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    Anon
    Média
    2,9
    127 notas e 18 críticas
    distribuição de 18 críticas por nota
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    18 críticas do leitor

    Giu D. B.
    Giu D. B.

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    3,0
    Enviada em 9 de maio de 2018
    Espero que minha crítica ajude a compreender peculiaridades tecnológicas mostradas neste filme do ponto de vista de um geek :3

    Primeiramente este produto cinematográfico também é uma crítica social (+1 estrela), de que cada vez mais tecnologias estão entrando em nossas vidas pessoas (redes sociais, direitos de privacidade do usuário e a falta de protocolos segurança), dentro de nós (como a aplicação ocular que proporciona realidade aumentada ), os crimes virtuais, mas o foco deste filme é a dimensão de uma falha num sistema operacional em que um hacker/cracker consegue acesso total a qualquer informação/lembrança de forma irrestrita. Um Windows XP da vida bastou para o ransomware WannaCry, fruto de informações e ferramentas vazadas pela NSA em 2017, infectar mais de 300 mil computadores em 150 países e ficariam inutilizados se não pagassem o resgate em bitcoins.

    Na pós-produção (+1 estrela), é latente o investimento nos efeitos sci-fi que me lembram muito Watch Dogs (jogo) e Black Mirror (série), o pessoal de edição teve bastante trabalho para encaixar tudo isso.

    Entretanto, apesar de uma boa pós-produção, não podemos dizer o mesmo quanto à narrativa/roteiro (-2 estrelas) com erros graves ao ponto de se perder a imersão para ficarmos achando as falhas e uma falta de entendimento sobre informática do Andrew Niccol (diretor, produtor e roteirista) que quase comprometeram completamente os enquadramentos, ritmo e atuação nas cenas (+1 estrela).

    spoiler: ***Spoilers*** Anon andando na rua sem chamar atenção seria um problema (mesmo alegando um bug, é algo que se nota). A equipe de investigação é incompetente, se for parar para pensar. Então o detetive (sem disfarce facial digital) vai ser isca de um criminoso que tem a capacidade de acessar dados e lembranças de qualquer pessoa em tempo real justamente depois de uma perseguição entre eles? Ok, vamos expor o nosso detetive (como se fosse a única escolha e justificar o plano por causa da falta de vida ativa sexual) um risco real de morte, para colher provas suficientes e assistidas para uma prisão em flagrante, mas vamos culpar apenas o Sol por deixá-la escapar, certo? Vou fazer uma analogia simplificada para facilitar o entendimento da cena e arregaçar ainda mais os problemas do roteiro: O IP é um registro do dispositivo do usuário para acessar a internet, Proxy é um caminho que um servidor proporciona para o IP/Usuário acessar a rede. Qual a obsessão de quererem saber o Proxy se já tinham acesso a visão de Anon (IP) e também do apartamento (que pelo tamanho e 1 frame da imagem da janela, seria possível estimar sua localização). Particularmente, senti um esforço de uma cena em insinuar que a investigação estava comprometida com um enquadramento estranho para o Sol questionar se estavam seguros. A morte do filho foi uma homenagem/referência ao jogo Heavy Rain? (infelizmente, a relação dos personagens são muito superficiais). Ninguém ficou interessado em prender Anon, mas Sol fez questão de ir no apartamento “indetectável”. A cena final poderia ser cortada, uma transa não justificaria toda essa relação, principalmente tendo em vista personagens extremamente rasos (nem mesmo a morte do filho dele teve um aprofundamento adequado). Bastava o Sol sair da cena anterior, rolar um fade to black e aparecer uma mensagem de Anon.


    ***Vamos falar de coisa boa?***

    Esta produção me lembrou de outras que não mencionei como Blade Runner, Matrix, A Origem, Eu, Robô, Altered Carbon, O exterminador do Futuro, A.I Inteligência Artificial, etc...

    Contando com isso pensei em algumas coisas que poderiam deixar a narrativa mais interessante:

    - Para justificar a missão “suicida” do detetive, ele poderia passar por uma situação parecida que o orc Nick Jakoby do filme Blight onde a corporação queria eliminá-lo.

    - Quando Anon visitou Sol pela primeira vez e não aceitou o dinheiro, passou pela minha cabeça “nossa, ela nem está lá, é apenas uma projeção na mente de Sol”. Na realidade do filme seria possível e além disso, não vejo impedimentos para uma inteligência artificial trabalhar não só para ela, mas para um grupo (talvez seja clichê em chamar-se Anonymous), mas a ideia seria a mesma que no filme V de Vingança, só que no meio digital. Ou talvez aconteça uma crise como em Mr. Robot em que a “Evil Corp” perde para o hackerativismo.

    ***Conclusão ***

    É sempre louvável a tentativa de criação de uma realidade futurista, ainda mais em um produto audiovisual como um filme. A humanidade caminha para essa “fusão” entre a máquina e o humano, mas se você não sabe explicar como funciona essa tecnologia, nem tente. Se quer expor questões jurídicas cuidado para não expor equívocos.

    Com a quebra de imersão do espectador, o filme não se tornou tão interessante como prometia o trailer. A produção no gênero sci-fi é bastante exigente em razão a grandes franquias que existem até hoje e tentam manter o “nível” de qualidade.

    O nome de Andrew Niccol pode ser agora um sinal de cautela para suas próximas produções.
    Yram M.
    Yram M.

