mãe!
Média
3,5
1439 notas

232 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de dezembro de 2017
Será? Como ? Pode isso ? Assim vem interrogações de um filme sem pé e nem cabeça, que cria hipóteses e simbolismo e embrulham a cabeça de qualquer um. Temos de destaque aqui as grandes atuações, sendo todos merecedores de serem indicados ao óscar 2018, Laurence, Bardem, Michelle e Harris, estão perfeitos em cenas e diálogos loucos e se saem super bem, você enlouquece juntamente com a diva Laurence. Roteiro é ruim, fotografia sem destaque, a pegada de ação funciona, mas nada de mais. Um filme que gera polêmica, não por acaso, mas de proposito pelo bom diretor Daren Aronofsky.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de setembro de 2017
Show de interpretação de Jennifer com ótima presença de Michelle. filme cheio de referências bíblicas e de oposição ae novamente precisa renascer das cinzas e partir da crise criativa do escritor premiado Javier, que como a fênix precisa ressurgir a partir do que sobrou de si, da sua casa destruída pelas chamas. Amor, destruição, reconstrução, ego gigante e retraído. Filme de referência.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de dezembro de 2017
Uma mulher pensa que terá um final de semana tranquilo com o marido em casa. Porém, começam a chegar diversos convidados na residência dos dois. Isso faz com que o casamento deles seja testado das mais variadas maneiras.

tive que ir no Google e procurar o significado desse filme Pois realmente não entendi o quê esse final quis dizer depois que eu li até conseguir simpatizar um pouco mas para qualquer pessoa normal o filme é totalmente insano e sem sentido⭐
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de dezembro de 2017
Filme polêmico, fiquei dividido com relação ao modo como ele é feito. Quem for assistir as "cegas" sem saber nada da história assim como eu, fiquem sabendo que é bem pesado.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de setembro de 2017
Darren Aronofsky é um diretor obcecado com perfeccionismo, gnosticismo, auto-superação e talento. E ele leva isso sério demais em “Mãe!”. Tão sério que a dupla-camada (ao menos) no filme é bem escondida, mas vai parecer óbvia depois que você termina. E de uma forma ou de outra, o filme irá revelar mais sobre o espectador do que sobre as opiniões de seu criador. Trocadilho intencional e hermético. Já escrevi o texto sobre o filme sem spoilers para o CinemAqui, e este é meu exercício COM SPOILERS. Isso é porque quero exercitar minha capacidade de interpretação do filme junto a vocês. Qualquer teoria maluca a mais por favor entrar em contato.

cinetenisverde.com.br
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 30 de setembro de 2017
Filme não foi interessante e satisfatório no seu desenvolvimento,não conseguiu empolgar com sua trama.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 3 de outubro de 2017
Da para entender a proposta do diretor Darren Aronosky, mas assim como Noé e Cisne Negro, o jeito exagerado de finalizar a trama acabam estragando a experiência ok que você tinha até então.

critica completa no meu blog;

http: //parsageeks.blogspot.com .br/ 2017/10 /cinema-419-mae. html
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de dezembro de 2018
Sem dúvida aluma esse é o filme mais louco que eu já assisti,só por isso já dá pra imaginar como será essa projeção que dá pra se dizer que seja o projeto mais pretensioso do cineasta americano Darren Aronofsky .Escrito e dirigido pelo bom Darren Aronofski,o longa é diferente de tudo que você já viu,e deixando mais claro se você é daqueles que gostam de um filme mastigado e habitual,esse não é o que procura mas sim para pessoas que gostam de desafios.Ele se baseia na bíblia e esta pista talvez tivesse sido já deixada bem clara pelo diretor antes do lançamento para que as pessoas não tivessem grande rejeição por não entender o filme que parece um redemoinho de loucuras sem sentido.O elenco está bem,Jennifer Lawrence comanda o filme e apesar de não estar sensacional cumpre bem o papel,Javier Bardem, Ed Harris e Michelle Pfeiffer também tem atuações boas.O roteiro é complexo e não segue padrão e sim uma progressividade agressiva e a partir do segundo ato o filme pode-se dizer que fica sem pé nem cabeça cheio de loucuras e sem explicação que acontecem aleatoriamente de forma alegórica.Mãe é um filme complexo que precisa ser assistido mais de uma vez para juntar as peças que quando fazem sentido certamente você irá apreciar o trabalho em conjunto.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2018
Que viagem esse filme! E olha que entendi a mensagem através das metáforas e/ou analogias. Mas seguindo o raciocínio de que é baseado na bíblia, Mãe Natureza nunca foi uma pessoa, diferentemente dos demais representados, com exceção de Deus. O filme começa chato e termina angustiante. O filme para ser bom não precisa "viajar na maionese" desse jeito. Minha opinião é de quem produz um filme assim é uma pessoa perturbada. Com exceção da grandiosa atuação de Jennifer Lawrence, a obra deixa muito a desejar. Mãe! é uma piada de mau gosto.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de outubro de 2017
*Atenção! O texto contém spoilers! Se não assistiu ao filme, aconselho a não ler a resenha crítica.

