Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    7 Dias em Entebbe
    Média
    3,0
    89 notas e 16 críticas
    distribuição de 16 críticas por nota
    3 críticas
    4 críticas
    2 críticas
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    16 críticas do leitor

    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    2,5
    Enviada em 30 de junho de 2018
    Em julho de 1976, um voo da Air France de Tel-Aviv à Paris é sequestrado e forçado a pousar em Entebbe, na Uganda. Os passageiros judeus são mantidos reféns para que seja negociada a liberação dos terroristas e anarquistas palestinos presos em Israel, na Alemanha e na Suécia. Sob pressão, o governo israelita decide organizar uma operação de resgate, atacar o campo de pouso e soltar os reféns. mais um filme do diretor brasileiro José Padilha baseado em fatos reais o filme mostra um pouco de tensão mas na maioria das vezes achei meio parado com uma história que não se desenrolava para mim não foi isso tudo⭐⭐🌟
    Carlos G.
    Carlos G.

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    0,5
    Enviada em 23 de outubro de 2018
    Este filme só pode ser PALHAÇADA!!. Querer reeditar melodramaticamente um dos maiores atos de covardia terrorista do século XX para ser olhado pelo lado sentimental dos terroristas é descabido. Historicamente a operação foi muito, mas muuuuito mais ousada do que esse flashback medíocre apresentado usando como tela de fundo uma dança típica. Não mostraram sequer a necessidade de abater em terra todos os MIG da força aérea Ugandesa, para que nenhum decole, nem que o outro pelotão neutralizou um a base de soldados ugandeses, ridículo o filme, tocam na mesma tecla da independencia Palestina, como se já não lhes tivesse sido oferecido isso em mais de 20 oportunidades.
    Victor D.
    Victor D.

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    0,5
    Enviada em 16 de junho de 2018
    Assim que terminei de assistir 7 Dias Em Entebe, eu tive certeza de algo: “a pessoa que escreveu e dirigiu esse filme odeia Israel. ” Quando vi o nome do diretor José Padilha a dúvida virou certeza. Eu tinha 11 anos de idade quando os acontecimentos retratados no filme aconteceram. Aqueles eram anos tensos para Israel, o povo mais perseguido da história da humanidade. Alguns anos 3 anos antes, 7 atletas israelenses foram brutalmente assassinados em plena Olimpiada, e Munique na Alemanha. Os terroristas palestinos, e não existe palestino que não seja terrorista, sequestraram então um avião de passageiros com 256 passageiros a bordo. Exigência dos sequestradores: a libertação de 51 terroristas palestinos. O que fazer então? Israel monta então uma operação de resgate, invade o Aeroporto Entebbe em Uganda na África e liberta a maioria absoluta das vítimas. E por que eu posso afirmar que quem fez este filme odeia Israel? Porque ele é tipo de filme que quer humanizar os bandidos e desumanizar as vítimas. O máximo de tensão passado por um dos sequestrados que você consegue ver neste filme, é uma menina tentando ir ao banheiro e um pai dizendo ao filho para cuidar da mãe e da irmã, caso ele morra. As vítimas são pessoas sem rosto, sem uma história, sem absolutamente nada que possa fazer você se comover com suas histórias. E lembre-se que menos da metade delas eram israelenses. Já os terroristas, dá pena dos coitadinhos que são forçados a sequestrar tanta gente contra sua vontade. Até o carniceiro do Idi Amim Dada, ditador de Uganda, é mostrado como um gordinho simpático. Quem quiser tem uma vaga ideia de quem era aquele carniceiro, é só assistir O Último Rei da Escócia, com o qual Forrest Withaker ganhou um Oscar por mostrar tanta perversidade em um único homem. O mais repugnante neste retrato em branco e preto é o fato de que os sequestradores alemães ficarem com medinho de serem confundidos com nazistas. Gente que é capaz de sequestrar 258 seres humanos e está disposta a matar cada um deles, não tem nenhum tipo de sentimento de caridade. É por isso que eles são chamados de terroristas. A única coisa que eles querem é deixar outros seres humanos apavorados. Nova Jerusalém em Brejo da Madre de Deus em Pernambuco é o maior teatro ao ar livre do mundo. Anualmente é realizado lá o espetáculo A Paixão de Cristo com vários atores famosos. Recentemente o presidente americano Donald Trump transferiu para Jerusalém, em Israel a embaixada dos Estados Unidos, reconhecendo aquela cidade como capital do país. Obviamente José Padilha deve ter odiado. José Padilha, como bom brasileiro amante de vagabundo, vende a velha narrativa de que Israel vive oprimindo o povo palestino e tentou expulsá-lo de suas terras. A verdade é que o povo palestino nunca existiu. Eles são uma nação fake, fabricada com o simples objetivo de eliminar qualquer israelense em redor do mundo. Supondo-se que Israel descubra finalmente que o povo nordestino brasileiro é em sua maioria descendente deles e use toda sua fortuna para comprar o nordeste brasileiro e fundar ali sua Nova Jerusalém, alguma alma sebosa irá inventar que o nordeste era uma terra de palestinos e Israel não tem direito a ela. Você pode achar que estou fazendo gozação com coisa séria, mas a muito tempo houve um boato de que o Japão pretendia comprar o nordeste e o povo nordestino é realmente, mesmo que não saiba, descendente do povo israelense.
    Maristela G.
    Maristela G.

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    4,5
    Enviada em 22 de abril de 2018
    Filme bem dirigido e bem montado. Cada lado mostra sua verdade de modo sensível. Final eletrizante alternando ação e dança, com música casando perfeitamente.
    Glauco d.
    Glauco d.

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    1,0
    Enviada em 6 de maio de 2018
    Filme ruim... Me decepcionou Padilha!!! Precisa ter foco é amor pela profissão para melhorar seu Hall do filme...
    Nelson J
    Nelson J

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    3,5
    Enviada em 21 de abril de 2018
    2 idealistas alemães se juntam aos terroristas da causa palestina e sequestram avião com muitos judeus e o levam para Entebe em Uganda do Idi Amin Dada. O governo israelense tem duas possibilidades, negociar ou atacar e como eles nunca negociam, vão ao ataque e conseguem salvar a maioria. Filme aborda o choque de realidade dos idealistas humanistas alemães, ainda com vergonha dos nazistas, mas despreparados emocionalmente e moralmente para torturar e matar. O chato do filme é um número de dança muito repetitivo e monótono que permeia a estória.
    Felipe P
    Felipe P

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    1,0
    Enviada em 31 de agosto de 2019
    Na cena mais importante e emocionante do filme, que é a invasão do exército Israelita ao aeroporto onde estão os reféns, o diretor simplesmente "caga" a cena, dividindo está cena com uma peça teatral.
    Joseph
    Joseph

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    1,0
    Enviada em 31 de agosto de 2019
    Achei péssimo tudo no filme até a fotografia,quando vi que foi dirigido pelo José Padilha não acreditei,para mim tudo nesse filme foi um fiasco!
    Sabrina M.
    Sabrina M.

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    5,0
    Enviada em 24 de abril de 2018
    Muito bem feito, padrão de qualidade do Padilha! Uma coreografia de dança bem significativa permeia a história dando mais emoção e simbologia. Dialético, direção de imagem e trilha sonora excelentes, vai provocar bastante reflexão.
    Julia Nogueira
    Julia Nogueira

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    5,0
    Enviada em 4 de maio de 2018
    Muito bem dirigido. Consegue mostrar ambos os lados sem muita normatividade e as atuações estão geniais.
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