Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Jocelaine Barros
1 seguidor
8 críticas
Seguir usuário
1,0
Enviada em 28 de janeiro de 2024
Filme tosco! Parado, sem sentido, final mais tosco ainda! O começo da a entender que vai ser uma boa trama, mas não, fica pior com o passar dos fatos....perdi duas horas da minha vida.
Amo o estilo do diretor Yorgos Lanthimos. Não preciso assistir mais de 10 minutos para identificar. O filme tem pontos muito bons como: Fotografia, figurinos impecáveis, ótimas atuações, mas não é de cair o queixo.. É ok. O final é tipo: Oi? Acabou?
Difícil classificar, o filme tem belezas em quesito cenário, a possível fidelidade aos costumes e vestimentas da época. Mas confesso que ele foi monoto pra mim , a sim , eu esperava que teria alguma reviravolta no final , mas ele seguiu o que desde o início foi sugerido. Não que todo filme tem que ter algo surpreendente porém não e um filme que eu assistiria dnv tão cedo .
Um filme de excelente qualidade, que nos mostra o quanto a sedução pode ser usado como arma , usando a malícia e seus corpos para ganhar poder político e social.., direção de arte muito boa! boa trilha sonora , elenco magnifico! , Olivia Colman impressiona no papel da Rainha , mostrando aquela mulher perdida , abalada.., usada.., doente.., mereceu com louvor o Oscar, ! uma grande produção.
Mais um da série: como foi ser indicado ao Oscar? Filme cansativo, apelativo com seu lesbianismo e digno pra ser esquecido. Rachel Weiz se prestou a um papel ridículo em um filme ruim.
A atuação de Emma Stone e Rachel Weisz, está de longe muito melhor que de Olivia Colman, mas a mesma levou o Oscar. O filme é interessante, são boas atuações, uma boa fotografia e um ótimo figurino. E só.
Falta algo no filme, quando acaba fica a sensação de apenas "ok", mas nada que justifique a indicação, a não ser por figurino etc. que estão muito bons, mas a trama em si não consegue entreter de forma satisfatória. Nota: 6/10
O cineasta Yórgos Lánthimos mostra que é diferenciado em mais um grande filme. A Favorita, é um filme que antes de assistir, achei que não me interessaria, mas, o roteiro ágil, astuto e sagaz nos encantam. Além de ótimas atuações de Olivia Colman, Rachel Weisz e Emma Stone, todas perfeitas em seus papéis. Além disso, a fotografia é ótima, e a trilha sonora é excelente, A Favorita justifica porque tantas indicações ao Oscar, um filmaço, ótimo, Yórgos Lánthimos é alguém pra se ficar de olho.
À procura de sua Obra-prima, seu ''crème de la crème'', o realizador grego Yorgos Lánthimos(que surgiu na cena do entretenimento nos últimos anos com os fortes O Lagosta e Sacrifício do Cervo Sagrado) agora volta suas lentes cínicas/iconoclastas/idiossincráticas para o império falido da Inglaterra do século XVIII em A Favorita, o seu trabalho mais convencional, e, ao meu ver, seu mais eficiente. Desde a trilha sonora melindrada até as grandes angulares evocando perfeitamente a estranheza humana que ele gosta de explorar, este misantropo retrato da cama de gato gerada no seio do poder de uma outrora poderoso nação é exibido pela dramaturgia extremamente fina, fria, e calculista do argumento. Em um filme gráfico(com direito a vísceras expostas e tudo), mas nunca gratuito, com toda a sua dureza estética e temática utilizada em prol de suas mensagens centrais, encenando com potência e ironia fatos reais sobre a fascinante relação de Ana da Inglaterra com suas 'favoritas'. Um trabalho de pura finesse artística, The Favourite porém nem sempre consegue tratar com o mesmo tino e paixão o contexto histórico/político dos acontecimentos retratados, bem como seus personagens coadjuvantes, um tanto subdesenvolvidos e unidimensionais, deixando o maior trato para o trio de atrizes principais e suas respectivas personagens. Olivia Colman está brilhante como Ana, passando muito sem dizer nada em muitos momentos, criando uma personagem fascinante em toda sua fragilidade emocional e maleabilidade, sendo vista por outros como nada mais que um instrumento para suas ambições. Rachel Weisz e Emma Stone se completam como rivais, com a Lady Sarah da primeira sendo tão interessante e magnética quanto a Abigail da segunda. O excêntrico cineasta grego ainda não chegou em seu ápice, o máximo de seu real potencial, mas A Favorita, seu trabalho mais sólido até aqui, indica que a apoteose de seu raro talento está cada vez mais próxima.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade