dica, você não gosta de cinema. E nem se quer entende bulufa alguma. Quando há entrega há de reconhecer, esse filme teve. Resto, sobre opiniões vagas, deixa pra lá. Afinal reconhecer arte não está no roteiro de quem busca imperfeições em cada manifestação artística. Filme bom mesmo. Tchau!
"Assassinos da Lua das Flores" é um baita filme! Martin Scorsese manda muito bem de novo, entregando uma história que começa simples, mas vai ficando cada vez mais pesada e envolvente. Leonardo DiCaprio tá impecável, com uma atuação cheia de camadas, e Robert De Niro, como sempre, arrebenta, trazendo um personagem frio e manipulador. Mas quem rouba a cena mesmo é Lily Gladstone. Ela entrega uma performance tão forte e impactante que você não consegue tirar os olhos dela.
Tecnicamente, o filme é um show. A fotografia é lindíssima, o design de produção te transporta direto pra época, e tudo é feito com aquele capricho que só o Scorsese sabe entregar.
Resumindo: é um filmaço! Só não é pra todo mundo. Quem topar encarar as quase 4 horas vai sair com uma experiência incrível, cheia de atuações de peso, uma história poderosa e uma direção impecável. Mas, se você não tiver paciência, pode ser meio pesado.
Scorsese, como diretor, mostra mais uma vez por que é um gênio. Ele sabe conduzir a história de um jeito que vai te prendendo, começando de forma tranquila e depois te jogando em um redemoinho de emoções. Só que, vamos combinar, o filme é longo pra caramba. Quase 4 horas é muita coisa, e dava pra cortar uns 45 minutos fácil sem perder nada da essência. Não é que o ritmo atrapalhe muito, mas é algo que pode pesar pra quem não tá acostumado com filmes desse tamanho.
Impactante, mas poderia explorar mais a perspectiva indígena. "Assassinos da Lua das Flores", magistralmente dirigido por Martin Scorsese, é um épico histórico que retrata os assassinatos de membros da Nação Osage nos anos 1920, motivados pela cobiça por suas terras ricas em petróleo. A riqueza e profundidade de sua narrativa, direção precisa, revela a crueldade e a cumplicidade envolvidas nos crimes. Apesar de seu impacto, a perspectiva indígena poderia ter sido mais explorada. As atuações, especialmente a de Lily Gladstone, são destacadas, sendo ela considerada a maior força do filme. Em suma, a obra oferece uma reflexão poderosa sobre ganância, injustiça e luta pela dignidade.
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