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Dante Diesel
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73 críticas
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0,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2022
Começou chato, exagerando em closes na Jennifer Lawrence, e ... depois piorou. Ainda bem que o fim arrastado foi pior ainda. Blergh! É muita inteligencia do Aranofski para minha limitada burrice.
Confesso que a minha primeira interpretação do filme foi simples e tornou exagerada a metáfora usada para simbolizar a história de uma mulher que vê sua relação se deteriorar como uma casa que é destruída pelas circunstâncias da vida (falta de amor, desejos conflitantes). Mesmo assim o filme mereceria uma boa avaliação pela construção elaborada do roteiro, as atuações impecáveis (Jennifer Lawrence brilha como nunca ou como sempre), o clima angustiante e a capacidade de prender a atenção do expectador (principalmente na primeira hora). No entanto, lendo sobre o filme após assisti-lo, já sem medo de spoiler, foi se revelando o verdadeiro significado. Assim o filme ganha novo corpo, se agiganta e chega a merecer 5 estrelas pelo resultado final, pela reflexão que causa no expectador a respeito da vida e do que estamos fazendo com a nossa casa. Vale a pena. Quando vejo alguém dizendo que o filme é um lixo, chego a ter pena da pessoa.
Um filme completamente difícil de entender, um filme que deve ser visto duas vezes, uma sem saber de nada, outra depois de entender. Mas depois que se entende, vê que esse filme é uma obra-prima.
Entendo toda a metáfora que o diretor tentou transmitir, mas ainda assim, achei o filme bem desagradável. Os pontos positivos são as atuações do brilhante elenco e a estética. Fora isso, me arrependi de ter assistido.
mãe! não é um filme fácil de assistir. Ele é inquieto, incomoda e causa momentos de desconforto. Mas isso não significa que seja um filme ruim. Muito pelo contrário. Tudo em mãe! é metáfora. O meu texto completo está aqui: luiztonon.blogspot.com.br
Da para entender a proposta do diretor Darren Aronosky, mas assim como Noé e Cisne Negro, o jeito exagerado de finalizar a trama acabam estragando a experiência ok que você tinha até então.
critica completa no meu blog;
http: //parsageeks.blogspot.com .br/ 2017/10 /cinema-419-mae. html
Embora não gostando de filmes alegóricos, estava curioso para ver MÃE! A exclamação no título já soa pretensiosa e é. Assim como errônea é sua classificação como filme de terror. Do mesmo diretor, o irregular Darren Aronofsky, RÉQUIEM PARA UM SONHO é uma obra-prima, O LUTADOR é um bom filme, mas CISNE NEGRO já desce alguns degraus. A sorte dele é sempre contar com excelentes atores e tentar, em filmes como CISNE E MÃE! nos levar ao centro dos seus delírios visuais. No começo de MÃE!, ele consegue nos impressionar um pouco e poderia contar sua história/delírio alegórico, usando de recursos interessantes como um certo suspense e a nossa curiosidade pelos minutos seguintes do filme. Mas, ele põe tudo a perder. E, tentando não desencorajar demais os também curiosos e corajosos (como eu), não entregarei spoilers que possam dar à obra (?) seus alegados significados. Ao cabo de tudo, exceto poucas boas cenas e as excelentes Jeniffer Lawrence e Michelle Pfeiffer, o resto é absolutamente esquecível,
Ed Harris e Michelle fifer salvam o filme na primeira parte JacquelineLawrence nao sabe o tempo todo o que fazer a nao ser cara de idiota. Explicacoes biblicas nao tornnam o filme memos chato.
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