Annabelle 2 - A Criação do Mal
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3,9
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98 Críticas do usuário

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Andrei Andrade
Andrei Andrade

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3,5
Enviada em 25 de setembro de 2018
Bom filme de terror que se sustenta essencialmente nos “jump scares” e nas boas atuações das atrizes mirins , e é bem melhor que o primeiro, sejamos honestos.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 10 de outubro de 2024
Annabelle 2: A Criação do Mal (2017), dirigido por David F. Sandberg, é uma sequência que se propõe a aprofundar a história da famosa boneca possuída introduzida em Annabelle (2014). Este segundo filme não só serve como uma prequela ao primeiro, mas também busca redimir a narrativa anterior, apresentando um enredo mais coeso e eficaz em termos de construção de suspense e desenvolvimento de personagens. Com um novo enfoque, Annabelle 2: A Criação do Mal se destaca como um dos melhores filmes dentro do universo de Invocação do Mal, superando seu antecessor em diversos aspectos.

A história se passa em 1943, anos após a morte trágica da filha dos criadores da boneca, Samuel (Anthony LaPaglia) e Esther Mullins (Miranda Otto). Após a perda, o casal se isola em sua casa, onde Samuel, um ex-artesão de bonecas, vive em luto e Esther, agora atormentada pela culpa e pela dor, tenta manter a sanidade. A trama se intensifica quando eles decidem acolher um grupo de órfãs de um lar em busca de abrigo, entre elas está a inocente Janice (Talitha Bateman), que, ao entrar em contato com a boneca Annabelle, inadvertidamente libera uma força maligna que perturba a nova dinâmica familiar.

Uma das principais forças do filme reside em sua abordagem cuidadosa da construção da atmosfera de terror. Diferentemente de Annabelle, que falhou em equilibrar sustos e suspense, Annabelle 2: A Criação do Mal utiliza uma narrativa mais sutil e uma direção atenta, criando uma crescente sensação de inquietação que permeia o filme. Sandberg é habilidoso em usar elementos visuais e sonoros para intensificar a tensão, recorrendo a sombras, iluminação tenue e sons ambientes que colaboram para um clima opressivo. O resultado é uma experiência que não se limita a sustos rápidos, mas que constrói um terror psicológico que impacta o espectador.

O desenvolvimento dos personagens é outro aspecto em que o filme brilha. A figura de Janice, uma órfã que sofre de poliomielite, é explorada com sensibilidade. Sua fragilidade física é contraposta à coragem e determinação que ela demonstra ao enfrentar o terror que se desenrola. A relação entre as órfãs e as figuras parentais, Samuel e Esther, também é habilmente retratada, adicionando camadas emocionais à narrativa. O filme apresenta a dor da perda e a luta contra a culpa de maneira mais profunda, transformando os personagens em figuras tridimensionais cujas histórias são dignas de compaixão.

Além disso, Annabelle 2: A Criação do Mal também se destaca por seu uso eficiente da boneca como um elemento de horror. A boneca Annabelle, agora com um contexto mais elaborado, é apresentada não apenas como um objeto maldito, mas como uma representação do luto e da dor que permeiam a vida dos Mullins. Isso cria uma conexão mais significativa entre a história da boneca e os eventos do filme, oferecendo uma narrativa mais coesa e impactante. A construção do terror é, portanto, mais complexa, pois a boneca se torna um símbolo das tragédias que cercam os personagens, além de ser apenas uma fonte de sustos.

Ademais, a cinematografia do filme merece destaque. Com uma direção de arte primorosa, o cenário gótico da casa dos Mullins é um ambiente que colabora para a criação de uma atmosfera sinistra. Os elementos visuais, como os detalhes das bonecas e as decorações antigas, são cuidadosamente elaborados, contribuindo para a imersão do espectador no universo sombrio do filme. A fotografia, aliada a uma trilha sonora inquietante, intensifica a sensação de desconforto, criando uma experiência de terror visualmente rica.

