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    Grave
    Média
    3,0
    153 notas e 21 críticas
    distribuição de 21 críticas por nota
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    Você assistiu Grave ?

    21 críticas do leitor

    André S.
    André S.

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    0,5
    Enviada em 22 de agosto de 2017
    O cinema francês - salve exceções - é esquisito! Esse filme é muita coisa: esquisito desde o nome sem pé nem cabeça. É esquista a crítica positva neste site. A história é esquisita, sem nenhum nexo causal a não ser na cabeça de alguém fora de si para produzir uma bobagem dessa. Os atores são esquistos e PÉSSIMO. A protagonista, além de péssima atriz, é feia (padrão francesa dos anos 70'). É sobre canibalismo? Não! É terror? Não! É um drama mais para psiquiatria de problemas mentais do autor e do Diretor desse ridículo filme.

    É horrível do começo ao fim. Mas porquê asssti até o fim? Tão somente para escrever minha opinião e recomendar: não perca tempo com essa desastrosa e péssima obra e nem procure entender como essa imundície ganhou prêmio!
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    4,0
    Enviada em 15 de maio de 2018
    "Grave" O longa francês que fala sobre descoberta e sexualidade com uma abordagem metaforicamente visceral, o desejo e descobrimento pela carne em "Grave" é literal. A película conta a historia de uma jovem vegetariana que após passar por um trote da faculdade começa a ter desejos por carne, de preferencia, humana. O roteiro em uma primeira olhada parece simples, mas o mesmo possui muitas camadas e diferentes interpretações, alguns verão um filme de zumbi em um espectro reduzido, outros verão um filme de terror sobre canibais, outros um filme adolescente sobre vampiros, nenhuma interpretação é 100% errada, mas "Grave" não é um filme de gênero, ele se volta mais para um drama sobre juventude e descoberta, eu posso não gostar do caminho que o longa vai a partir do terceiro ato, mas é indiscutível que seu argumento é ótimo. Com uma fotografia extremamente azulada, e uma câmera na mão, tecnicamente, "Grave" é bom, se utiliza as vezes de câmera subjetiva, não exagera no Gore, é um filme pesado mas sem ser forçado, sua violência é completamente orgânica, seu ritmo pode pesar um pouco, mas é compensada pelas magnificas atuações de Garace Marillier e Ella Rumpf, que se entregam e vivem suas personagens intensamente, alem de uma boa trilha sonora, que combina e da um charme especial ao longa. Podemos dizer que o primeiro filme da promissora diretora francesa Julia Ducournau é um filme de terror, de zumbis, um filme sobre malefícios da hereditariedade, sobre família, sobre descoberta sexual, é um filme de múltiplas interpretações que passa longe da perfeição mas agarra o mérito de ser um ótimo filme.
    Gerson R.
    Gerson R.

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    4,0
    Enviada em 27 de julho de 2017
    Quando se fala em filmes com escatologia, contendo sangue e vísceras voando para todos os lados, é bem fácil pendermos para o pensamento de que tais características evidenciam um filme de terror. Mas, psicologicamente falando, isso também reflete (e muito) a natureza dramática da existência do ser humano, se chocando com a tendência de muitas pessoas em causar danos a outros ou a si mesmo. Raw, roteirizado e dirigido pela francesa Julia Docurnau, ganhou certa fama em festivais pelo mundo a fora por ser confundido com um simples filme de terror – mas é uma obra disposta a ser muito mais do que isso.

    Tendo em mão o tema do canibalismo, Docurnau tenta nos passar, de forma muito subjetiva (como toda boa arte também pode ser), uma história repleta de sensações e emoções que o ser humano costuma experimentar, mas tem vergonha de assumir – poderíamos facilmente trocar o canibalismo por “vicio” ou “compulsão” – ou até mesmo “drogas”, dependendo do caso. Ou “imposições”, já que muita coisa que vivemos hoje em dia é imposta a nós, como um sistema de ensino falho em avaliar a capacidade real de alunos – ou uma forma de inferiorizar ou superestimar algumas profissões – e falo de todos esses exemplos porque são abordados em Raw.

