Não recomendado para menos de 14 anos
Durante um terrível período de guerra e de intensos conflitos bélicos, as vidas de três pessoas acabam se cruzando: Olga (Yuliya Vysotskaya), uma aristocrata russa e membro da resistência francesa; Jules (Philippe Duquesne), um francês; e Helmut (Christian Clauss), um oficial de alta patente dentro das tropas nazistas.
Looke
Por assinatura
Veja todas as opções de streaming
2,0
Fraco
Paraíso
A guerra dos piedosos
por Bruno Carmelo
Paraíso é um filme estranho. Meio drama de guerra, meio relato religioso; ora apoiado nas facilidades do cinema do século XXI, ora dependente da estética do cinema de cem anos atrás. A intenção é articular a história de três pessoas na França invadida pelos nazistas: a condessa Olga (Yuliya Vysotskaya), presa por abrigar judeus em sua casa, o investigador da polícia francesa Jules (Philippe Duquesne) e o oficial nazista Helmut (Christian Clauss). Cada um relata à câmera suas histórias, seus medos, suas paixões.
Esta espécie de entrevista, ou confidência íntima ao espectador, sintetiza o estilo particular do longa-metragem. A textura da imagem é impecavelmente nítida e lisa, digna da tecnologia digital mais moderna, enquanto a tela próxima do quadrado (1:1,37), a fotografia em preto e branco e as atuações exageradas, em close-up, lembram os clássicos do cinema mudo, quando as atuações era
Ler a crítica
2:14
2:12





Quando quiser ver um filme sobre o nazismo realmente forte, não esqueça de procurar por um diretor russo. E no caso de Andrey Konchalovskiy, seu “Paraíso” flerta duramente com “A Fita Branca”, um trabalho de Michael Haneke que, como de praxe, desafia o espectador a achar um pingo de esperança na humanidade (spoiler: você nunca acha). Infelizmente (ou felizmente) Konchalovskiy não vai tão além, e se rende a um água-com-açúcar em ...
Leia Mais
Leia Mais
Filme singular sobre o nazismo sob a perspectiva de um oficial francês que aderiu, uma princesa russa presa por proteger judeus e um aristocrata alemão que se torna um comandante nazista. As diferentes óticas produzem um filme impar de excelente reflexão.
O destaque do filme é a excelente direção do russo Andreï Kontchalovski. A câmera em semi-close e a fotografia em PB, apesar de não serem inovações, foram escolhidas e realizadas com extrema qualidade. O roteiro e o ritmo estão um tanto abaixo, caso contrário poderia ser uma obra-prima.
Entre os melhores
Seleção oficial da Rússia na categoria de Melhor Filme Estrangeiro da 89ª edição do Oscar.
Nacionalidades
Rússia,
Alemanha
Distribuidor
Mares Filmes
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Francês, Alemão, Russo, Iídiche
Formato de produção
-
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
Mais filmes : Melhores filmes do ano 2016, Melhores filmes Drama, Melhores filmes de Drama de 2016.