É Fada
Média
2,1
639 notas

61 Críticas do usuário

5
21 críticas
4
7 críticas
3
3 críticas
2
3 críticas
1
7 críticas
0
20 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Ivan B.
Ivan B.

2 seguidores 9 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de outubro de 2016
Péssimo! Como o cinema nacional pode conseguir superar o nível "ruim"? Consegue ser um dos piores países para produções dr cinema.
Franklem C.
Franklem C.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de outubro de 2016
As produções brasileiras estão longe de melhorar! Sei que não há investimentos mas falta criatividade também.
Vitor S.
Vitor S.

49 seguidores 64 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de outubro de 2016
Realmente Kéfera é uma ótima comediante , o enredo todo é bastante complexo ao mesmo tempo que é engraçado , trás coisas comuns na vida de um adolescente entre 13 a 20 anos , mostra diferenças sociais importantes , é um filme pra si divertir e também para si refletir mais... como refletir dano tanta risada .
Mariana C.
Mariana C.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de outubro de 2016
1) Para quem diz que tem dinheiro público nesse filme sinto desapontar mais não tem. Vc que fala e afirma isso tão cegamente se seguisse ela saberia disso. 2) O filme é muito bom nunca ri tanto. A Kéfera está de parabéns assim como o resto do elenco.
Leticia F.
Leticia F.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de outubro de 2016
Muito ruim, enredo clichê, a protagonista tem uma péssima postura de voz, que torna quase insuportável chegar ao final da trama.
flavio v.
flavio v.

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de outubro de 2016
não é muito bom de rir, mais a melhor parte foi no final :  é safadona safada é safadona safada...
Leonardo M.
Leonardo M.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de outubro de 2016
Certas vezes na vida, é preciso ver para crer. Se eu ouço falar que Batman & Robin é uma das obras mais terríveis e vergonhosas da História do Cinema, simplesmente preciso ver com meus próprios olhos a dimensão da catástrofe. É quase um masoquismo, mas é da natureza humana a curiosidade por imperfeições. Dessa forma, se eu vejo que a youtuber Kéfera Buchmann estará nos cinemas interpretando uma fada modernete, eu me debato, contorço e grito internamente de pavor… Mas eu preciso ver. Porém, nada poderia me preparar para o horror residente em É Fada!

Chupinhada de praticamente todas as variações do gênero que você já viu, a trama é adaptada do livro “Uma Fada Veio me Visitar”, de Thalita Rebouças, e acompanha a fada Geraldine (Kéfera), que perde suas asas após levar a seleção brasileira a tomar a agora infame goleada contra a Alemanha na Copa do Mundo de 2014 (juro que esse é o incidente incitante) e é incumbida de ajudar uma garota a fim de recuperá-las. Essa garota é a adolescente Júlia (Klara Castanho), que acaba de se mudar para uma escola nova e encontra dificuldades em se relacionar com as meninas “populares”, recebendo assim conselhos e dicas fashion da fada Geraldine.

Não há absolutamente nada de novo aí. Se você já viu filmes como Cinderela, O Encanto das Fadas e até o vergonhoso O Fada do Dente, você conhece de cor todos os pontos pelo qual o roteiro de Patrícia Andrade, Fernando Ceylão e Sylvio Gonçalves construirá sua narrativa. O problema é que o trio adota todos os clichês de filmes norte americanos, esboçando um universo colegial que é fruto de convenções e estereótipos inexistentes no país (erro que Mate-me Por Favor também cometia), tornando-se assim, artificial e risível. Todos os núcleos e subtramas são rasos e não despertam o menor interesse, pecando também pelos estereótipos forçados e as figuras cartunescas, desde a mãe dondoca de Júlia, passando por todas as insuportáveis patricinhas do colégio até a própria Geraldine.