    A história acompanha a jovem Justine (Marillier), caloura em uma universidade de veterinária, onde sua irmã Alexia (Rumpf) já está cursando o segundo ano do mesmo curso – que vem de família, pois seus pais (Preiss e Lucas) já são veterinários. Vegetariana (assim como seus pais) e insegura da vida no campus, Justine logo começa a ter problemas ao ingerir (forçadamente) carne animal durante um trote promovido pelos veteranos do curso. Começando por estranhas alergias na pele, logo a moça começará a demonstrar uma estranha compulsão por comer carne – e não só animal.

    Raw, na verdade, é um grande estudo de comportamentos humanos e de personagens, em especial, é claro, a própria Justine e sua irmã – que, através de uma estranha relação, mostram suas diferenças em encarar o mundo e a vida – Alexia, vivida de forma áspera e fria por uma atuação misteriosa de Ella Rumpf, tenta passar para irmã como mudou sua forma de pensar e agir depois de ter saído de casa – Justine, vivida com uma timidez e olhar de curiosidade quase ingênuo pela eficiente Garance Marillier, expressa muito bem o choque ao ver o mundo da faculdade – com suas festas “clandestinas”, trotes (quase) violentos, imposições e implicações de professores e de bullying, de certa forma, principalmente quando os “sintomas” do canibalismo vão surgindo – que, ainda assim, não deixam o filme tão nojento como muitos estavam dizendo – passando longe de ser grotesco como Holocausto Canibal, por exemplo.

    O roteiro também aborda a questão da sexualidade da jovem – virgem, ela tem em seu companheiro de quarto, Adrien (Oufella), que é homossexual, sua primeira atração sexual – é curiosa a maneira que a diretora aborda a relação (inicial) de amizade dos dois – aliás, com o uso de poucos diálogos nesses momentos, ela consegue causar uma estranha ligação entre eles, que se sentem, obviamente, um tanto deslocados no ambiente em que vivem – culminando, no talvez mais memorável momento do filme, que é justamente a cena de sexo entre os dois.

    Com uma fotográfica bonita e inteligente, que utiliza tons azuis para momentos frios e tons fortes (com vermelho ou amarelo) para ressaltar perigo ou descoberta, lindamente usada na estranha (para não dizer quase bizarra) cena onde Justine descobre sua compulsão por carne humana, de fato – também há o uso de humor, em certas partes, sendo interessante para demonstrar como os temas que citei no inicio são vistos com deboche por parte da sociedade. O filme se beneficia também de um trabalho de som muito bom, evitando os habituais sustos fáceis com ruídos ou barulhos do nada – justamente por não se equiparar a filmes de terror convencionais.

    Pecando apenas por mostrar a relação das duas irmãs com os pais de uma forma um tanto superficial – mesmo que tenha algum motivo para isso – o filme funciona como um retrato metafórico muito eficiente de certas atitudes do ser humano que nem sequer são notadas como errôneas – mesmo que a diretora Julia Docurnau não seja (ainda) um Lars Von Trier, capaz de inserir um clima tétrico e poético ao mesmo tempo, como no polêmico Anticristo – que também é um exemplar de terror usado para ressaltar algum drama mundano.

    Enfim, o canibalismo é apenas o pano de fundo para exemplificar como o ser humano vive devorando tudo e todos com suas convenções, maldade infundada e a falta de humildade em reconhecer que está errado em certas atitudes ou pensamentos e, muitas vezes, deixando isso passar de geração para geração.
    Daniel N.
    Daniel N.

