Sem Fôlego
Média
3,5
publicações
  • The Hollywood Reporter
  • Télérama
  • Collider
  • Critikat.com
  • O Globo
  • Observatório do Cinema
  • Screen International
  • The Playlist
  • Cineweb
  • Papo de Cinema
  • Almanaque Virtual
  • Boston Globe
  • Chicago Sun-Times
  • New York Times
  • The Guardian
  • Variety
  • Washington Post

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

The Hollywood Reporter

por David Rooney

Com energia vital oriunda da magia das imagens e dos mistérios do silêncio, este é um filme surpreendentemente adulto sobre crianças, comunicação, conexão e memória.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

Télérama

por Louis Guichard

Os admiradores de Todd Haynes verão no filme a metáfora exata de sua arte esplêndida e singular. [...] "Wonderstruck", no original, significa "maravilhado". É arriscado, presunçoso, mas o filme merece o seu nome.

A crítica completa está disponível no site Télérama

Collider

por Gregory Ellwood

Com inteligência, Haynes usa o roteiro de Selznick como mapa para uma experiência cinematográfica única, além de alguns floreios mesmo nos momentos mais inesperados. [...] Também existe uma ternura na história à qual Hayne presta atenção particular.

A crítica completa está disponível no site Collider

Critikat.com

por Morgan Pokée

Cada etapa do percurso destas duas crianças, montada em paralelo, encontra seu eco perturbador e sua alquimia misteriosa na trilha sonora [de Carter Burwell], agindo como pontos de contato invisíveis, e permitindo a "Sem Fôlego" segurar sua história insensata.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com

O Globo

por Marcelo Janot

Haynes também trata os elementos infanto-juvenis do livro de maneira que a obra consiga falar a todos os públicos. De forma leve e encantadora, ele aborda um tema denso como a dor da perda.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Observatório do Cinema

por Giovanni Rizzo

Uma obra arrojada, que deriva de processos bastante modernos e contemporâneos, mas para isso faz questão de buscar seus elementos chaves num cinema que já não se faz mais presente. O longa de Haynes busca sua inspiração no cinema do início do século passado.

A crítica completa está disponível no site Observatório do Cinema

Screen International

por Wendy Ide

Como cineasta inovador que abraça naturalmente o olhar de fora para dentro, Haynes adapta o romance ilustrado com uma identidade visual forte e altamente particular.

A crítica completa está disponível no site Screen International

The Playlist

por Jessica Kiang

Haynes traz toda a sua variedade vibrante de técnicas para contar uma história que, apesar de muito sedutora aos mais jovens, tem poucas revelações aos adultos na plateia. Nós nos deparamos com a evocação de uma empolgação infantil próxima dos filmes de Spielberg.

A crítica completa está disponível no site The Playlist

Cineweb

por Neusa Barbosa

Como sempre, a fotografia de Ed Lachman, parceiro habitual do diretor, é um primor, criando beleza sem excessos nas menores cenas. A trilha de Carter Burnwell é outro suporte emocional poderoso.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Papo de Cinema

por Marcelo Müller

Haynes intercala as histórias, criando, com a habilidade de sempre, rimas expressivas entre as duas, pontos de convergência que estabelecem gradativamente um elo [...] "Sem Fôlego", porém, perde força vertiginosamente ao se aproximar do clímax.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Almanaque Virtual

por Ana Carolina Garcia

A trama de “Sem Fôlego” é apresentada de forma rasa e desenvolvida como um grande quebra-cabeça cujas peças demoram um pouco a se encaixar. Contudo, consegue manter o ritmo narrativo.

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

Boston Globe

por Ty Burr

Saí do cinema com uma nuvem de felicidade que só começou a se dissipar depois de uma noite de sono. Um olhar mais crítico acharia a coisa toda muito água-com-açúcar, mas talvez o problema seja geracional.

A crítica completa está disponível no site Boston Globe

Chicago Sun-Times

por Richard Roeper

A maior parte do filme faz sentido no final. "Sem Fôlego" é inteligente, interessante e bem atuado porém é incapaz de deslumbrar verdadeiramente o espectador.

A crítica completa está disponível no site Chicago Sun-Times

New York Times

por Manohla Dargis

"Sem Folêgo" demora um pouco a engatar, mas consegue. A oscilação de Haynes entre as histórias das duas crianças é conduzida com graciosidade [...] mas também é capaz de criar um incômodo senso de interrupção nas narrativas.

A crítica completa está disponível no site New York Times

The Guardian

por Peter Bradshaw

.O filme mais recente do diretor de "Carol" Toddy Haynes [..] tem bons detalhes mas sofre com um tom irregular e uma narrativa pomposa [...] Ás vezes, "Sem Fôlego" é doce e bem-intenciado, mas na maior parte do tempo é idulgente e arrogante.

A crítica completa está disponível no site The Guardian

Variety

por Owen Gleiberman

A direção de Haynes [...] confere classe ao material e encanta temporariamente. Porém, uma das características mais notórias do filme é a criação de um senso de antencipação cujo desdobramento final não faz jus.

A crítica completa está disponível no site Variety

Washington Post

por Stephanie Merry

Em meio ao vai e vém do tempo, a história descarrilha. Ainda assim, a abordagem é criativa. Poucos riscos são maiores do que lançar um filme mudo em 2017, ainda mais um que só se apresenta dessa forma pela metade.

A crítica completa está disponível no site Washington Post
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