Nos bairros periféricos de Nova York, um grupo de jovens negros organiza bailes conhecidos como Kiki, nos quais se vestem com figurinos arrojados e disputam a atenção dos jurados em competições. O documentário mostra a importância destes bailes para o grupo de personagens homossexuais e transexuais que convivem diariamente com o preconceito e a e exclusão familiar.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
5,0
Obra-prima
Kiki
Família dos excluídos
por Bruno Carmelo
Entre os vários grupos vivendo à margem das grandes cidades norte-americanas, existem os jovens negros gays e pobres, muitas vezes abandonados pelas famílias e sem emprego fixo. Estes garotos se reúnem nas noites “kiki”, com competições de dança extremamente regradas, baseadas nos figurinos extravagantes e amplos movimentos dos braços, julgados por um grupo impiedoso de jurados. A subcultura kiki permite que homens sejam femininos, mulheres sejam masculinas e transexuais dos dois gêneros possam se encaixar sem dificuldade.
Os bailes, portanto, representam um momento de inclusão para excluídos. Não por acaso, o galpão onde cada grupo treina é batizado de “casa”, com um líder chamado de “pai” ou “mãe”, com direito a diversos “filhos”. A estrutura oferecida pela dança e pelo travestimento é uma ideia de substituição do lar tradicional pela família baseada em afinidades eletivas. Neste docum
Ler a crítica
1:59



Nacionalidade
EUA
Distribuidor
-
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-