Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Edésio J.
4 seguidores
26 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 9 de outubro de 2019
Recomendo! O uso da camera e as cenas sao impressionantes! Cada detalhe do cenario deixa vc impactado e admirado com as riquezas produzidas pela equipe tecnica do filme!
Só não dou cinco estrelas por causa do ritmo do filme que na metade da uma boa desacelerada e faz o filme parecer que tem mais que 2h00 de duração. As três atrizes estão perfeitas cada uma em seu papel, o design de produção é magnífico, a fotografia e maravilhosa a trilha sonora e inquietante e cria um leve suspense, gostei do Nicholas Hoult também, a montagem também é muito boa, enfim é um filmaço, super bem feito, bem produzido, dirigido, atuado, se nao fosse pelo ritmo daria nota maxima. O jogo de poder que ha entre as personagens, as manipulações, tudo é perfeitamente realizado.
Assistir ha algum tempo este filme, e um embaralho desta rainha,,medíocre, com seus ataques histéricos, e seu desconhecimento de sua propia autoridade como politica da França. As Atrizes estão fantásticas, onde da um brilho, nesta performance chata, mostrando a podridão dos palacios antigamente, nada mais do que nossa politica atual. A Atriz principal Olivia Coleman, esta de parabéns, com sua desenvoltura,e mereceu o premio, apesar do filme chega ser cansativo, repetitivo, não va esperando muito deste filme.
Horrível . Demasiado pesado , dramático e com o final mais non sense da história dos filmes . Nem para dormir serve , porque os efeitos de som , são macabros .
Filmes de cunho histórico tendem a seguir um padrão tanto na forma como são contados filmicamente, como em sua estrutura técnica. Essa convencionalidade toda em nada combina com o Yorgós Lánthimos, conhecidíssimo por sua forte identidade. _ A trama fala sobre poder, ambição, enquanto tece linhas satíricas sobre monarquias e de como são regidas. É portanto um longa com um humor de estranhezas e peculiaridades, o que nos leva ao riso também nos intriga, construindo sempre uma redoma aflitiva tão quanto cômica. Os homens que geralmente representam as figuras importantes aqui são chacota e mostrado-os como estúpidos, o inverso acontece com as mulheres, sendo três delas que dominam a trama de forma absurda. _ Olivia Colman (Rainha Ana) dá um show a parte, muito é exigido da atriz, e ela entrega as diversas nunces necessárias para a engrenagem funcionar. A inocência, a insegurança, sutilmente se contrastam com a firmeza e a autoridade, trabalho incrível, reservando o melhor a cada cena seguinte. Rachel Weisz (Lady Sarah) e seu sarcasmo, sempre com uma presença ácida e intrigante, ao lado de Emma Stone (Abigail Hill) extremamente expressiva, a pureza que se funde a malícia, a tríade citada está indicada ao Oscar, e justamente. Esta triangulação é a alma do filme, enche os olhos e nos leva sempre a frente, quando uma dessas personagens se ausenta rente ao término do filme, parte do gás e força do filme também se esvaem. _
Na direção Lánthimos garante o espetáculo, opta por movimentos de câmeras pouco usuais (chicotes) e põe sua câmera sempre em movimento, o que dá mais dinamismo. Nos enquadramentos insere alguns ''olho-de-peixe'' que só nos reafirmam o quão singular é essa história. A fotografia é ótima, a direção de arte e o design de produção incríveis, além de uma trilha bem escolhida. Uma série de escolhas tornam esse filme único, autoral e instigante. A certeza que fica, é que a indiferença ao que acabamos de ver não é uma opção.
É um dos grandes filmes do ano, comandado por um roteiro que, por meio de respostas rápidas e frases ácidas, retrata o espírito de competição presente na narrativa. Melhores atuações das 3 atrizes principais até hoje, além de ser um trabalho primoroso de Yorgos Lanthimos.
O filme é ótimo em vários quesitos: fotografia com aquelas lentes angulares, figurino e seus belíssimos acessórios, os locais de filmagens e também pelo elenco que não deixa a desejar. Apesar de uma boa atuação de Oliveia Colman, no papel da rainha, ela fica mais para uma coadjuvante ante as atuações de Emma Stone e Rachel Weisz, sendo que a estatueta poderia ter saído pra alguma dessas últimas.
Grotesco, selvagem conseguindo ter um humor negro inicial mas pega pesado demais ficando cansativo e dramático em seu final pobre. Olivia Colman recebe o Oscar e Globo de Ouro como melhor atriz. Rachel Weisz e Emma Stone estão estupendas "as well"!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade