Kickboxer: A Retaliação
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2,6
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Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de abril de 2026
Kickboxer: A Retaliação (2018) – 1h50min

Existe um ponto em que a força de um filme deixa de ser sua história… e passa a ser seu cartaz. Kickboxer: A Retaliação é exatamente esse tipo de obra: uma vitrine de nomes, corpos e lendas — mas que esquece que cinema não vive só de presença… vive de verdade.

 Principais atores e personagens
Alain Moussi — Kurt Sloane
Jean-Claude Van Damme — Mestre Durand
Mike Tyson — Briggs
Hafþór Júlíus Björnsson — Mongkut
Christopher Lambert — Thomas Moore
Ronaldinho Gaúcho — Ele mesmo
Fabrício Werdum — (participação)

 Gêneros: Ação | Artes Marciais

 Estória

Kurt Sloane retorna mais uma vez ao caminho da dor e da superação. Após ser preso e lançado em um ambiente hostil, ele é forçado a enfrentar Mongkut — uma força quase mitológica, construída como um “monstro humano”.

Para sobreviver, Kurt passa por um treinamento intenso, cercado por figuras lendárias do esporte e da luta. Mas quando o corpo não parece suficiente, entra em cena o elemento mais controverso da narrativa: o uso de um “reforço artificial” para alcançar a vitória.

E é aqui que o filme se revela… não como uma jornada de superação, mas como uma construção forçada de heroísmo.

 Análise crítica

Kickboxer: A Retaliação sofre do excesso — e isso não é um elogio.

A presença de nomes como Mike Tyson, Ronaldinho Gaúcho e Jean-Claude Van Damme deveria agregar peso e autenticidade. Mas, na prática, funciona mais como distração do que como construção narrativa.

O protagonista, Alain Moussi, entrega fisicamente — mas ainda carece de presença dramática. Falta identidade. Falta impacto. E em um filme onde o herói precisa carregar o peso da jornada, isso faz diferença.

A luta final, que deveria ser o ápice emocional, se transforma em um espetáculo inflado. Longa, exagerada e, em certo ponto, artificial — especialmente pela escolha narrativa de recorrer a substâncias para justificar a vitória. Isso quebra o princípio mais básico do gênero: a superação pelo esforço, não pelo atalho.

E é impossível não comparar com obras como Ong-Bak, onde Tony Jaa constrói, sem grandes nomes ou exageros, uma jornada muito mais crível, intensa e memorável.

⚖️ Reflexão final

Existe uma frase simples que define esse filme: “menos é mais.”

Aqui, temos tudo — menos essência.
Muitos nomes, pouca alma.
Muita força, pouca verdade.

Ainda assim, há valor no entretenimento puro: ver lendas em tela, momentos pontuais de luta e curiosidades que agradam fãs do gênero.

Mas no fim… o filme parece mais montado do que vivido.

 Vale a pena assistir?
Sim — como entretenimento casual e pela curiosidade do elenco. Mas não espere profundidade ou autenticidade.

⭐ Nota final: 6 / 10
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de setembro de 2018
A "história" KICKBOXER - A RETALIAÇÃO surge um pequeno tempo após o filme anterior, que culmina com a prisão do potagonista Kurt Sloane (Alain Moussi) sob a acusação da morte de Tong Po, vilão do filme de 2016. Embora tenha suas justificativas, a real motivação para a reclusão tem relação com lutas ilegais em que Sloane poderá representar um pretenso adversário para o até então imbatível Mongkut (Hafþór Júlíus Björnsson).

Pra quem espera um filme que se sustenta pelas boas coreografias de luta, a continuação tem bons momentos para oferecer, visto que a presença de outros lutadores profissionais como Mike Tyson, Wanderlei Silva, Maurício Rua e Renzo Gracie acabam rendendo momentos curiosos. A direção de Dimitri Logothetis cria bons esforços para mostrar competência, uma em específico chama atenção pela sequência que transita com a câmera por ambientes diversos e sem cortes. Ademais, temos também a presença de Ronaldinho Gaúcho (tsc), Van-Damme, Christopher Lambert e uma abertura com rápidas imagens do filme original de 1989 para deleite dos fãs. Simples assim!
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de maio de 2018
Sendo bem chato, o roteiro é horrível e a direção bem irregular. A maioria das cenas de lutas são em câmera lenta acompanhado de alguma música que se estende demais tornando-se cansativo. Apenas no último combate da para se empolgar um pouco, mas voltam a usar a câmera lenta, tirando todo impacto das lutas. Um ponto positivo para se destacar são as participações especiais, principalmente de Mike Tyson e R10.
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