Maria Madalena
Média
3,4
163 notas

26 Críticas do usuário

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Thiago T
Thiago T

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5,0
Enviada em 21 de julho de 2018
Ao contrário do João e do Judas evangélico que não recomenda o filme.
Eu recomendo pois retrata a visão mulher de Maria .M.
Ela realmente não foi prostituta e afirmar assim que a Bíblia foi reinscrita inúmeras vezes da forma que fosse melhor para Igreja - é difícil de engolir para o protestantes e também para alguns católicos mesmo com papa admitindo o fato..
Para aqueles que têm ouvido de ouvir e olhos de ver este é um filme que não conta tudo, pois teria 5 horas de duração, mas pega as principais partes e mostra uma visão completamente diferente . Recomendo.
Diego V
Diego V

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0,5
Enviada em 26 de julho de 2018
Aos desinformados.
Existiram duas Marias de Magdala citadas na biblia!!!!!!!!!!!!!!!
Nome comum na época. E dizem que a Igreja definiu quer era prostituta. São historias diferentes cambada!!!!!
Filme bom. Não chegou nem aos pés do que Maria de Magdala foi!
Moacir S
Moacir S

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5,0
Enviada em 23 de agosto de 2018
O filme Maria Madalena, de 2018, certamente se configura numa obra de arte que veio para resgatar a verdadeira Maria Madalena e sua importância na vida de Jesus.

Algumas passagens bíblicas estão retratadas no filme; a essência, contudo, centrou-se nos evangelhos apócrifos de uma forma nunca documentada em outros filmes sobre a vida de Cristo.

Com base nos evangelhos apócrifos, conhecemos a verdadeira Maria Madalena, que não tem nada de pecadora, conceito que a própria Igreja Católica modificou, redimindo-se do grave equívoco. Maria Madalena foi, de fato, apóstola de Jesus e quem mais próximo Dele conseguiu chegar, pela interação de amor e pela capacidade dela de entender profundamente as mensagens transmitidas por Jesus, muito mais que puderam compreender os demais apóstolos.

Estes conhecimentos extrapolaram aqueles contidos nos evangelhos oficiais. Os mais belos, essencialmente, puderam ser conhecidos a partir das descobertas dos manuscritos oriundos da mesma época dos evangelhos oficiais. Nos apócrifos, conhecemos o Jesus que transmitiu ensinamentos ainda mais profundos sobre a espiritualidade, especialmente ao ensinar que a divindade está dentro de cada pessoa e que é preciso fazer este caminhar interior na busca do aspecto divino, sendo então, este caminhar interior, a verdadeira passagem estreita, para se chegar ao céu, às diversas moradas (dimensões) e alcançar a iluminação.

No filme, vemos que somente Maria Madalena entendeu o que Jesus ensinava, até porque, sabemos, ela veio para cumprir junto com Jesus a missão espiritual em prol da evolução da Terra, tal como revelei no meu livro “Evangelhos Apócrifos e o Jesus real”.

Para este caminhar intrínseco se faz necessário um estado permanente do ser em termos de elevado sentimento e por ações externas no convívio com as pessoas. Neste contexto, o filme destaca duas virtudes fundamentais: o amor e o perdão. Sem estas práticas, o progresso espiritual não acontece.

Com este prisma, seguir Jesus, verdadeiramente, é Tê-lo como exemplo e vivenciar em nossa vida o que Ele praticou (perdoou seus algozes e amou a todos sem discriminação) e não se prender, apenas, a religiões e frequentar tempos, até porque, Jesus somente por duas vezes em sua vida esteve em templo religioso, uma para contestar os sábios, ainda bem jovem e outra vez, quando adulto tal como mostrado no filme, para contestar fortemente o comércio existente dentro do templo, situação, infelizmente, tão atual.

Jesus deixou belíssimos ensinamentos encontrados no Novo Testamento e, outros, mais preciosos, revelados pelos evangelhos apócrifos. E tudo testemunhado e vivenciado de perto pela melhor entre os apóstolos, por Maria Madalena, quem foi capaz de interagir humana e singularmente com Jesus.

O filme mostra, com rara beleza, a essência do amor de Jesus praticado, assim como a irretocável capacidade de perdoar e a presença amorosa de Maria Madalena com o seu entendimento sobre os ensinamentos de Jesus, deliciosamente suavizado por uma magnífica trilha sonora que dá leveza até aos momentos dramáticos da história de Jesus.

Um filme imperdível para quem quer de fato conhecer os ensinamentos mais profundos de Jesus e saber quem realmente foi Maria Madalena na vida de Jesus e na formação do Cristianismo ainda não totalmente conhecido e menos ainda praticado.

Abraços fraternos, Moacir Sader
Escritor espiritualista e Mestre de Reiki Usui, Karuna e Chama Violeta
Heleno Cardoso
Heleno Cardoso

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de fevereiro de 2020
O filme é fantástico, todo cristão deveria ver, Joaquim Phoenix sempre dando um show a parte nas suas representações, lindas filmagens, excelente trilha sonora, belíssima fotografia.
Victor Alberto A
Victor Alberto A

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de agosto de 2018
Filme excelente! Apresenta uma perspectiva diferente da dos evangelhos da Bíblia, onde estão apenas os textos que convém aos religiosos.... As críticas da imprensa estão em cima do muro, o que achei engraçado devido ao tipo revolucionário de ideia que o filme apresenta e que tem todo um contexto lógico (parece até que a história existiu! rsrs)...
Flavio A
Flavio A

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4,5
Enviada em 13 de agosto de 2018
O filme Maria Madalena foi uma grande surpresa. Positiva! Diga-se. A forma como o diretor decidiu abordar a relação entre Maria e Jesus foi a mais acertiva. Até mesmo para uma trama com pouca base histórica para ser desenvolvida seriamente. Pequenos trechos nos evangelhos, e um apócrifo gnóstico desacreditado por vários historiadores. A forma como Jesus foi retratado também precisa ser lembrado. O Jesus de Joaquim Phoenix é de longe o melhor Jesus cinematográfico dos ultimos tempos, minha opinião. A maneira como ele retrata Jesus caminha lado a lado com as pesquisas atuais do Jesus Histórico. Não mais demonstrando aquele Jesus joanino que, desde o princípio da atividade, transmitia uma segurança como se fosse realmente um ser divino em corpo humano. O Jesus da história tinha muito de humano, e foi exatamente essa humanidade que o fez sentir o sofrimento dos seus iguais. Escolher transmitir um Jesus mais humano, com preocupações e transmissão de sentimento foi a cereja do bolo. Os momentos de curas e a forma como foram abordados também merecem elogios. Maneira diferente de demonstrar algo que, sem sombra de duvidas, muitos sempre imaginavam como algo esplêndido e mágico. Ao contrário de muitos críticos que parecem ter se decepcionado por não terem visto cenas de romance, achei o filme um clássico. Com certeza assistiria mais três ou quatro vezes seguidas.
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