As “lições” de moral de Geraldine também são muito questionáveis, ainda mais para uma produção que mira-se no público adolescente. De acordo com nossa fada madrinha, o importante para Júlia é se “vestir melhor”, alisar o cabelo e ganhar popularidade nas redes sociais e entre os garotos mais cobiçados da escola. Um extreme makeover – palavras de Geraldine – que já vimos um milhão de vezes, e que são mais apropriados para narrativas dos anos 50 do que uma obra ambientada em 2016. Isso sem falar em toda a contradição que o arco de Júlia sofre ao longo da narrativa, mas isso também é o menor dos problemas.
Com um material podre em mãos, era de se esperar ao menos que a direção de Chris D’Amato pudesse aproveitar alguma coisa, mas sua condução é descontrolada e sua mise em scene totalmente amadora, na medida em que tomadas aéreas e time lapses de drones são utilizados sem a menor função (nem estética, já que a diferença na qualidade de imagem entre tais cenas e as demais são gritantes) e uma simples cena de diálogo é prejudicada por quebras de eixo e cortes descontrolados da montagem de Diana Vasconcellos. Pior ainda são os momentos que dependem de efeitos visuais, desde a “macrofotografia” falseada para as cenas em que Geraldine surge diminuída ou os efeitos de “magia”, “levitação” e o cachorro falante mais assombroso que você verá na vida. Esteticamente, nada se salva. Céus, até mesmo a montagem corta pedaços inteiros do filme dos quais personagens comentam em diálogos como se estivesse presentes na obra. É bizarro demais.

Então chegamos à Kéfera Buchmann. Não sou familiar com seu canal ou suas obras literárias, mas como atriz a moça é um desastre. Geraldine já é insuportável graças ao texto estranho e anacrônico ao combinar diversos estrangeirismos que doem a espinha ao serem pronunciados, mas Kéfera eleva a personagem a níveis de Jar Jar Binks ao trazer uma expressão sempre histérica e dependente de gestos, alterações no timbre da voz e tudo o mais que o espectador pode achar irritante. Não bastasse frases do tipo “Não sou fada, eu sou fadona” ou o fato de a personagem constantemente tirar objetos de seu ânus e enfiar a varinha no nariz, ainda somos forçados a acompanhar um clipe musical onde tal frase é o principal refrão durante os créditos finais.

É Fada! consegue ser pior do que eu poderia imaginar, não se encaixando nem mesmo na categoria de filmes ruins que agradam pela trasheira. É um pouco “”adulto”” demais para crianças, e estúpido demais para uma faixa etária mais alta. Em outras palavras, é uma aberração que não deve agradar a ninguém além dos fãs de Kéfera.

Fada-se esse filme.
Diego M.
Diego M.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de outubro de 2016
É um filme legalzinho, nada muito alem das expectativas porem eh destinado à crianças e pré adolescentes.
Abner F.
Abner F.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de outubro de 2016
O filme é irritante
Ficar na sala de cinema vendo isso
Foi uma tortura
Enrredo Ridiculo
E chato
Filme absolutamente chato a todo momento
sem tramas envolventes
Rodrigo S.
Rodrigo S.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de outubro de 2016
é importante ressaltar alguns pontos:
1o - Cinema Brasileiro e estrangeiro sempre foi uma pegada brutalmente diferente do tradicional americano, é outro mundo é outro parâmetro é outra dimensão....não existe essa de ir assistir filme brasileiro e querer comparar com quem tem a expertise e os recursos diferenciados.
2o Isso não é um filme....É uma produção brasileira com um contexto...quem não tiver antenado não vai curtir nunca...só vai achar defeito.
3o pra Dar a nota...Quem tem noção do q é youtube e entende a forma como essa menina conseguiu fazer esse filme fica impressionado...a democracia da internet levou uma pessoa q nao teria oportunidade para as telonas de todo o país empregando direta e indiretamente mais de 2 mil pessoas na produção dessa película.
4o pra desabafar...quem se importa com a atuação mais ou menos de alguns participantes ou com a história meia rasa ou meia boca...O fato é q precisamos usar da razoabilidade e reconhecer q essa moça é uma vencedora com 23 anos...atuou bem pra caramba e q o filme é Muito envolvente e foge do lugar comum em diversos momentos. Nota 10!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa