Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    mãe!
    Média
    3,5
    1190 notas e 189 críticas
    distribuição de 189 críticas por nota
    61 críticas
    30 críticas
    21 críticas
    13 críticas
    27 críticas
    37 críticas
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    189 críticas do leitor

    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    5,0
    Enviada em 15 de setembro de 2017
    Darren Aronofsky é um diretor obcecado com perfeccionismo, gnosticismo, auto-superação e talento. E ele leva isso sério demais em “Mãe!”. Tão sério que a dupla-camada (ao menos) no filme é bem escondida, mas vai parecer óbvia depois que você termina. E de uma forma ou de outra, o filme irá revelar mais sobre o espectador do que sobre as opiniões de seu criador. Trocadilho intencional e hermético. Já escrevi o texto sobre o filme sem spoilers para o CinemAqui, e este é meu exercício COM SPOILERS. Isso é porque quero exercitar minha capacidade de interpretação do filme junto a vocês. Qualquer teoria maluca a mais por favor entrar em contato. cinetenisverde.com.br
    Goretty Sousa
    Goretty Sousa

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    3,5
    Enviada em 25 de setembro de 2017
    Filme difícil de entender. Cansativo e até na metade dá vontade de ir embora. um tédio só. Depois que assisti, fui pesquisar o sentido da história, que parece ser sem pé nem cabeça. É... depois de algumas pesquisas e voltando ao filme, daí as coisas fazem sentido e o filme passa a ser mais interessante. Imaginem uma história bíblica com a criação do mundo, Adão e Eva, Abel e Caim, a vinda do Messias, o sacrifício do filho de Deus, planeta Terra (mãe natureza), fanatismo religioso... analisando a história do filme e fazendo um link a este pensamento bíblico, até faz sentido. Para quem gosta de pensar e interpretar histórias com sentidos nada aparentes, é um bom filme, mas quase morri de tédio.
    Diogo R.
    Diogo R.

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    5,0
    Enviada em 25 de setembro de 2017
    Filme confuso!! Queria ter sabido antes que se tratava de uma analogia a mãe natureza e deus. Teria feito sentido. Assisti o filme sem saber do que se tratava por insistência da minha esposa. Sai do cinema decepcionado. Lendo algumas críticas tudo fez sentido. Vou ter que ver novamente o filme. Realmente não é um filme para todo mundo!!!
    Fael Moreira
    Fael Moreira

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    5,0
    Enviada em 22 de setembro de 2017
    Ele faz em foco principal uma alusão a "CRIAÇÃO" de uma forma bem complexa. Tipo vi umas criticas com opiniões diferentes. Mas q tbm se encaixa. Deus, A mãe natureza, "Adão e Eva"?, e o fruto proibido q seria o "CRISTAL" q da vida a casa; O personagem do homem que chega na casa tem uma ferida na costela direita que aparece na cena do banheiro."FICAR ATENTA", logo depois aparece a personagem da MICHELLE PFEIFFER a mulher sem nome, "EVA"?, Depois aparece 2 filhos "Caim e Abel" sem nomes apenas irmão mais novo e irmão mais velho; assim como os pais tbm sem nomes "Adão e Eva" e se instaura o "CAOS" da criação. Até a morte e a recriação da mesma. É um filme muito muito complexo. Quem vai ver no branco dificilmente vai entender. Tem muitas interpretações do mesmo. FODA D+
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    4,5
    Enviada em 25 de setembro de 2017
    O polemico, aflito, tenso e brilhante, “Mother” novo filme de Darren Aronofsky é um show, tanto técnico, quando de roteiro, lotado de metáforas bíblicas e da natureza humana, temos tensão e angustia, amor e ódio, repulsa e sedução, o filme a onde o péssimo e o perfeito andam de mãos dadas, um experiência cinematográfica para alguns, ou um filme de suspense mal feito e sem sentido para outros, extremamente criticado pela critica especializada e pelo publico geral, “Mother” é um dos melhores filmes do ano, mas não é para todos os públicos. Alguns diretores abusam de historias bobas e superficiais, outros fazem filmes complexos e cheio de metáforas demais, Darren faz ambos, ele conta uma historia para gente, uma historia comum, sem nada de excepcional, mas o subcontexto e as metáforas, contam outras historias, outros filmes, como o seu ótimo “Cisne Negro” filme que pode ser visto 3 vezes seguidas, que você verá 3 historias diferentes, e só quem já conhece esse background do diretor, poderia ter certeza e não apenas suspeitas, que seu longa, é uma metáfora pra natureza humana apoiada em passagens bíblicas, ou seja, seu roteiro, é ótimo, eu não diria perfeito, pois, para aquele publico que prefere ficar na superfície do longa, vai terminar o filme sem entender completamente o longa, apenas o telespectador mais vil vai terminar com um sorriso no rosto, além do coração disparado e unhas comidas, portando, o roteiro que conta a historia de um casal atormentado por visitas estranhas, foge do escopo palatável, e parte pro absurdo, mas mesmo assim, Darren consegue deixar o telespectador extremamente agoniado e tenso, diferente de “Requien para um Sonho” a onde ele faz o telespectador virar o rosto de angustia sem nem precisar derrubar uma gota de sangue, aqui não, aqui a violência existe, ela não é completamente explicita, mas mesmo assim, parece que choca mais e mais, por ser uma violência covarde e que causa reflexão em quem esta vidrado no filme. Javier é deus buscando a perfeição, Jeniffer é a própria casa, que é no caso é a terra, ou seja, ela é natureza, natureza que está a todo tempo tentando concertar os males humanos, igreja, politica, nascimento, tudo isso é abordado no filme, até mesmo a globalização e mistificação do mundo é abordado em 2 cenas de 20 segundos, passando por genesis, e o apocalipse, “Mother” é uma grande releitura da bíblia, não preciso nem dizer que o primeiro casal de intrusos é Adão e Eva, e depois, Cain e Abel, e por fim, a mistificação e os seres humanos, entender o caos da bíblia, e da própria natureza aplicada a apenas uma casa, é uma metáfora grandiosa e perfeita, um filme que me lembra o “Anticristo” de Lars Von Trier, por seu perfeccionismo em recontar e causar reflexão de maneira diferente, polemico e arrebatador, “Mother” é um filme visceral. Tal como “Corra” conseguiu fazer esse ano, “Mother” também nos prende na cadeira, o filme tinha absolutamente tudo para ter um ritmo lento e cansativo, mas Darren emenda um arco narrativo no outro sem espaço algum, não conseguimos tempo nem pra ver as horas no relógio, além do ótimo ritmo, que é mais mérito do roteiro do que da montagem, outros aspectos que merecem palmas, não só palmas, mas indicação ao óscar, são, primeiramente, a ótima direção de arte do filme, que alinhada a uma fotografia que oprime ao mesmo tempo que contrasta com o claro e com os bons efeitos visuais, o outro aspecto que solta ao olhos, ou melhor, aos ouvidos, é a espetacular edição e mixagem de som. essa é a que mais oprime o telespectador, pois muitas vezes ela é desalinhada e muito aguda, ela incomoda, o barulho de tudo é muito ressaltado, lembrando muitas vezes o ótimo filme "Repulsa ao Sexo", ao sair da sala de cinema e dar de cara com a multidão do shopping, você vai se sentir mal, e vai perceber e notar detalhes nas pessoas que antes passavam desapercebidos, acho que as categorias de som do óscar esse ano já tem donos (Baby Driver e Dunkirk), mas vale muito a indicão. Javier Barden e Ed Harris estão otimos, mas o filme é da Jennifer Lawrence, eu nunca fui um grande fã da atriz, e até acho que ela não mereceu o oscar nem sua ultima indicação, mas aqui, aqui ela está sensacional, rouba o filme por completo, ela é a "Mae", a natureza, o mundo, é uma personagem grandiosa mesmo dentro de sua ingenuidade e ignorância, e Jeniffer está completamente entregue ao papel e faz uma ótima atuação. Darren Aronofsky é pra mim o melhor diretor da nova geração, e esse filme, apenas reforça meu pensamento. O longa foi ovacionado e vaiado ao mesmo tempo durante sua premiere no Festival de Veneza de 2017, e isso diz muito sobre o filme, ame ou odeie, para mim, "Mother" é um filme espetacular.
    Bader
    Bader

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    3,5
    Enviada em 26 de setembro de 2017
    Mãe! é um filme bem difícil, que incomoda, e na parte final chega a ser repugnante. Mas se entendermos que o filme é uma analogia à Bíblia, ao paraíso perdido de Adão e Eva, e que a Mãe ao final do filme é uma representação da Virgem Maria, o filme passa a ter sentido e interesse. É uma crítica feroz à estupidez humana.
    Mateus A.
    Mateus A.

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    5,0
    Enviada em 28 de setembro de 2017
    O filme não foi feito para PESSOAS COMUNS, foi feito para APRECIADORES. Darren Aronofsky me fez sair de casa para ir ao cinema e ficar orgulhoso de ter visto esta obra simplesmente impactante. É uma pena que a maioria das pessoas não tenha folego para aguentar esse tipo de filme, já que estão acostumados com os roteiros monótonos de hollywood.
    Nelson J
    Nelson J

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    4,0
    Enviada em 22 de setembro de 2017
    Show de interpretação de Jennifer com ótima presença de Michelle. filme cheio de referências bíblicas e de oposição ae novamente precisa renascer das cinzas e partir da crise criativa do escritor premiado Javier, que como a fênix precisa ressurgir a partir do que sobrou de si, da sua casa destruída pelas chamas. Amor, destruição, reconstrução, ego gigante e retraído. Filme de referência.
    Mauricio L.
    Mauricio L.

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    5,0
    Enviada em 22 de setembro de 2017
    Foi um dos melhores filmes que já vi! Um universo de desespero e agonia muito difícil de se encontrar no cinema.
    Laila Q.
    Laila Q.

    Segui-los 1 seguidor Ler as 2 críticas deles

    5,0
    Enviada em 28 de setembro de 2017
    Extremamente angustiante, incômodo e maravilhoso!!! Filme do ano!! O Diretor surpreende e, sua inteligência nos detalhes da metáfora é assustadora e impressionante!!
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