De uma coisa é certa: fazia tempo que o cinema não via um filme ser tão discutido quanto Mãe!, obra dirigida e escrita por Darren Aronofsky. Ao mesmo tempo em que a discussão é muito bem-vinda, uma vez que faz parte do papel do cinema, como forma artística, incentivar a discussão e a reflexão sobre os temas que trata; ao mesmo tempo, fica aquela pulga atrás na orelha: será que Aronofsky planejou esse filme intencionalmente, de maneira a que Mãe! ficasse totalmente no centro das discussões?

Tentar vislumbrar qualquer um desses planos é justamente entrar no jogo do diretor. A verdade é que Aronofsky fez Mãe! para que cada um pudesse interpretá-lo da sua própria maneira. Fugindo, então, dos preceitos comuns, que ligam a obra aos conceitos bíblicos e à relação com a mãe natureza, eis aqui a maneira como enxergamos Mãe!

O filme se centra na figura de um casal (Jennifer Lawrence e Javier Bardem), que mora numa casa isolada em uma área bastante arborizada e, aparentemente, calma e pacífica. A rotina deles é bastante simples: enquanto ela vive para os afazeres domésticos, ele se dedica aos escritos – a obra deixa subentendida que ele é um poeta que passa por uma crise de criação, após um trabalho muito bem-sucedido.

A história de Mãe! nos é contada do ponto de vista da mulher/esposa. Neste sentido, acredito que o filme trata do relacionamento que ela possui com o homem/marido, especialmente o papel dela como inspiradora da criação dele. Não como musa, mas sim, como a facilitadora de todo um ambiente para que ele tenha a tranquilidade necessária para criar e compor uma nova – e linda – poesia. A mulher/esposa é retratada como o alicerce emocional de seu esposo, não à toa ela é a responsável por cuidar e cultivar da casa deles com muito amor, cuidado e carinho (vejo a casa como um terceiro personagem principal, que representa o relacionamento que homem e mulher possuem).

Talvez, por isso mesmo, surpreenda a visão um tanto machista de Aronofsky sobre a personagem interpretada por Jennifer Lawrence. A mulher/esposa é retratada como alguém que vive para o homem/marido, sendo quase uma prisioneira do local onde eles vivem (prestem atenção que, no decorrer de Mãe!, em nenhum momento, ela se ausenta daquele ambiente); e, pior, tendo as suas vontades totalmente relegadas pelo marido – que nunca ouve a sua opinião, principalmente, quando estranhos invadem a casa e movimentam a rotina pacífica que os dois dividem. Enquanto isso, o homem/marido submete a sua esposa a todo tipo de transtorno emocional e abusos psicológicos, abandonando-a nos momentos em que ela mais precisava dele.

Em consequência disso, quando tudo se resume às cinzas, enxergo isso como uma metáfora sobre os desgastes que vão minando pouco a pouco até levarem ao fim de um relacionamento amoroso. Essa visão ganha ainda mais sentido quando percebemos que, após todos os cacos serem juntados, e o que restou do coração for recuperado, há uma reconstrução de tudo aquilo que foi destruído e uma nova história, com uma nova mulher/esposa/musa, é reiniciada. Ou seja, apesar de Mãe! retratar o quão doentio um relacionamento pode ser, existe uma visão final bastante otimista do amor, uma vez que se é dada uma nova chance ao sentimento.

Devemos, então, analisar Mãe! sob dois princípios diferentes. O primeiro deles, é o estético. Nesse ponto, Aronosfky foi quase perfeito, uma vez que o filme é muito bem feito, especialmente quando observamos o trabalho desenvolvido com a atuação sensacional de Jennifer Lawrence, pela direção de fotografia de Matthew Libatique, pela trilha sonora composta por Jóhan Jóhannsson e Clint Mansell e pelos efeitos sonoros da obra. O segundo deles leva em consideração a história e, aqui, é onde Aronofsky mais peca: durante boa parte de Mãe!, o filme perde totalmente o contato com a realidade e, pior, com a sua identidade – sem saber a que gênero pertence. Isso fica ainda mais claro quando o diretor passa totalmente a bola para a plateia tentar juntar as pistas e fazer com que a trama do filme ganhe sentido. Aronofsky pode mais – e ficou devendo – e muito – neste longa!
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