mãe!
Média
3,5
1439 notas

232 Críticas do usuário

5
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Isabelle F.
Isabelle F.

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3,5
Enviada em 30 de setembro de 2017
Assisti ao filme ontem e gostaria de dar minha contribuição. Não sou crítica de cinema, e é a primeira vez que exponho um pensamento referente a interpretação de forma publica, mas creio que possa ajudar a compreender um pouco a partir do meu conhecimento e história de vida.
O filme é interessante, incomoda e tem o poder de abstrair nossa mente como poucos filmes que vi até hoje. As pessoas que acharam o filme confuso na verdade não entenderam as referências do autor. Algumas coisas ainda não consegui compreender, mas na minha interpretação o que o autor quis retratar é basicamente a construção da imagem do Deus judaico-cristão. Lendo um pouco a biografia do autor, percebi que ele foi educado em uma escola judaica e conhece muitas referências bíblicas, tanto que elas permeiam o filme do início ao fim. No final, a mensagem que o filme quis passar é a imagem de um Deus que cria todas as coisas para desfrutar e explorar até o fim, a fim de se auto-promover e ter reconhecimento. Do início ao fim o autor do filme cutuca as crenças judaico-cristãs e em tom ácido, expõe a forma como pensa e vê a religião (no qual é a construção da maior parte da população). Não é a forma com que eu vejo e creio, por isso o filme não me agradou, mas preciso reconhecer que o autor é um gênio e realmente seu trabalho é singular.
Eder Brito
Eder Brito

48 seguidores 119 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de outubro de 2017
Ta ai sem sombra de duvidas o MELHOR filme que assisti em 2017 quiçá de toda minha vida!!! Nem sei se filme é o nome correto a dar essa obra de arte que Aronofsky nos deu. Confesso que até eu pescar a metáfora por trás do filme eu estava olhando como um filme bem simples e comum. Mas ao perceber o que o diretor estava querendo nos mostrar e as peças foram se encaixando perfeitamente a obra ficava cada vez mais completa e mais brilhante. O filme é muito além do que os olhos podem ver, cada detalhe cada simbolo cada dialogo tudo perfeitamente arquitetado e colocado perfeitamente em seu lugar. Pretendo assistir muitas vezes mais pois tenho certeza que a cada vez descobrirei algo novo. Eu já gostava mas virei totalmente Fã de Aronofsky que nos presenteou com grandes obras Requiem for Dream já foi um filme espetacular. Mas Mãe é uma obra prima. Assistam não é um filme pipoca, mas é uma experiência unica!!
Mike P.
Mike P.

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 21 de setembro de 2017
O filme tem uma boa temática, com assuntos bíblicos (talvez), com uma bela interpretação da Jennifer e Michelle, porém se torna cansativo, confuso e repetitivo.
Ao mesmo tempo que o telespectador entende o filme ele se desmonta nessa compreensão e volta para o enfado.
O diretor poderia ter sido um pouco mais objetivo, sem querer fazer tantos enigmas, tantos diálogos confusos.
Em alguns momentos no cinema senti vontade de vir embora no meio do filme.
Adler F.
Adler F.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de outubro de 2017
Filme denso. Cheio de metáforas da vida. Muito impressionante. Incrível atuação da Jennifer Lawrence.
Fernando Henrique R.
Fernando Henrique R.

3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 5 de outubro de 2017
Não gostei, não prende a atenção, não emociona, causa enfado e repulsa. Uma bobagem asquerosa, sem pé nem cabeça.
Camilla G.
Camilla G.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de setembro de 2017
Não recomendo! Este filme é péssimo. O tempo todo você pensa "que coisa é essa?" Nada faz sentido! Assisti na estréia aqui em Los Angeles e me arrependo de ter perdido meu tempo e dinheiro com este filme sem pé nem cabeça
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de dezembro de 2017
mãe! (Assim, com inicial minúscula e exclamação mesmo) é um filme estranho, caótico e desconfortável que certamente não tornarei a ver por um bom tempo. Ah, eu gostei do filme. Mas calma aí, ''cara do Cisne Negro'', eu sobrevivi. Por que eu percebi, assim como a maior parte do público, que você tinha um monte de ideias megalomaníacas para esse filme, mas não soube muito bem o que fazer com elas. Além da maioria das cenas ''simbólicas e aterrorizantes'' que você dirigiu só conseguirem mesmo ser ridículas e over the top...Talvez, não, com certeza a intenção tenha sido mesmo incomodar, e eu respeito muito isso. Respeito a liberdade criativa, respeito a coragem, e, acima de tudo, respeito a ousadia. Não sei o que eu vou pensar desse filme daqui a 4 anos ou o que você, M.r Aronofsky, vai pensar do mesmo neste período de tempo. Mas certamente todos nós vamos pensar muito. E isso é algo para ser valorizado.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de outubro de 2017
Mãe! tem realmente uma proposta radical. E por isso tem despertado sentimentos tão opostos tanto em críticos quanto no público em geral. Apesar de toda a polêmica que cercou o filme desde seu lançamento, não concordo com opiniões que categoricamente determinaram que somente é possível adorá-lo ou detestá-lo. Há coisas que gostei no filme, outras não. Minha admiração pelo filme está menos ligada ao produto final e mais ao que filme representa no panorama atual do cinema mundial, principalmente hollywoodiano. É louvável um diretor amparado por uma produção de grande estúdio ter a ousadia de uma proposta tão “fora-da-caixa” como este Mãe! (se ele foi bem-sucedido ou não, é outra questão). E também admirável que um grande estúdio tradicional como a Paramount tenha tido a coragem de financiá-lo (embora tenha cometido o erro, na tentativa de recuperar o dinheiro investido, de vender o filme como mais um tradicional filme de terror, o que ele definitivamente não é).