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    0,5
    Enviada em 7 de maio de 2018
    Fraquíssimo! Atuações fracas, história boba e previsível. Lembra o episódio "Toda a sua história" de Black Mirror, mas com um enredo empobrecido. não recomendo.
    Nelson J
    Nelson J

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    2,0
    Enviada em 10 de maio de 2018
    Filme bem bobo sobre privacidade e hackers. Uma anônima é suspeita de assassinatos e envolve o policial que a persegue. Nada acrescenta e bons atores e talentos são desperdiçados.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    2,5
    Enviada em 5 de junho de 2018
    O filme Anon, dirigido e escrito por Andrew Niccol, se passa numa realidade em que os seres humanos são controlados por um grande servidor, que, por meio da retina, consegue capturar todas as atividades que as pessoas executam no seu dia a dia. Se nossas atividades estão registradas para a posteridade num servidor, que, como um tipo de tecnologia específico, consegue ser rastreado por qualquer pessoa, então a ideia de privacidade se torna uma utopia – na medida em que as nossas lembranças podem ser acessadas por hackers que consigam driblar as armadilhas existentes nesses sistemas.

    Anon se apoia num grande conflito vivenciado pelo investigador Sal Friedland (Clive Owen), que não consegue solucionar uma série de crimes que começa a ocorrer na cidade, uma vez que a identidade do serial killer não está passível de rastreio, simplesmente porque seus dados não aparecem no sistema. O filme se apoia no relacionamento que o investigador estabelece com uma misteriosa mulher (Amanda Seyfried), que pode oferecer pistas sobre a identidade deste assassino.

    Uma produção original do canal de streaming Netflix, Anon é uma obra de ficção científica que, apesar da premissa interessante, acaba pecando por se render a um verdadeiro clichê do cinema: a necessidade de oferecer ao público uma reviravolta que seja surpreendente. No caso deste filme, o tiro sai pela culatra e acaba prejudicando todo o trabalho de desenvolvimento da trama, que vinha sendo feito a contento até que o quarto final começa a acontecer.
    Jackson A L
    Jackson A L

    Segui-los 5662 seguidores Ler as 726 críticas deles

    2,0
    Enviada em 11 de julho de 2018
    A sinopse me deixou intrigado e resolvi assistir (embora ainda não tenha assistido nenhum filme realmente bom da Netflix) e também pelo calibre dos atores, mas a trama é realmente muito fraca, deixou muito a desejar.
    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    2,0
    Enviada em 5 de maio de 2018
    Anon, todos os seres humanos possuem um tipo de implante nos olhos (o filme jamais explica como tal tecnologia funciona, graças ao bom deus!) que permite que tudo o que cada um vê, ao longo de toda a vida, seja gravado em um servidor “na nuvem” chamado de “O Éter”. Tais imagens podem ser acessadas pela policia para desvendar crimes. Além disso, tal implante permite que o usuário acesse informações em tempo real, como um “google” dentro de seu campo visual, que traduz ou explica tudo o que a pessoa vê. 

    Eu achei um filme muito cansativo, mesmo seguindo um tema que gosto muito, tem uma história com uma pegada de minority report mas bem fraca ⭐⭐
    Ryan
    Ryan

    Segui-los 216 seguidores Ler as 308 críticas deles

    3,5
    Enviada em 17 de novembro de 2018
    A proposta do filme é interessante, para mim não foi nada previsível.
    O que mais encanta no filme em si não é o roteiro, mas sim a temática futurista e extremamente problemática.
    Sem grandes cenários ou caracterização, o foco em si é na visão digital passada.
    MichaellMachado
    MichaellMachado

    Segui-los 562 seguidores Ler as 337 críticas deles

    2,5
    Enviada em 5 de maio de 2018
    Com a premissa de que no futuro, os detetives poderiam vê através dos olhos das pessoas e solucionar o caso mais precisamente e sem sombra de erros. A polícia se depara com hackers que apagam o registro (a memória) e dificultam a prisão do suspeito. Pela história, parece até que seria um filmaço, porém, o filme deixa muita ponta solta e prejudica o entendimento do telespectador. Não conta a origem da tecnologia; o tal vilão nem sequer tem um motivo lógico para cometer assassinato; o protagonista que de repente vira suspeita (o motivo? o mais bisonho possível). por fim, é um filme que começa interessante até cair em algum desinteressante no final. Para passar o tempo, talvez , eu disse talvez, seja uma opção.
    José V
    José V

    Segui-los 4 seguidores Ler as 6 críticas deles

    5,0
    Enviada em 15 de julho de 2019
    Um ótimo Thriller sci-fi britânico, com uma forte CRÍTICA SOCIAL muito atual. É sobre a "Sociedade do Espetáculo", a necessidade q a sociedade moderna criou de se expor, de querer sempre mostrar... A sociedade moderna e as redes sociais. O Andrew Niccol traz esse brilhante roteiro pra mim, pra vc, pra nós da sociedade do espetáculo. Roteiro brilhante, o lindo diálogo final deixa nítido o intuito do filme.

    "Não é que eu tenha algo a esconder. Eu não tenho nada que eu quero que você veja." 
    - Anon(2018)
    Jemimi D.
    Jemimi D.

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    3,0
    Enviada em 6 de maio de 2018
    Suspense palpável pairando sobre uma história futurística em que toda privacidade da humanidade está ao alcance da vista. O que é real? Pode-se acreditar em tudo que se vê? Perguntas que estão presentes em cada cena do filme. No geral eu gostei. Só achei que a Amanda Seyfried não ficou muito natural nesse filme sendo uma personagem gótica, talvez pelos personagens que ela normalmente interpreta. Mas tudo bem. É perdoável. O Clive Owen fez o agente especial de sempre: sério, alcoólatra, perturbado e principalmente amorosamente frustrado. Nenhuma novidade. Ele precisa resolver essas questões nos próximos filmes. O conceito do filme é interessante. Assistam!
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