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ldzsantos
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2,5
Enviada em 21 de abril de 2019
Um filme a qual esperava muito mais, a fotografia e o cenário do filme é algo sensacional, porém o que era para ser um filme que era para ter uma grande história, deixa a desejar.
Gostei de mais do filme conta uma história que se passa no pré historia e mostra relação entre um adolescente e um lobo. É bem legal como é conduzido o enredo do filme e a atuação do menino é muito boa.
Achei o filme muito bom. O pessoal anda muito crítico ou tentando ser "o cara que assiste um bom filme". São pouquíssimos filmes que me chamam a atenção, principalmente aqueles caseiros que quase não da para assistir. E outra, pelo o elenco que foi selecionado até que foi muito bom, pior se fosse com grandes estrelas de Hollywood e ter que dar 4 ou 3 como nota. Se gosta de animais provavelmente irá ao cinema com uma expectativa boa e no final será surpreendido, agora para quem não se relaciona muito ou nem liga esperando o filme do século espere sair de cartaz então.
Filmes precisam de mais do que uma linda paisagem digital para ser bom. Como um bom enredo, bons personagens, boas linhas de roteiros ,sabe? Ou apenas ter eles no filme de forma mediana, mais se gosta de aventuras contemplativos em cenários digitais de um homem e seu animal. Tenha um ótimo filme ^^
É bacana por toda sua ambientação e pela boa exploração da fauna e das paisagens, mas tem um roteiro cheio de diálogos pobres e expositivos. Tem efeitos visuais ok e uma ótima fotografia e trilha, mas no geral é um filme bem fraco.
O filmee bom e tem uma historia que que quando voce ve o filme voce torce para o lobo nao morrer,e tambem tem cenas que sao bem filmadas e tambem o filme tem uma aventura bem legal e divertida e epica,na real e um otimo filme
Resumo: jovem de uma tribo é deixado para trás e para sobreviver terá de aprender a conviver com um lobo. Juntos tentarão retornar para casa. O que está por trás desta aventura, é mostrar como a relação entre humanos e caninos começou.
A Direção de Albert Hughes (O Livro de Eli de 2010) é que prejudica o que poderia ser um filme interessante. Os personagens são mal explorados o que prejudica a compreensão do público. Por exemplo, por que um jovem que nasce numa tribo caçadora tem receios em matar animais e dúvidas de como agir em uma situação de perigo? Este jovem nunca teve treinamento? Foi superprotegido? Teve algum trauma? A irrelevância de tratar a questão é um aspecto muito negativo na narrativa.
As cenas paisagísticas perdem total credibilidade pela precariedade do trabalho de manipulação digital. Pior fica na interação com os humanos. Hughes até tentou ser criativo, na montagem estrutural do filme. Colocou a ação causadora de tudo já de início para depois revelar as motivações e causas para ocorrer a caça. Mais à frente, ele retoma a cena de ação sem mostrar qualquer novidade (é o Diretor assumindo riscos sem necessidade). Para então chegarmos ao ponto-chave e, enfim, iniciar a real história que se deseja contar.
A compreensão de ver e saber o que o Diretor tentou fazer sem sucesso, perdendo a mão ao não conseguir estabelecer o mínimo de conexão narrativa, são os fatores que confundem o espectador e fazem o filme ser ruim. O real conflito está nos humanos entenderem como um animal selvagem, se adestrado, pode ajudá-los em uma caça. Só que esse conflito não é claro. Quando se estabelece uma relação de confiança entre Keda (Kodi Smit-McPhee) e o lobo, ela não tem o devido impacto para o espectador.
Outro aspecto que Hughes desejou explorar mas também sem sucesso, é que tanto o humano quanto o animal foram abandonados pela tribo e pela matilha e terão que aprender a confiar um no outro para juntos sobreviverem. Não funciona, pois a visão de como o animal vê o humano é completamente excluída. E, mesmo subentendendo-se que o lobo vê Keda como um inimigo ou como uma fonte de alimento, esse conflito é quebrado de forma simplista.
O fato de ter distribuição de cópias somente dubladas também prejudica uma melhor percepção na interpretação dos atores e todos os elementos técnicos que envolvem som. Apesar de esteticamente lembrar o filme 300 de Zack Snyder e apresentar cenas inspiradas em O Regresso de Alejandro González Iñárritu, a falta de uma produção mais elaborada junto a um drama concreto resulta em um desastre na tela. Uma pena.
Há 20.000 anos, em plena Era do Gelo, um jovem foi ferido durante uma caçada e seus companheiros partiram, pensando que ele estava morto. O jovem acorda e encontra um lobo que foi abandonado. O homem e o lobo tentam sobreviver juntos.
apesar da história ser bonita mesmo assim ainda achei meio cansativa toda vez que eu começava assistir me dava sono e não conseguia terminar por esse motivo que achei monótona demais⭐⭐
Confesso que esperava um pouco mais de ação e aventura no filme, mas mesmo assim ele entrega o que foi proposto. A história é um tanto quanto clichê se formos analisar alguns filmes que tratam do assunto semelhante, mas achei que o diretor até que se saiu bem, pois em todo o filme não senti nenhum tedio e me senti bem satisfeita ao terminá-lo. As imagens do filme são maravilhosas, cenas lindas, fotografia impecável e até mesmo os efeitos especiais que estão indo de mal a pior em um mundo modernizado foram excelentes. Passei o filme inteiro me perguntando o que de fato era real e o que era montagem. É um filme bem calmo e tranquilo, você adquire mais conhecimento através dele do que outra coisas, mas eu achei que valeu muito a pena ver, não me arrependo.
A produção visual do filme é muito boa. Cenário e tudo. Mas, o comportamento do bolo tá parecido demais com um de um cachorro e não com o de um lobo. Os lobos o pegariam só na corrida e mesmo que não tivessem conseguido, pega-lo naquela árvore seria de extrema facilidade até para filhotes. Nem um cachorro para de andar tão perto do local aonde foi ferido imagine um lobo, ainda mais por um corte não letal daquele que nem sequer sangrou. Filme totalmente sem sentido.
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