Entretanto, é importante mencionar que, apesar de seus pontos fortes, o filme não está isento de críticas. Algumas escolhas narrativas, como o uso de certos clichês do gênero, podem parecer previsíveis para os espectadores mais experientes. Além disso, a resolução da história, embora satisfatória, pode deixar algumas pontas soltas que não foram exploradas de maneira adequada. Contudo, essas falhas não comprometem o impacto geral do filme, que ainda consegue manter a atenção do público até o desfecho.

Em conclusão, Annabelle 2: A Criação do Mal se destaca como uma continuação significativa que não apenas aprimora os aspectos do primeiro filme, mas também oferece uma narrativa mais rica e envolvente. Com um enredo bem estruturado, personagens bem desenvolvidos e uma atmosfera de terror habilmente construída, o filme demonstra que é possível redimir uma franquia através de uma abordagem cuidadosa e criativa. Assim, Annabelle 2: A Criação do Mal se estabelece como uma das melhores adições ao universo de Invocação do Mal, confirmando a relevância da boneca Annabelle no panteão do horror contemporâneo.
Alan N.
Alan N.

4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de setembro de 2017
Não recomrndo. Um filme que até prende a atenção. Da uns 2 sustos. Mas o final é fraco. Talvez porque irá ter continuação...
Reginaldo B.
Reginaldo B.

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de setembro de 2017
Ótimo filme, terror de bom gosto , sustos divertidos , vc não tira o olho da tela . Vale a pena . Imperdível .
Gustavo S.
Gustavo S.

2 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de agosto de 2017
Não chega a ser uma obra - prima mas é um filme que dá medo e é muito divertido, garanto que te prendera do começo ao fim... belas atuações, diferente do primeiro filme que foi uma decepção para todos ou maioria dos amantes de filmes de terror ... recomendo, você não vai se arrepender de ver este filme... Parabéns recuperou todo o fracasso do primeiro filme
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 483 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de agosto de 2017
ANNABELLE 2 - A CRIAÇÃO DO MAL (Annabelle: Creation

Apesar do nome dado ao filme no Brasil, ANNABELLE 2 (uma lógica, visto que este é o segundo longa da boneca), este segundo filme funciona como um prelúdio, contando o início da criação de ANNABELLE e como ela se transformou na fonte de poderes malignos.

O longa é um Spin-off de Invocação do Mal, sendo que o primeiro filme da boneca foi apresentado em 2014. Agora, dirigido por David F. Sandberg (do bom filme Lights Out), somos confrontados mais uma vez com a história de ANNABELLE. Se lá em 2014 assistimos ao filme da boneca tirado do longa de James wan sem detalhes do seu surgimento, agora temos o início de sua história e sua aparição.

Annabelle: Creation, assim como o primeiro, bebe da fonte de todos os filmes de terror moderno. O filme é recheado dos clichês que já estamos acostumados, como os famosos jumpscare, portas se fechando sozinhas, vultos em espelhos, assombrações, demônios, tudo que um filme de terror pipoca tem direito. Apesar de achar que ultimamente tem se tornado cada vez mais difícil construir um terror fugindo desses clichês. Porque, quando as pessoas vão ao cinema assistir um filme de terror e suspense, já vão esperando se assustar com os famosos pulinhos da cadeira (um exemplo foi a sessão que eu estava, com duas garotas ao lado que se assustava até com o olhar parado de ANNABELLE). Então, fica difícil agradar à todos sem entregar um longa com esses recheios (um exemplo foi o ótimo filme A Bruxa / 2015).

Particularmente, eu gosto do gênero terror no cinema (assim como já havia gostado do primeiro ANNABELLE e Invocação do Mal 1 e 2). Annabelle: Creation conseguiu me agradar e conseguiu prender minha atenção. Gary Dauberman entrega um roteiro bem feijão com arroz, totalmente simples, mas funcional (principalmente com as ligações finais). Onde conta a criação de ANNABELLE partindo de um habilidoso artesão de bonecas, que junto com sua esposa, passaram pela trágica morte da filha. Após os acontecimentos, o casal decide acolher em sua casa jovens e crianças de um orfanato (talvez para preencher o espaço deixado pela filha).

