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Filton Baumgartner
71 críticas
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3,0
Enviada em 4 de dezembro de 2025
É um bom filme, pouco cansativo! Boas interpretações e boas fotos. Somente duas cenas achei ótimas, e vale pelo filme todo! Não sou moralista, mas acho que as cenas de nudez, como disse um comentarista, pecam por excesso. Para ser um bom filme as cenas íntimas não é assim tão útil! Fora isso dá para assistir! Respeito as opiniões contrárias!
Excelente filme, enredo, atuação monumental de todos os atores. Muito boa fotografia, com cenas filmadas com precisão de luz. História cativante, mantendo-o atento em todos os momentos. Para quem gostou, sugiro: "O Carteiro e o Poeta(Il Postino)", "O Leitor", "Cinema Paradiso"
Um filme bastante intimista, com duração longa (3 horas), mas que não tem uma narrativa cansativa. Com história bem simples: Kurt Barnert é um artista alemão que consegue sair da Alemanha Oriental para viver na Ocidental e se tornar um grande pintor. Porém, o mesmo fica atormentado pelos traumas causado na sua infância, durante o regime nazista e da República Democrata Alemã. O filme não se torna cansativo, pelo fato do roteiro conseguir dividir a sua narrativa em 3 momentos:1- os horrores causados pela Alemanha nazistas; 2-mostra Kurt idealista e fazendo sacrifícios para a mulher que ama e 3-processo evolutivo como pintor e finalmente se libertando das suas amarras. A direção de Von Donnersmarck consegue sair de um melodrama de guerra, vai para um romance e por fim uma biografia convencional. Talvez a direção tenha por vezes nos fazer idealizar um protagonista e por outra nos entregar o protagonista de sua própria história. O exagero do roteiro está nos subtramas, que chegam a se conectar, mas a solenidade de algumas cenas tornar-se com pouco valor para o filme. Por outro lado, o filme da um show em figurino, na recriação de cenários e de fotografias. Não foi atoa que foi indicado como melhor filme estrangeiro e melhor direção de fotografia para o Oscar de 2019. Temas sensíveis como: guerra, morte, aborto e a castração da liberdade artística são colocados de forma profunda. Outro tema é a questão da romantização de doenças psíquicas que parece ser uma tendência dos artistas.
Surpreendente e envolvente filme alemão. História, relacionamento humano, autodescoberta, arte e outras nuances épicas da vida de um garoto que viveu a 2a GG e seu desenvolvimento como ser humano. Sensível, questionador e uma trilha sonora maravilhosa. Vale cada minuto das mais de 3h de duração.
O filme simplesmente não entrega o que promete na sinopse. Apesar das longas 3 horas e 9 minutos, tem um final incompreensível. Parece que você dormiu e perdeu algo.
Grande narrativa, roteiro coerente, fotografia sensível, direção cuidadosa. Dentre grandes interpretações, o ator Sebastian Koch expressa com sutileza desconcertante uma incrível gama de emoções, show de interpretação! Um ótimo filme!
Filme impactante demais, poderia ter mais 1h de filme que eu assistiria com prazer! Adorei a parte do desenvolvimento do personagem como artista, desde a convivência com a tia e a história da arte. Senti falta de um "final feliz", para não dar spoiler.
Filme incrível! Perfeito, do começo ao fim. O final se encaixa perfeitamente, mas é necessário atenção, pois o filme é longo, e os detalhes fazem a diferença. A história da Alemanha deveria ser profundamente estudada, para que as novas gerações saibam aonde levam o extremismo e a polarização. O bem mais precioso do homem é a sua liberdade!
Gostei muito, tanto que nem percebi as 3horas passarem.
O nazismo não poupou nem seus próprios compatriotas se desfazendo de pessoas com deficiência, mostra os dois lados: o povo que era a favor de Hitler e os que eram contra e que diziam-se a favor com medo.
A fotografia é muito bonita, as épocas são retratadas perfeitamente e o protagonista não acredito que ele tivesse alguma doença mental como a tia e sim, ele se lembrou dela na frente dos ônibus, pois era criança e estava com ela naquele momento.
Entendi que foi uma maneira que ele encontrou de sentir o que a tia sentiu naquele instante enquanto ele a observava.
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