Após sua ex desaparecer, Sidney (Tomas Pais), um amador do ritmo glam rock que trabalha em um bar como drag queen, precisa cuidar do seu filho de 11 anos. Em meio a uma cena paternal nada convencional, ele sofre com o medo da mediocridade e a realidade dos seus sonhos que são adiados.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind.
4,0
Muito bom
Hunky Dory
A nova marginalidade
por Bruno Carmelo
Nas décadas de 1960 e 1970, o cinema independente americano se destacou tanto pelo registro inovador da estética – a câmera fluida, os personagens livres em cena, a fotografia naturalista – quanto pelo retrato contundente da marginalidade no país. Os filmes de John Cassavetes, Martin Scorsese e Paul Newman eram potentes por encontrarem uma forma criativa de falar sobre as pessoas excluídas e sobre a crise ideológica e financeira pós Guerra do Vietnã.
Hunky Dory é herdeiro direto dessa tradição. O filme de 2016 retrata um novo grupo de marginais, porém com o vigor e a liberdade das produções de antigamente. Num ano particularmente marcado pelas guinadas políticas à direita e pelos cortes de investimentos em programas sociais, esta produção pode ser lida como sintoma de uma nova crise. Sidney (Tomas Pais), aspirante a rock star que trabalha como drag queen num bar decadente, é um produto t
Ler a crítica
1:08
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
-
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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