Como já destaquei, o longa é cheio de todos os clichês do gênero, mas não foi uma coisa que me incomodou, consegui aceitar numa boa, até porque, compreendo o real propósito do filme. Achei o filme bem construído, bem trabalhado, apresentando um início coeso e um final bem justificável. Mesmo tendo a casa como único cenário do longa, achei a ambientação muito boa, o clima tenso e pesado de suspense misturado com terror foi bem dosado nos momentos certos. A fotografia cinzenta e empoeirada também foi um destaque. A trilha sonora de Benjamin Wallfisch é bem simples, mas funciona nos momentos que antecedem o pânico, com entradas bem suaves que vai aumentando com a medida que se aproxima tal cena (uma trilha sonora bem comum no gênero terror). Gostei das referências ao Invocação do Mal, talvez, uma coisa que não me agrade nesses tipos de filmes são as aparições dos demônios em figuras bizarras (com chifres e tal), às vezes me parecem mais engraçados do que assustadores, mas é uma clara assinatura de James Wan, que também está presente na produção.

As atrizes mirins sempre são destaques nos filmes de terror, e em Annabelle: Creation não poderia ser diferente. Gostei bastante da pequena Talitha Bateman, que interpretou a garotinha de muletas Janice. Ela protagonizou grande parte da história e esteve muito bem em cena. Assim como também esteve bem a pequena Lulu Wilson, que deu vida a personagem Linda. Amigas inseparáveis, Janice e Linda tiveram maior espaço na trama e conseguiram desenvolver muito bem, muito carismáticas, elas deram um show. Gostei do casal Mullins, interpretado por Miranda Otto e Anthony LaPaglia. Com uma postura enigmática e curiosa, eles contribuíram bem para a história de ANNABELLE.

Portanto, Annabelle: Creation é um bom filme, com pontos positivos e negativos, o segundo longa da linda boneca conseguiu me agradar. Sem esquecer das duas cenas pós-créditos no maior estilo Marvel.

Eu sempre quis comprar uma réplica da Annabelle pra guardar de recordação....rsrsrsrsrs

spoiler: Gostei muito do final quando mostrou a verdadeira Annabelle, uma simples boneca de pano que inspirou o longa. Gostei mais ainda da ligação do primeiro filme de Annabelle com esse segundo, onde amarra direitinho a história vivida por Mia e John. Quando apresentou a cena dos vizinhos sendo mortos misteriosamente por uma mulher, agora, fazendo todo sentido, visto que a mulher era a criança Janice que foi adotada, sendo a própria Annabelle, até com o mesmo nome da boneca.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de setembro de 2020
Dessa vez Annabelle vai a origem da boneca, mas o filme é cheio de clichês dos filmes de terror, deixando muito a desejar do filme anterior Annabelle e dos excelentes filmes Invocação do Mal, baseado em fatos reais. Esse filme é puro entretenimento para quem gosta do gênero, nada mais.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de novembro de 2023
Bom filme, bem na proposta Annabelle: gritaria, sustos, e a personagem icônica boneca demônio. Fala das origens da boneca, as meninas fazem sua parte, sem grande diferença em relação a uma atuação mirim mediana do mercado cinematográfico moderno. Menção honrosa a participação do grande Anthony LaPlaglia, quem embarcou na brincadeira de terror.
Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

114 seguidores 368 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de maio de 2020
Anabelle 2 não chega a ter o mesmo terror do primeiro filme, muito sustinho com barulho, não tem uma boa trilha e o enrredo só ganha um pouco de interesse quando a mãe fala sobre a criação do mal em não aceitar a morte da filha. No primeiro até a boneca era mais assustadora e as tomadas de câmera davam susto até com ela parada. A surpresa ficou para personagem Linda, com aquela carinha angelical, deu vida ao medo e espanto em varias cenas do filme, principalmente no final.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de agosto de 2021
Não é tão bom quanto o primeiro mas é assistivel, acho que não é tão bom comparar os filmes, mas nesse caso é inevitável, que já de uma certa forma tem algumas ligações ao outro filme.
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