    Segui-los 5603 seguidores Ler as 627 críticas deles

    4,5
    Enviada em 26 de julho de 2018
    Um filme visceral... exige uma boa dose de empatia para que se alcance o drama envolvido no horror da história. Belo final.
    Vitor P
    Vitor P

    Segui-los 362 seguidores Ler as 236 críticas deles

    2,5
    Enviada em 19 de agosto de 2017
    O filme é bem feito apesar de não ser uma produção americana ou inglesa, mas infelizmente deixou muita coisa em aberto, o que quem gosta de filmes de terror odeia que aconteça.
    Eder Brito
    Eder Brito

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    4,0
    Enviada em 9 de outubro de 2017
    Ta ai um filme que superou minhas expectativas.É o primeiro filme que vejo de Garance Marillier e ela se mostrou uma excelente atriz, seus olhos e suas expressões faciais falam muito!! O Filme além de sua camada superficial que mostra a historia de Justine que após experimentar carne pela 1x causa esse vício onde ela se controla para conter já é um bom filme e vale apena ser visto. Porém podemos encontrar algumas metáforas e interpretações por trás desse bom filme, como a menina que vive a "identidade" que os pais querem pra ela, podemos ver que as "escolhas" dela não foram dela, tanto da faculdade, como da alimentação. Hoje em dia existem muitos e muitos casos assim onde pessoas vivem para outras. Mostra sobre os (ridiculos) trotes de faculdades que expões os alunos ao ridículo...etc. Em fim é um filme que vale apena ser visto!! Recomendo para quem tiver estomago forte, há algumas cenas que pra quem se impressiona muito facil não é tão recomendada. a maquiagem ficou bem convivente.
    Jessica Souto
    Jessica Souto

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    3,5
    Enviada em 17 de janeiro de 2018
    Todos amantes de cinema deveriam ver esse filme, pois ele não é nada convencional. Porém, para quem assiste filmes poucas vezes, indico "Grave" só se a pessoa curtir muito filmes desse tipo, já que umas cenas são tão nojentas que não consegui reparar nos detalhes sem sentir ânsia (sério). Bom, não sei descrever direito, não sei dizer se acho o filme bom ou razoável, ainda estou impactada. Enfim, para quem curte vale a pena.
    Nelson J
    Nelson J

    Segui-los 34309 seguidores Ler as 1 305 críticas deles

    1,0
    Enviada em 6 de junho de 2017
    Garota vegetariana experimenta carne crua em trote na faculdade e seb supervisão da irmã veterana. Dai em diante ela passa a ter vontade de comer carne humana e devora o dedo da irmã. Ideia ruim e final compatível. Fuja.
    MichaellMachado
    MichaellMachado

    Segui-los 620 seguidores Ler as 337 críticas deles

    1,0
    Enviada em 25 de março de 2018
    😲👎

    Justine (Garance Marillier) uma jovem vegetariana, caloura na faculdade de medicina veterinária. Após passar num trote dos alunos veteranos da faculdade, fazendo-a comer fígado de coelho cru, Justine começa ter um transtorno e uma estranha obsessão por carne. Ao ponto de virar Canibal. Bom essa é a Sinopse, a sinopse até parece ser boa, até pela fama de fazer algumas pessoas desmaiarem durante uma exibição no festival de Toronto. Porém, engano nosso, o filme é sem nexo, ao ponto dos personagens cometerem atitudes estranhas e fora do contexto. O filme da uma ênfase exacerbada ao canibalismo, sacrificando os próprios personagens e até o contexto da trama.
    Como dizia o nosso saudoso Chaves: Teria sido melhor ir ver o filme do Pelé.

    spoiler: O filme na verdade deveria ser chamar, uma família muito louca.


    🏃 Fujam dessa furada ☠️
    Se tiver amor ao seu tempo

    Faço as palavras de André S. as minhas: Mas porquê assistir o filme até o fim? Tão somente para escrever minha opinião e recomendar: não perca tempo com essa desastrosa e péssima obra e nem procure entender como essa imundície ganhou prêmio!
    Luana O.
    Luana O.

    Segui-los 203 seguidores Ler as 455 críticas deles

    0,5
    Enviada em 19 de março de 2020
    Sinceramente não entendi como as pessoas conseguiram chegar ao final do filme....desisti nos primeiros minutos, pois as cenas são bizarras, impossível assitir sem ter ânsia.
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