Mãe! tem qualidades. O principal mérito é o trabalho de direção, que consegue criar no espectador uma empatia com a personagem principal, sabendo nos transmitir a crescente sensação de desconforto, opressão, desespero e impotência experimentados por ela. A montagem consegue impor ao filme uma atmosfera de caos e pesadelo que vai sendo construída num ritmo gradual, que só se intensifica em sua parte final. O elenco principal está bem, embora seja digno de nota que Jennifer Lawrence é ofuscada pela presença de Michelle Pfeiffer num papel secundário. O filme não é algo “sem pé nem cabeça” e confesso que já vi filmes bem mais complicados de interpretar. Há claras referências bíblicas, mas também é possível vislumbrar o filme como uma crítica ao machismo/submissão feminina; às relações doentias entre artista e público – a vaidade narcisista dos que criam e a idolatria e posse por parte dos que admiram as celebridades; e até à maneira como a humanidade vem tratando a “mãe” Terra nos últimos tempos.

Talvez Aronofsky peque exatamente pelo excesso de significados e leituras possíveis, perdendo o foco – o que compromete totalmente o desenlace da narrativa. É como se o diretor tivesse organizado um brainstorm com uma equipe de roteiristas, e resolvido aproveitar todas as ideias que surgiram, ao invés de filtrá-las e indicar uma direção. É extremamente positivo um filme fazer referências, metáforas e analogias. Isso enriquece o filme. Mesmo aqueles que se destinam basicamente a divertir o público, um típico “filme-pipoca” como o primeiro Star Wars (hoje conhecido com o subtítulo Uma Nova Esperança). Embora sendo uma fantasia de aventuras sci-fi, que se passa numa “galáxia muito, muito distante”, há claras referências à Segunda Guerra Mundial (nazistas versus aliados), ao universo do clássico O Mágico de Oz, à filosofia dos samurais (e oriental, por extensão). Mas esses elementos são secundários, ou seja, você pode admirar e acompanhar o filme sem nem se dar conta que eles estão lá. Seu uso se torna um problema quando o excesso de referências, alegorias e símbolos transforma o filme num simples convite ao espectador a brincar de identificá-los.

Muitas pessoas podem ficar admiradas que eu não tenha ficado particularmente entusiasmado com o filme. Como cinéfilo, costumo declarar que gosto muito quando surgem filmes diferentes, originais e criativos – na forma e no conteúdo. São filmes necessários para reacender a minha paixão pelo cinema. O diretor Aronofsky já demonstrou que tem talento, muitos de seus filmes são originais e ambiciosos. Mas isso não basta. Talvez, como costuma ocorrer com tantos outros diretores, seu talento como diretor é superior a seu talento como roteirista (função que não deveria acumular, e que talvez somente o faça com medo de perder o controle sobre sua obra). Como não sou crítico de cinema, apenas um cinéfilo metido a comentar filmes, me reservo o direito de citar algum crítico quando ele teve uma mesma impressão sobre o filme mas que eu não encontrei as palavras certas para expressar. Assim comentou o crítico James Berardinelli, do site ReelViews: “talvez a chave para apreciar Mãe! (não necessariamente “gostando” ou “curtindo”) é entender que a última coisa que Aronofsky tinha em mente era fornecer um produto comercial facilmente digerível. Para esse fim, ele se entrega a seu ego com demasiada frequência e se torna míope sobre sua visão. Mãe! oferece uma experiência – se é boa ou má, isto está muito no olho do espectador¨.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de dezembro de 2017
Uma mulher pensa que terá um final de semana tranquilo com o marido em casa. Porém, começam a chegar diversos convidados na residência dos dois. Isso faz com que o casamento deles seja testado das mais variadas maneiras.

tive que ir no Google e procurar o significado desse filme Pois realmente não entendi o quê esse final quis dizer depois que eu li até conseguir simpatizar um pouco mas para qualquer pessoa normal o filme é totalmente insano e sem sentido⭐
Pedro B.
Pedro B.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de setembro de 2017
Pior filme que já assisti em toda minha vida! Cheio de agonia e gritos, maior tempo perdido de toda minha existência
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